Esse post, foi catastrofico, pois faltou o texto...
Somente agora eu consegui um tempo para arrumar, eita vida de contador e fechamentos, bom vamos la!

Por Max Gehringer

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de gestor de atendimento interno, nome que agora se dá à seção de serviços gerais. E a empresa contratante exigia que os eventuais interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e, não bastasse tudo isso, ainda fossem hands on.
Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía mesmo essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico. Não que esse fosse algum exemplo absolutamente fora da realidade. Pelo contrário, ele é quase o paradigma dos anúncios de emprego atuais. A abundância de candidatos está permitindo que as empresas levantem, cada vez mais, a altura da
barra que o postulante terá de saltar para ser admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da superqualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico...

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Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão
bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como
gestora de atendimento interno. E um de seus primeiros clientes fosse o
seu Borges, gerente da contabilidade.

- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.

- In a hurry!

- Saúde.

- Não, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em
inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência
em inglês se aqui só se fala português?

- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?

- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho
profundos conhecimentos de informática.

- Não, não. Cópias normais mesmo.

- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu
já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das
cópias que tiramos.

- Fabiana, desse jeito não vai dar!

- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.

- Como assim?

- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar.

- E considero isso um desperdício do meu potencial energético.

- Olha, neste momento, eu só preciso das três có...

- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...

- Futuro? Que futuro?

- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.

- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!

- Sei. Mas o senhor é hands on?

- Hã?

- Hands on. Mão na massa.

- Claro que sou!

- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou
sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram
quando eu fui contratada.
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Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções. Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas. E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.
Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.
Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado que chegasse de repente confundiria nossa salinha do café com o auditório da Fundação Alfred Nobel. Até que um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas. E, no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha noções de informática e possuía energia e criatividade. Sem mencionar que estava fazendo pós-graduação. Só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida. Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as empresas modernas torcem o nariz, uma espécie de pitico contemporâneo:
O que é capaz de resolver, mas não de impressionar.
"A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos"
- Pablo Neruda

O empresário certo é o que investe em seus funcionários nos momentos incertos; o funcionário certo é o que aposta na empresa nos momentos incertos; os colegas certos são os que permanecem lutando, junto com você, nos momentos incertos; o amigo que é amigo mesmo, continua sendo tbém nos momentos incertos; o amor certo é o que está ao seu lado, chova ou faça sol, nos momentos incertos;Nos momentos de sua vida nos quais tudo está indo bem e dando certo, as pessoas erradas se aproximam.Você não as notará, porque está tudo certo. Verá o melhor delas, porque está tudo certo. Gostará mais delas, porque está tudo certo. Será mais fácil de iludir você, sua empresa, departamento ou até toda a sua família, amigos e colegas, porque está tudo certo.Como um cruzeiro em um iate, todos nós sofremos uma certa dose de "ilusão das férias de verão" quando conhecemos alguém, seja na vida profissional ou pessoal, com a qual só experimentamos momentos de calmaria, de festas, de alegria. Momentos muito bons, mas nos quais é impossível separar o "joio do trigo". Momentos nos quais só vemos o melhor ângulo da personalidade de uma namorada (ou namorado), um funcionário, um sócio, um parceiro, um amigo.


Temos, portanto, uma visão perigosamente bidimensional.Muitos casamentos acabam, quando marido e mulher descobrem que a personalidade da outra pessoa é muito mais complexa do que podia ser visto durante a fase de namoro e noivado -- especialmente quando aquela fase não ofereceu "crises" para testar o casal. Os dois só viram o "trigo", antes do casamento, descobrindo o "joio" depois. Sim, há casos em que o joio é visto bem antes, mas alguns de nós fazem questão de fingir que não estão vendo nada, ou que depois essa pessoa mudará...


Quantas pessoas que você considerava "grandes amigos", não se afastaram imediatamente, assim que você perdeu aquele emprego? Sim, é impossível avaliar amigos, colegas, funcionários e amores sem o teste das crises.Para conhecer realmente essa pessoa, você tem que observa-la quando o iate entrar em uma tempestade gigantesca no meio do oceano, quando o navio estiver sob risco de afundar, e um grupo de piratas começar a destruir tudo e invadir a nau. Neste momento, você verá, de modo cristalino, quem é que corre para os botes salva-vidas esquecendo-se completamente de você, da empresa ou do projeto, e quem está com você até o fim -- seja este fim qual for.Por isso, antes de julgar alguém pelo belo sorriso em um dia de sol, veja se o sorriso ainda está lá, mesmo que haja lágrimas em um dia de chuva.

Como explicou Pablo Neruda: A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos.

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

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Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
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Silêncio.


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Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.


Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.


Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico ? (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico).

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.


Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'gaps'.



Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.



Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.


Se seu Gerente/ Coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


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Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:

"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"

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Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!
Queridos,
Após um mes turbuleto, retomo os post nesse blog, peço desculpas aos que acompanham as postagem por aqui, tive um problema grave de saúde na familia e as circunstancias me impediram de continuar a postar com relativa frequencia, passado o temporal vem a bonança e como dizia "renato Russo" ...Mas é claro que o Sol ... vai voltar amanhã...
Sempre nasce um novo dia e estamos retomando os trabalhos...

Deixo aqui um otimo video do professor Marins, acredito que vai motivar o nosso dia.
Abs.
Antunes

Caro leitor amigo, entenda sempre que todos nós somos prestadores de serviço e estamos em constante atividade, portanto temos clientes o tempo todo e em todo lugar:

O nosso chefe é nosso cliente, a nossa esposa e filho são clientes, a sua sogra é um cliente, o cobrador do ônibus que você pega pela manhã é seu cliente.

Você as vezes ao ler esse tipo de texto, tem por natureza pensar logo: “bom, eu não tenho empresa, portanto não tenho que pensar nisso de receber mais do meu cliente.”

Pense de forma mais abrangente, no dito acima, o cobrador do ônibus é seu cliente, ele pode pagar mais pelo seu “serviço”. Porque ele é seu cliente? Porque ele estará em contato com você e toda ação sua poderá influênciar o dia dele, um sorriso, um “bom dia”, tudo que você fornecer a ele será considerado um serviço, você pode prestar um bom ou mal serviço, só depende de você, no entanto lembre-se que o pagamento do serviço normalmente reflete o tipo de serviço prestado.

Você já percebeu que tanto eu quanto você, no papel de cliente, estamos dispostos sim a pagar um pouco mais por um produto ou por um serviço, desde que nós tenhamos a segurança de que este produto ou serviço tenha um valor agregado alto ou seja ele vale o investimento, ele vale o dinheiro que nós estamos pagando.
A questão é:


O que significa valor? Como posso aumentar o Valor do meu produto ou serviço? É simples, Valor é o resultado de uma equação entre benefícios menos os custos percebidos pelo cliente. Beneficio você sabe o que é, é a característica que resolve de fato o problema do seu cliente, mas e o custo?

Ai está o pulo do Gato, muitos profissionais acreditam que custo é o preço de venda, quando na verdade o preço de venda é apenas uma parcela do custo.

O atendimento pode ser um custo e muitas vezes um custo alto para o seu cliente, se ele é mal atendido ele paga mais caro para ser bem atendido em outro lugar. Quantas vezes já não fazemos isso no papel de cliente, não é verdade?


Outro custo percebido pelo cliente é a Garantia, a segurança que ele tem. Se o cliente tiver muita dificuldade pra trocar o produto ou adquirir um serviço da maneira que ele esperava, ele também nunca mais compra deste mesmo fornecedor, ele prefere pagar um pouco mais para um fornecedor que lhe de uma garantia melhor e mais segurança. O ultimo Custo, e não menos importante, é O tempo!


Segundo Jack Welch: Tempo é dinheiro sim!

Velocidade é o realmente o propulsor que todos buscam, produtos mais rápidos, ciclos de produção mais rápidos para o mercado e melhor tempo de resposta para os clientes!
Lembre-se também: O seu cliente quer ser atendido rapidamente.

Então, se ainda tem dúvida em como fazer o seu cliente pague mais, é simples:

Aumente os benefícios e diminua os custos, lembrando que o benefício pode ser uma idéia criativa e diferenciada no atendimento e o custo, não é necessariamente o preço de venda.
Pense nesta estratégia poderosa de aumento de valor e você descobrirá, que o seu cliente pode sim, pagar mais, pelo seu produto ou serviço, se estiver com isso, obtendo mais valor para si mesmo.

Nossa vida, a melhor resposta
(texto de Martha Medeiros, publicado no jornal O Globo, 12/nov/2006)


Quem é você? Do que gosta? Em que acredita? O que deseja?


Dia e noite somos questionados, e as respostas costumam ser inteligentes, espirituosas e decentes. Tudo para causar a melhor impressão aos nossos inquisidores. Ora, quem sou eu. Sou do bem, sou honesto, sou perseverante, sou bem-humorado, sou aberto — não costumamos economizar atributos quando se trata da nossa própria descrição. Do que gostamos? De coisas belas. No que acreditamos? Em dias melhores. O que desejamos? A paz universal.



Enquanto isso, o demônio dentro de nós revira o estômago e faz cara de nojo. É muita santidade para um pobre diabo, ninguém é tão imaculado assim.
A despeito do nosso inegável talento como divulgadores de nós mesmos e da nossa falta de modéstia ao descrever nosso perfil no Orkut, a verdade é que o que dizemos não tem tanta importância.
Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam.


O que você diz — com todo o respeito — é apenas o que você diz.


Entre a data do nosso nascimento e a desconhecida data da nossa morte, acreditamos ainda estar no meio do percurso, então seguimos nos anunciando como bons partidos, incrementamos nossas façanhas, abusamos da retórica como se ela fosse uma espécie de photoshop que pudesse sumir com nossos defeitos. Mas é na reta final que nosso passado nos calará e responderá por nós. Quantos amigos você manteve. Em que consiste sua trajetória amorosa. Como educou seus filhos. Quanto houve de alegria no seu cotidiano. Qual o grau de intimidade e confiança que preservou com seus pais. Se ficou devendo dinheiro. Como lidou com tentativas de corrupção. Em que circunstâncias mentiu. Como tratou empregados, balconistas, porteiros, garçons. Que impressão causou nos outros — não naqueles que o conheceram por cinco dias, mas com quem conviveu por 20 anos ou mais.


Quantas pessoas magoou na vida. Quantas vezes pediu perdão.Quem vai sentir sua falta. Pra valer, vamos lá.



Podemos maquiar algumas respostas ou podemos silenciar sobre o que não queremos que venha à tona. Inútil. A soma dos nossos dias assinará este inventário. Fará um levantamento honesto. Cazuza já nos cutucava: suas idéias correspondem aos fatos? De novo: o que a gente diz é apenas o que a gente diz.


Lá no finalzinho, a vida que construímos é que se revelará o mais eficiente detector de nossas mentiras...
Quantas pessoas como eu e você ja não passaram por situações que poderiam ser evitadas apenas com bom senso?

Ir ao mecânico arrumar o carro por exemplo, desde garoto aprendi com meu pai que mecânico tem que ser mais que amigo, pois para ser "enrrolado" é a coisa mais facil, diz que trocou e não trocou, diz que arrumou e saindo aparece o problema de novo e vamos novamente para a tentativa e erro com o seu dinheiro.
As vezes a falta de justiça, o "puxar para o meu lado", o "jeitinho brasilerio" etc... nos causam mais trasntornos do que imaginamos, veja se você esta pagando o preço justo, verifique se você não esta cobrando o preço "inflacionado" mude a sua atitude, não é facil, mas tente.


Para refletir no fim de semana, será que com essa história de "crise" vc não esta como o sapo em águas "tranquilas", vamos mexa-se, faça acontecer, mostre valor em tudo e para todos, faça a diferença, mostre o melhor.

Um exemplo para ilustrar: ontem passei no Graal do KM 30 Castelo Branco- SP para tomar café o quiosque sempre cheio e para ajudar, o sistema não estava funcionando... Com esse cenário o rapaz da segurança do graal, entrou no quiosque e vendo a situação começou a lavar as xícaras, inclusive foi ele que me serviu o café.
Depois fui pagar a conta, e la estava uma fila enorme, lógico que a culpa é do tal sistema, e adivinhem... o cara da segurança lá de novo, abriu um caixa e começou a atender as pessoas...
Pense nisso, não era a atividade principal dele, porem será que se eu ou você fossemos dono do restaurante, mandaríamos embora uma pessoa polivalente dessas ? eu não! Inclusive fui elogiar ao gerente o esforço do funcionario.


Não fique acomodado, dizendo que não é sua responsabilidade ou que a culpa não é sua,
Faça o mesmo, surpreenda seus superiores, pares, funcionários etc...sua esposa/esposo, leve flores hoje, mesmo aquelas compradas no semáforo estão valendo ...



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Esse texto abaixo circulou muito na internet a uns anos atras, realmente uma estoria muito legal e interessante, porem acho que para gravarmos os seus fundamentos, devemos ter um pouco mais do que só a estória.


Para quem leu os ensinamentos de Stephen Covey - Autor do Livro "os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes" e o "8º Hábito" - temos exatamente o complemento didático dessa estória.

O Autor nos alerta, ensinando que podemos ter domínio em nossas ações, mas principalmente no livro "8º habito" ele fecha o contexto da estória abaixo, ou seja, VOCÊ é quem descide como reagir, VOCÊ tem o dom de escolher como irá enfrentar determinada situação.


A Frase primordial do livro é "entre o tempo em que vc recebe a ação e reage a ela, exite um espaço, exatamente onde tomamos a descisão de como reagir, a manutenção desse espaço é você quem faz, podendo aumentar (refletindo sobre a situação) ou diminuir e reagir sem muito pensar".


Esse temoa é bastante abordado na sociedade, porem não damos muita importancia, por exemplo, no filme Matrix o tema básico da trama esta na escolha em que o personagem principal tem que fazer para determinadas situações.


Agora leia a estória e pense nisso, você deve a cada manhã levantar e escolher como irá reagir as coisas que o mundo te oferece.


José era o tipo do cara que você gostaria de conhecer.
Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
* Se melhorar estraga.


Ele era um gerente especial pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes.Ele era um motivador nato. Se um colaborador estava tendo um dia ruim, José estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:* Você não pode ser uma pessoa tão positiva todo o tempo.* Como você faz isso? Ele me respondeu:* A cada manhã ao acordar digo para mim mesmo, José, você tem duas escolhas hoje. Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo de ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo.Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.* Certo, mas não é fácil, argumentei.* É fácil, disse-me José. A vida é feita de escolhas.* Quando você examina a fundo, toda a situação sempre há uma escolha.* Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver a sua vida.Eu pensei sobre o que José disse, e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.Anos mais tarde soube que José cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã, foi rendido por assaltantes.Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda comfragmentos de balas alojadas em seu corpo. Encontrei José mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, respondeu:* Se melhorar estraga.Contou-me o que havia acontecido perguntando:* Quer ver minhas cicatrizes? Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.* A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas:


poderia viver ou morrer.

Escolhi viver.

* Você não estava com medo? perguntei.* Os paramédicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: "esse ai já era". Decidi então que tinha que fazer algo. * O que fez?, perguntei.Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: "sim". Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei: Sou alérgico a balas!!!"Entre as risadas lhes disse: "Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como morto."José sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças à sua atitude.Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente.


Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO".

Eu sou fã do Professor marins e acredito que a republicação desse post vai mostrar o motivo:


Luiz Marins

Muitas pessoas têm curiosidade de saber o episódio da caçada do EMU que fiz com os aborígines australianos da ilha de Bathurst em 1972, quando estudava antropologia na Austrália.
Este episódio, como sempre disse, ensinou-me o valor do foco. Desde então tenho visto que pessoas e empresas que têm foco, têm sucesso.

Aqui vai a narração do episódio:
Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores. Nessa dança eles acreditam "caçar de fato" o animal.
Após a "caçada" (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas ou nas árvores) e vão dormir.
No dia seguinte, se levantam e vão "apanhar o animal", com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente "caçado" durante a dança na noite anterior.

Um certo dia os aborígines me convidaram para a dança do Emu (Emu é uma avestruz, uma ema que existe naquela parte do mundo) pois iríamos caçar no dia seguinte. Fizemos a dança como descrevi acima.

No dia seguinte deram-me a incumbência de achar as pegadas de emu. Ensinaram-me como eram as pegadas. Ao achar alguma pegada de emu, eu deveria chamar os caçadores. Os aborígines são exímios examinadores de pegadas. Pela análise eles sabem exatamente onde está o animal para apanhá-lo.

Eu ia à frente do grupo. De repente encontrei umas pegadas. Eram na verdade de canguru. Chamei a todos. Eles vieram, viram que as pegadas não eram de emu e sim de canguru e disseram: Essas pegadas são de canguru. Eu disse: mas canguru não é mais gostoso que emu? Eles responderam: Sim, é.

Mas nós hoje estamos caçando EMU e não canguru. E se espalhavam novamente.

Mais um pouco e encontrava outras pegadas. Sabia que não eram de emu, mas mesmo assim chamei os caçadores. Eles disseram: Essas pegadas são de wallabies (um pequeno canguru).
Eu disse: mas wallabies não são mais gostosos que emu e até mais gostosos que canguru? Sim, responderam eles, mas hoje estamos caçando emu e não wallabies ou cangurus. Outro dia voltaremos para caçar outro animal.

Hoje estamos caçando emu!

Na quarta vez que parei a caçada e as pegadas não eram de emu, eles me disseram:
- Nós estamos caçando EMU. Fizemos a dança do EMU, trouxemos os bumerangues de EMU, as lanças de EMU.
Se você parar a caçada cada vez que encontrar qualquer pegada, nós não vamos caçar nem emu, nem canguru, nem wallabies.
Outro dia nós voltaremos para caçar cangurus ou wallabies.

Hoje estamos caçando EMU.

Foi então que eu aprendi a razão de todo primitivo ir caçar e voltar com a caça rapidamente. Eles sabem exatamente o que estão caçando e não se desviam do foco.

Na empresa e no nosso dia-a-dia é a mesma coisa: um objetivo e metas claros e definidos, e muito foco nesses objetivos e metas; se tivermos os instrumentos certos para atingí-los (ou armas adequadas); pessoas certas com as habilidades necessárias, treinadas; dedicação e entusiasmo; com certeza, atingiremos nossos objetivos, por mais audaciosos que pareçam ser.

Assim, o foco, é, sem dúvida, um dos principais fatores de sucesso de pessoas e empresas.

Pense nisso.
Tenha Foco. Sucesso!


Em 11 de janeiro de 49 a.C., o general e estadista romano Caio Júlio César tomou uma decisão crucial: atravessar o rio Rubicão com seu exército, transgredindo a lei do Senado que determinava o licenciamento das tropas toda vez que o general de Roma entrasse na Itália pelo norte. Este ato foi uma declaração de guerra civil contra Pompéia, que detinha poder sobre Roma. Com as palavras alea jacta est (a sorte está lançada), César resolveu voltar com suas legiões à cidade. Uma vez atravessado o Rubicão e já em terras romanas, ele sabia que não tinha volta. Ou ele e seus soldados tomavam a cidade, ou Pompéia os destruiria.

A decisão de César mudou o rumo da história. Antes que ele atravessasse o rio, a tomada de Roma era apenas uma idéia, um desejo que ele poderia concretizar.

Decorre, deste fato histórico, que atravessar o Rubicão é “pensar grande”, ultrapassar fronteiras, defrontar-se com um caminho sempre difícil e desconfortável. César, apesar disso, atravessou o Rubicão.

Para ter êxito na vida, você tem de ser vulnerável. É preciso arriscar-se em território desconhecido sem resultados prometidos ou calculados. É preciso ultrapassar os limites da zona de segurança e confiar que Deus vai cuidar de você, mesmo que você não saiba como. A verdadeira aventura da vida está em ir além da segurança aparente do já conhecido, impelidos pela constatação de que não são as nossas defesas pessoais que garantem nossa segurança, mas um poder que vai muito além da nossa débil encenação de autoproteção.

(...)

Um sonho que não inclua risco não merece ser chamado de sonho. Aquele que não arrisca fará poucas coisas ruins, mas fará pouquíssimas coisas. Se jamais corrermos riscos, jamais realizaremos coisas grandes. (...)
“Se você quiser que sua vida sempre melhore, terá de assumir riscos. Não existe nenhum jeito de crescer sem arriscar nada. Recuse-se a se unir à multidão cautelosa que joga para não perder. Jogue para ganhar”.

Alea jacta est. O sucesso favorece a ousadia. O mundo é um livro do qual os que não assumem riscos lêem apenas uma página. Vamos, atravesse o seu Rubicão.



Certas autoridades declaram que algumas pessoas atualmente se tornam doentes muita vez para encontrar na terra dos sonhos da insanidade a consideração que lhes fora negada no áspero mundo das realidades. Existem mais pacientes sofrendo das faculdades mentais nos hospitais dos Estados Unidos que de todas as outras doenças conjuntamente.


Qual a causa da insanidade?
Ninguém pode, por certo, responder.


Formulei recentemente esta pergunta ao médico-chefe de um dos nossos mais importantes hospitais para loucos. Este doutor, que recebera as mais altas honrarias e os mais ambicionados títulos pelo valor dos seus conhecimentos no campo da psiquiatria, confessou-me, com toda a franqueza, que ele mesmo não sabia porque as pessoas se tornavam insanas. Decerto ninguém sabe. Mas disse que muita gente se torna assim porque encontra na insanidade a satisfação da consideração que sempre almejou e que não teve facilidade de encontrar no mundo real. Contou-me, então, o seguinte caso:


"Tenho agora uma cliente cujo casamento foi uma verdadeira tragédia. Ela queria amor, satisfação sexual, filhos e prestígio social; mas a vida trouxe-lhe o aniquilamento de todas as esperanças. Seu marido não a amava. Recusava-se mesmo a fazer as refeições com ela, obrigando-a a servir os alimentos no próprio quarto. Ela não teve filhos, nem destaque social. Tornou-se louca; e, em sua imaginação, divorciou-se do marido e retomou seu nome de solteira. Acredita agora que se consorciou na alta aristocracia britânica e faz questão de ser chamada de Lady Smith. No tocante aos filhos imagina que tem um novo bebê cada noite. Sempre que chego para visitá-la, diz-me: `Doutor, tive um filhinho a noite passada`.


Uma vez desfeita a vida, todos os barcos dos sonhos se esbatem nas rochas ásperas da realidade; mas, nas encantadoras fantásticas ilhas da loucura, todas as suas galeras correm para porto, velas enfunadas e o vento assobiando em torno dos mastros. Trágico? Oh, não sei. Seu médico me disse: "Se eu pudesse com minhas mãos restituir sua sanidade mental, não o faria. Ela é muito mais feliz assim como está".

Quando, há poucos anos atrás, se realizou um estudo sobre esposas que abandonavam os maridos, qual foi a conclusão a que se chegou? "Falta de reconhecimento". E posso até mesmo
testar que um estudo sobre os maridos que abandonam as esposas levaria à mesma conclusão. Em geral nos acostumamos tanto com a presença de nossas esposas, que nunca nos lembramos
de dizer-lhes o quanto as estimamos.


Um membro de uma de nossas classes relatou-nos a respeito de um pedido feito por sua esposa. Ela e um grupo de companheiras da igreja estavam seguindo um programa de auto- aperfeiçoamento. A mulher solicitou ao marido que a ajudasse elaborando uma relação com as seis coisas que, segundo ele, ela poderia fazer para se tornar uma esposa mais eficiente. Ele
relatou à classe: "Esse pedido me deixou surpreso. Francamente, não me teria sido difícil relacionar seis coisas nas quais gostaria que ela mudasse - e ela, por sua vez, poderia ter
relacionado milhares de coisas em que eu poderia mudar -,mas não o fiz.
Em vez disso, disse-lhe: `Vou pensar nisso e amanhã pela manhã dou uma resposta'.
"Na manhã seguinte, levantei-me muito cedo, liguei para uma floricultura e pedi que entregassem seis rosas vermelhas à minha esposa, acompanhadas de um cartão com os dizeres:
`Não consigo me lembrar de seis coisas em que você poderia mudar. Eu a amo do jeitinho que você é'. "Quando cheguei em casa naquela noite, adivinhem quem me recebeu à porta? Exatamente. Minha esposa! Estava quase chorando. Nem preciso dizer, fiquei extremamente contente por não té-la criticado como me pedira. "No domingo seguinte, na igreja, após minha esposa apresentar os resultados de sua missão, muitas das mulheres com quem ela estudava procuraram-me e - disseram: `Foi o gesto mais cortês que vi em toda a minha vida'. A partir de então compreendi que poder tem a apreciação."
Na semana passada eu escutei no radio a seguinte materia:
“A internet, com apenas 50 anos de criação, ultrapassa os jornais impressos e o Rádio como mídia de informação, ficando em 2º lugar, só perdendo para a TV.”

Esse fim de semana eu passei a tarde na casa de um amigo, ele ainda não tem TV a cabo e portanto os canais tradicionais imperavam na programação.
Eu fiquei assustado, pois a +/- 10 anos eu assino a Tv e não assisto Globo desde então. Porém a coisa não mudou em nada e ao perceber a forma em que o telespectador é tratado, eu só posso chegar a conclusão de que a TV nacional tem como principal atividade deixar o povo + ignorante.!!
Nos idos anos 80, quando vinculada a novela “Que Rei sou Eu”, observamos a mão invisível da mídia manipulando resultados eleitoreiros e o conceito continua atual ou seja, quanto mais ignorante o povo, melhor para o poder de governar e assim caminha a humanidade.
Exemplos atuais são os finais de novela das 8 e o Big Brother. Este ultimo é o que chama mais a atenção, pois seu contexto foi distorcido ou melhor nem apresentado aos ignorantes, porem depois de ler o texto faz todo o sentido na criação, para conhecimento geral, veja o texto que li no blog: (http://quefase.blogspot.com/)

...“A idéia do "Grande Irmão" foi cunhada por George Orwell (um pseudônimo do escritor Eric Arthur Blair) no livro Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (titulo original: Nineteen Eigthy-Four). O livro foi escrito em 1948, no período pós-guerra e basicamente descreve a visão do autor de como seria a vida em 1984 num mundo (ou pelo menos parte dele) dominado por uma espécie de governo único. Sinceramente eu recomendo a leitura.Eh engraçado ver como o sentido real da coisa fica distorcido. A idéia do termo "big brother" estah relacionado com a forma em que o estado monitora, vigia e até certo ponto controla a população. Assim, as pessoas na tal casa não são "brothers" e nem "sisters". O Big Brother é aquele que estah do lado de fora e que tem poder de decidir o futuro daqueles personagens.” ...

Esse conceito de Estado que monitora, pode ser observado melhor ainda quando analisamos as mídias, quase toda concessão é ligada ao governo ou terá que atender ao seu “pedido” futuro.
A internet tem o papel de mudar isso e de tornar a informação mais independente, de criar mecanismos de debates de opinião sem interferência, etc.., porem hoje vivemos uma indigestão de informação, ela chega sem filtro, sem prazo de validade e sem “autoria”, ainda sem cumprir seu papel, informamos demais e o de menos.

Acho que teremos que conviver com o “Grande Irmão” durante muito tempo, espero apenas manifestar nesse texto a preocupação de que temos obrigação de combater esse tipo de comportamento na rede mundial e batalhar para informar menos, porem melhor.
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Essas últimas semanas os noticiários tem bombardeado a todos com esses textos de crise, crise isso, crise aquilo, a carne subiu, a bolsa caiu, o desemprego subiu, a pipa do vovô desceu, enfim uma avalanche de más noticias.
O colunista Carlos Heitor Coni deu uma noticia interessante, na busca pela internet, a palavra mais pronunciada na semana passada foi exatamente...crise!
Eu entendo que estamos passando por momentos difíceis, que temos que ter atenção, que devemos ser mais produtivos, que devemos fazer contas antes de trocar de carro, trocar a geladeira ou mesmo comprar o material das crianças para o ano letivo que vai começar, porem essa atenção e cuidado já deveria fazer parte da nossa vida, do nosso dia a dia e não porque estamos em crise.
Parece a historia do copo de água, “um copo pela metade pode ser analisado da forma pessimista que esta meio “vazio”ou da forma otimista que o copo esta meio “Cheio”.
A crise esta sendo analisada de forma pessimista e quase ninguém divulga a parte otimista, então vamos La:
Estamos falando de forma pessimista que o País deve crescer 3% no ano, poxa estamos afirmando que o ano será 3% melhor do que o ano passado, isso é ruim ?
O País ao crescer 3% , terá condição de preparar a infra-estrutura para garantir a continuidade desse crescimento, será que tínhamos condições para crescer 6% ou 7% ? Temos estradas preparadas, temos energia suficiente, temos meios de escoar produção com eficiência?
Ou seja, o crescer 3% pode ser uma dádiva dos céus nos preparando para poder criar mecanismos e escapes para no futuro crescer os 6, 7, ou 10%.
O fator de crescer 3% mostra que vamos melhorar, como podemos apregoar que estamos em crise? Estamos crescendo, vamos fazer o possível para continuar crescendo e não vamos parar!
Acho que os noticiários fazem exatamente o contrario, ao divulgar o pessimismo com fervor, atraem os sentimentos negativos, deixam a população em “pânico”, paralisam a economia e com isso, chegaremos ao final do ano sem o “poucos” 3% e talvez sim, com um país em crise, coisa que ainda não estamos.
Faça a sua parte, reflita e apregoe que estamos preparando o País para crescer 3%, que será um ano maravilhoso e faça a sua parte para que realmente seja !!
Antes de combater a Crise, combata o sentimento pessimista de poder entrar em crise, lembremos que é mais difícil eliminar um fantasma do que eliminar o problema real.
De que forma você esta vendo o copo? Meio cheio ou meio vazio ?

O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade. ( Sir. Winston Churchill)


Essa "estória" nos ensina que devemos tomar cuidado com o nosso aprendizado, as vezes nos esforçamos tanto em aprender a matar dragões e não iremos utilizar essa tecnica em nada.
Alem de apreder, aprenda a aprender o que te trará edificação.
Separar o joio do trigo é uma ardua tarefa que fazemos a cada momento, a cada conversa, a cada leitura.

Todos os verões vou pescar no Maine. Pessoalmente sou um apaixonado pelos morangos com creme, mas sei que, por uma estranha razão, os peixes gostam mais de minhocas. Por isso,quando vou pescar, não penso sobre o que mais me agrada. Penso sobre a predileção dos peixes. Meu primeiro cuidado é não iscar o anzol com morangos com creme. Penduro sempre uma minhoca ou um gafanhotinho no anzol e passo-o em frente dos peixes, perguntando-lhes: "Vocês não gostariam de provar tal comida?"

Por que não usar o mesmo senso prático ao tratar com pessoas?
Por que falar sobre o que nós queremos? Isto é criancice. Absurdo. Naturalmente você está interessado no que quer. Está eternamente interessado em tal coisa. Mas apenas você. Ninguém mais. 0 resto dos homens não é diferente. Estamos todos interessados no que nós queremos. Assim, o único meio existente na terra para influenciar uma pessoa é falar sobre o que ela quer e mostrar-lhe como realizar o seu intento.

"Se há algum segredo de sucesso, consiste ele na habilidade de apreender o ponto de vista da outra pessoa e ver as coisas tão bem pelo ângulo dela como pelo seu".

Henry Ford

Barbara Anderson, que trabalhou num banco de Nova York, estava disposta a mudar para Phoenix, Arizona, devido à

saúde do filho. Empregando os princípios que havia aprendido em nosso curso, escreveu a seguinte carta e a enviou a doze

bancos de Phoenix.

Prezado Senhor:

Meus dez anos de experiência bancária seriam de interesse a um banco que cresce tão depressa quanto o do senhor.

Tendo trabalhado em várias funções no Bankers Trust Company, de Nova York, o que me propiciou alcançar meu atual

cargo de gerente de agência, adquiri muita experiência e habilidade em todas as fases bancárias, incluindo relações com depositantes, créditos, empréstimos e administração.

Estarei de mudança para Phoenix no próximo mês de maio tenho certeza de que poderei contribuir para o seu crescimento e

rendimento. Estarei em Phoenix no dia 3 de abril e gostaria de ter a oportunidade de mostrar ao senhor de que modo poderei

colaborar com os objetivos de seu banco.

Atenciosamente,

Barbara L. Anderson

0 leitor acha que a sra. Anderson recebeu alguma resposta a essa carta? Pois onze dos doze bancos convocaram-na para

uma entrevista e ela ainda pôde escolher que oferta aceitar. Mas por quê? A Sra. Anderson não mencionou o que ela queria,

mas escreveu de que modo poderia ser útil, enfocando não as necessidades dela, mas as deles.


Milhares de vendedores estão enchendo as ruas hoje, fatigados, desanimados e mal pagos. Por quê? Exclusivamente porque estão sempre pensando apenas no que eles querem. Não compreendem que nem você nem eu queremos comprar coisa alguma. Se o quiséssemos, sairíamos e compraríamos. Mas nós ambos estamos eternamente interessados na solução dos nossos problemas. E, se um vendedor é capaz de mostrar-nos como seus serviços ou suas mercadorias podem ajudar-nos a resolver nossos problemas, não necessita vender-nos coisa alguma. Nós compraremos. E todo freguês gosta de sentir que está comprando nunca que lhe estão vendendo.


Por exemplo, resido em Forest Hills, uma pequena comunidade de casas particulares, no centro da grande Nova York. Um dia ia eu apressado para a estação quando me encontrei com um corretor de bens imóveis que tinha comprado e vendido propriedades naquela região por muitos anos. Conhecia bem Forest Hills e por isso, precipitadamente, lhe perguntei se o estuque de minha casa era feito com tela metálica ou com telhas ocas. Disse-me que não sabia e declarou-me o que eu já sabia: que podia ter uma informação segura procurando a Forest Hills Garden Association. Na manhã seguinte recebi uma carta sua. Trazia-me a informação pedida? Podia tê-la conseguido em 60 segundos com um telefonema. Mas não o fez. Disse-me novamente que eu podia ter a informação telefonando e aproveitou o ensejo para pedir-me que lhe desse a preferência de meu seguro.Não estava interessado em ajudar-me. Estava interessado apenas em ajudar-se.


Lembre-se:

Desperte na outra pessoa um ardente desejo. Aquele que conseguir isto, terá o mundo ao seu lado. Quem não o conseguir trilhará um caminho solitário".



Quando tratarmos com pessoas, lembremo-nos sempre de que não estamos tratando com criaturas de lógica. Estamos tratando com criaturas emotivas, criaturas suscetíveis às observações norteadas pelo orgulho e pela vaidade.
Qualquer idiota pode criticar, condenar e queixar-se – e a maioria dos idiotas faz isso.
Mas é preciso ter caráter e autocontrole para ser complacente e saber perdoar.

“Bob Hoover, famoso piloto de teste, bastante solicitado para realizar acrobacias aéreas, depois de uma dessas demonstrações em San Diego estava voltando a casa em Los Angeles. A 300 pés de altura, como descreveu a revista especializada Flight Operations, ambos os motores da aeronave repentinamente pararam. Através de uma hábil manobra, ele conseguiu aterrissar e, embora ninguém se tenha ferido, o avião ficou bastante danificado.
Após proceder à aterrissagem de emergência, a primeira providência de Hoover foi examinar o tanque do avião. Tal como suspeitara, o aparelho da Segunda Grande Guerra Mundial tinha sido abastecido com combustível de jato, não com gasolina.
Voltando ao aeroporto, pediu para ver o mecânico que tinha abastecido o avião. 0 rapaz se mostrou profundamente abalado com o erro que havia cometido. Quando Hoover aproximou-se dele, lágrimas escorriam-lhe pelas faces. Acabara de causar a perda de um avião extremamente dispendioso e por pouco não causou a perda de três vidas.
Era de se imaginar a fúria de Hoover, as palavras cruéis que esse piloto meticuloso e orgulhoso de si desfecharia contra o rapaz. Mas Hoover não repreendeu o mecânico; ao contrário,
abraçou-o e disse: "Para lhe provar que tenho certeza de que jamais voltará a fazer o que fez, quero que você amanhã abasteça o meu F-51 ".

"Um grande homem demonstra sua grandeza", na opinião de Carlyle, "pelo modo como trata os pequenos."

Não critique, não condene, não se queixe.
Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o rei Dom José perguntou ao General Pedro D’Almeida, Marquês de Alorna, o que se havia de fazer. Ele respondeu ao rei: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”.
Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.
Muitas vezes temos em nossa vida empresarial e mesmo pessoal, “terremotos” avassaladores como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que muitas vezes perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, objetiva. Esses “terremotos” podem ser de toda ordem: um lote de produtos com defeito que saiu de nossa indústria para o mercado sem que tenhamos detectado a tempo; produtos contaminados que causaram problemas; erros incorrigíveis cometidos por nossos funcionários em relação ao nosso melhor cliente, etc, etc. Todos nós estamos sujeitos a “terremotos” na vida. Quem está competindo no mercado sabe que há “falhas geológicas” indetectáveis sob nossos pés e que podem gerar um “tremor” a qualquer instante sem que estejamos preparados. O que fazer?
Exatamente o disse o Marquês de Alorna: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”. E o que isso quer dizer para a nossa vida empresarial e pessoal? Que lições podemos tirar desse conselho a D. José?
Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso “sepultar” o passado. Colocar o passado debaixo da terra. Isso significa “esquecer” o passado. Pouco ou nada resolve abrirmos uma “sindicância” para descobrir os culpados pelo terremoto. Também não adianta ficarmos discutindo como teria sido se o terremoto não tivesse ocorrido. Ou ainda se Lisboa estivesse situada fora da falha geológica que gerou o terremoto. Enterrar os mortos. E a verdade é que muitas empresas e pessoas têm enorme dificuldade em “enterrar os mortos”. Ficam anos e anos em atitude de um eterno velório. Passado o terremoto, lembre-se, a primeira coisa a ser feita é “enterrar os mortos”.
Cuidar dos vivos significa que depois de enterrar o passado, temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto. Dar foco ao presente só será possível se enterrarmos os mortos, esquecermos o passado. Cuidar dos vivos significa reunir pessoas e bens que sobreviveram ao terremoto e rearranjá-los de forma a servirem para a reconstrução, para o novo. Muitas empresas e pessoas não conseguem dar foco ao presente para “cuidar dos vivos”. Vivem o tempo todo na ilusão do que poderia não ter ocorrido. Não conseguem se desligar. Não têm energia para “cuidar dos vivos”
Fechar os portos significa não deixar as “portas” abertas para que novos problemas possam surgir ou “vir de fora” enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou do terremoto de nossa empresa ou de nossa vida. Significa não permitir que novos problemas nos desviem do “cuidar dos vivos”.
Fechar os portos também é necessário porque quando você está passando por um “terremoto”, seus adversários e inimigos sabem de sua fragilidade e possível desesperança. E aí quererão aproveitar-se de sua fraqueza. Se você deixar seus “portos” abertos poderá ter que lutar contra os invasores, vampiros e abutres que virão espreitar a sua desgraça. Feche os portos!
Os conselhos do Marquês de Alorna a D. José são de uma sabedoria indiscutível. Serviram para a reconstrução de Lisboa em 1755 e servem para nossas empresas e nossas vidas pessoas neste século XXI.
É assim que a história nos ensina. Por isso a história é “a mestra da vida”. Portanto, quando você ou sua empresa enfrentarem um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos!

Pense nisso. Sucesso!

Texto adaptado - escrito por prof. Marins
http://www.anthropos.com.br/
Outra "fabula" que nos da esperança de praticar o bem, não interessa a quem.
Se temos a oportunidade de praticar as boas ações, não deixe passar, não olhe onde esta, quem é ou o porque.
Simplesmente seja você!!






As estrelas ainda estão lá

“A esperança consegue ver o céu através das mais densas nuvens.”
(Thomas Brooks, Clérigo inglês – 1608*1680)



Conta-se a história de dois viajantes que, em seus camelos, atravessavam as escaldantes areias de um deserto. Lentamente, avançavam pela árida extensão, seguindo as pegadas de uma caravana que os antecedera. De repente, violenta tempestade de areia começou a varrer a inóspita amplidão. O furioso e inclemente vendaval, quente e sufocante, soprava incontido, revolvendo em um turbilhão frenético a gigantesca massa de areia, a ponto dos desolados viajantes mal poderem avistar os camelos a seu lado.

Por fim, cessou a ventania e tudo voltou à calma outra vez. Ao contemplarem agora o cenário, o panorama havia mudado completamente. Cada monte de areia havia mudado de forma e de lugar. Todo arbusto que antes se via, agora estava desaparecido embaixo da desolada extensão de
areia. As poucas e tênues pegadas pelas quais eles se orientavam, tinham desaparecido totalmente. Um deles, após procurar, em vão, qualquer indício ou sinal que os ajudasse na tomada do rumo, deixou cair os braços em gesto de completo desânimo e, angustiado, falou:
– Estamos perdidos, estamos completamente perdidos.

O outro nada tinha a dizer. Naquela noite, entretanto, depois que o sol se pôs para além do horizonte ocidental, levantou os olhos para o céu estrelado e disse esperançoso:
– Não, não estamos perdidos. As estrelas ainda estão lá.

É... assim se dá conosco. O cenário de nossas vidas transmuta com tanta rapidez que pode deixar-nos perplexos. Aqueles em quem mais confiamos nos podem desencantar. Podemos ceder ao desespero, nos acharmos perdidos, além de toda esperança. Mas ao volvermos os olhos para o céu, para o Criador, ao invés de nos perdermos na enganosa contemplação das cercanias que nos envolvem, podemos perceber que as estrelas continuam lá.

E, então, compreendemos que se o Criador pode semear milhões de estrelas nas amplidões, se pode manter o universo em perfeita ordem, com precisão absoluta, então podemos ficar bem certos de que não será de outra forma que Deus considera as nossas vidas.

Nosso retorno nunca é ao mesmo lugar onde começamos, mas sempre a um lugar mais alto. Ficamos mais sábios e mais ricos. Independentes daquilo que nos atinge.
Não importa a preocupação, a frustração ou o pesar que você levou para a cama ontem à noite... O dia de hoje traz consigo a esperança de uma mudança radical.

Lembre-se, as estrelas continuam lá...



Essa pequena "fabula" nos ensina como estamos acomodados em determinadas situações, casamento, emprego, etc...E não damos conta que as coisas ao nosso redor estão "esquentando" e vamos "levando".
Cuidado, estabeleça momentos de reflexão de analise de como estão indo as coisas, para não ficar esperando passar a sensação de mal estar, ataque sempre.
Seja o primeiro a perceber a mudança e para onde devemos ir, não espere sentado, seja pro ativo, partindo de você a iniciativa, a tendencia é sempre ganhadora.




Nunca subestime o poder de um único sonho.

Ninguém pode negar o modo como um sonho mudou para sempre o cenário dos Estados Unidos. Esse sonho chegou à notoriedade nas escadarias do "Memorial a Lincoln", em 28 de agosto de 1963. Sob um sol do meio-dia, o homem que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, Martin Luther King Jr., falou a milhares de pessoas. Sua paixão soava em alto e bom som para os ouvintes sedentos que, em pé, ocupavam toda a área desse monumento nacional:

Digo a vocês hoje, meus amigos, que a despeito das dificuldades e frustrações do momento, eu ainda tenho um sonho.... Tenho um sonho de que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de seu credo:
Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens foram criados iguais ...
Tenho um sonho de que meus quatro filhos, um dia, vivam em uma nação onde não sejam julgados pela cor de sua pele, mas pela essência de seu caráter. Tenho um sonho hoje!

Esse sonho se fez ouvir por todos os Estados Unidos. Logo 100 mil pessoas fizeram uma marcha em Selma, Alabama. Outras fizeram piquetes em Birmingham. Os que se opunham ao sonho queimaram as casas dos que faziam o piquete e destruíram seus carros, mas sua esperança - sustentada pelo sublime sonho de um homem - permaneceu firme.
Uma nação inteira estremeceu sob o poder do sonho de um homem!

Você já conheceu alguma pessoa que não tinha a menor idéia do que queria na vida e, ainda assim, tenha sido bem-sucedida? Eu nunca vi. Todos nós precisamos de alguma coisa pela qual valha a pena lutar. O sonho nos dá isso.

(...)

Quando temos um sonho, deixamos de ser expectadores sentados na poltrona à espera de que tudo acabe bem. (...) Nosso sonho, quando perseguido, é o melhor prognóstico de nosso futuro - o que não quer dizer que temos algum tipo de garantia, mas realmente aumenta em muito nossas chances de sermos bemsucedidos.

Ouse sonhar e trabalhar seu sonho. Faça isso a despeito de problemas, circunstâncias e obstáculos.

(...)

Se você ainda não descobriu qual é seu sonho, provavelmente está percebendo o quanto está perdendo. O sonho vai lhe dar uma razão para prosseguir, um caminho a seguir e um alvo a alcançar.

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Esse texto mostra bem como devemos nos portar junto a outras pessoas, eu acredito nisso principalmente quando discutimos coisas como religião, ao abordar temas tão complexos e de critrios tão pessoais, temos que tomar muito cuidado para, ao expor nosso ponto de vista, não ofender o outro.

Lógico que sou a favor das discussões e debastes sobre a crença e sobre a doutrina da graça de Deus, porém o que vejo é a falta de atenção na obordagem do tema; e isso tem levado as pessoas a "fecharem" seus ouvidos ao discurso desses que no intuito de envangelizar, acabam tornando sua santidade uma ofensa.

Preste atenção nesta história:Os japoneses cultivam uma delicada e pequena árvore, tão pequena que sua altura não passa de uns poucos centímetros. Eles a chamam de Bonsai.
Na Califórnia encontramos um bosque de árvores gigantes chamadas secóias. Uma dessas gigantes foi batizada de general Sherman. Esta magnífica árvore, que atinge a surpreendente altura de 82 metros e sua circunferência é de 23,7 metros, é tão grande que seria possível produzir madeira suficiente para construir 35 casas de cinco dependências.
Houve um tempo em que o bonsai e o general Sherman mediam o mesmo. Quando eram sementes, cada uma pesava menos de 0,01 grama. Ao chegar à maturidade, a diferença em tamanho era considerável; e esta diferença nos ensina algo.
Quando a ponta da árvore Bonsai rompeu a camada de terra, os japoneses a desenterraram e amarraram sua raiz principal e algumas das raízes de alimentação, o que conseqüentemente impediu seu crescimento. O resultado é uma miniatura, muito bonita é verdade, mas ainda assim, uma miniatura.
A semente do general Sherman caiu em uma terra rica da Califórnia e se alimentou de minerais, da chuva e da luz do sol. O resultado foi uma árvore gigantesca.
Tanto o Bonsai quanto o general Sherman não puderam escolher seus destinos. Mas você sim. Pode ser tão grande ou tão pequeno como desejar ser. Pode ser um Bonsai ou general Sherman.
Você escolhe.
Esse texto é muito bom, vale a pena ler e refletir com
os acontecimentos em nossas vidas:
para visualizar melhor o texto, click na imagem.


Na década de 1970, Lee Iaccocca era o presidente da Ford Motor Company com uma atuação dinâmica e vitoriosa. Ele tinha criado o Mustang, um carro que vendeu mais unidades no seu primeiro ano de existência do que qualquer outro carro na história do automóvel. Ele tinha levado a Ford a obter lucros em torno de 1 bilhão e 800 milhões de dólares por dois anos seguidos. Ganhava cerca de 970.000 dólares por ano e era tratado regiamente. Mas vivia à sombra de Henry Ford II, um homem que Iaccocca descreve como caprichoso e despeitado. Em 13 de Julho de 1978 Henry Ford o despediu.

Menos de quatro meses depois, Iaccocca tornava-se presidente da Chrysler, uma companhia que havia anunciado uma perda de 160 milhões de dólares em três trimestres seguidos, o pior déficit que ela já tivera. Iaccocca achou que a Chrysler não era bem administrada – seus trinta e um vice-presidentes estavam trabalhando sozinhos, em vez de trabalharem em conjunto. A escassez de petróleo de 1979 agravou os problemas da Chrysler, visto que o preço da gasolina dobrou e as vendas de carros grandes caíram rapidamente.
Em 1980, a Chrysler perdeu 1 bilhão e 700 milhões de dólares, a maior perda operacional de empresas dos Estados Unidos.
Mas Iaccocca estava transformando seus obstáculos em oportunidades. Primeiro, tinha sido despedido. Depois chegou a presidente de uma companhia que a maioria das pessoas pensava estar a caminho da bancarrota. Mas sem esses obstáculos, Lee Iaccocca nunca teria tido a chance de revelar-se. Ele estava decidido a não desistir. Concessões da União, agilização das operações da Chrysler, a criação de novos produtos – tudo isso contribuiu para a recuperação da companhia.

Em 1982 a Chrysler conseguiu lucros modestos. Em 1983 obteve os maiores lucros de sua história. E, em julho daquele ano, liquidou seu controvertido empréstimo avalizado pelo governo – sete anos antes de seu vencimento. A Chrysler introduziu novos modelos que entusiasmaram o público americano: o econômico carro-K, conversíveis, e o mini-furgão. As ações da companhia subiram de dois para trinta e seis dólares. Seus acionistas ganharam dinheiro, bem como renovaram a confiança na empresa. O desafiante slogan tornou-se conhecido na nação inteira: "Se você conseguir achar um carro melhor, compre-o!"
Lee Iaccocca chegou a ser um dos mais respeitados líderes empresariais da América, e quando sua autobiografia foi publicada em 1984, quebrou todos os recordes de vendas de livros.
Essas oportunidades não teriam chegado a Lee Iaccocca se ele não tivesse tido os obstáculos que teve: ser despedido da Ford e enfrentar uma situação de quase bancarrota na Chrysler. Nesses obstáculos, ele encontrou suas maiores oportunidades.
Todo revés traz dentro de si a semente de um avanço equivalente.

Cabe a nós apenas procurá-lo
Abraham Lincoln nasceu em 1809, no estado de Kentucky. Seu pai era um trabalhador itinerante, iletrado; sua mãe uma mulher frágil e doente - morreu quando ele tinha nove. Não teve virtualmente qualquer educação formal.
Sua primeira tentativa de uma carreira foi em 1831 e fracassou por completo. Um ano mais tarde, candidatou-se a ocupar o cargo de legislador do estado, mas não teve sucesso. A partir daí, além de sucessivos momentos de humilhação e frustrações pessoais, foram cerca de vinte anos de derrotas e fracassos na tentativa de um cargo na vida política.
(...)
Porém, finalmente, em 1860, Abraham Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos e, logo depois, enfrentou a guerra mais devastadora que o país já teve de enfrentar. Sua perseverança recompensou-o com sucesso político sem precedentes, e foi reeleito para um segundo mandato. Infelizmente, apenas cinco dias depois de o general Lee ter-se rendido, a 14 de abril de 1865, Lincoln foi assassinado. Ele morreu antes de fazer sessenta anos.
Sem conhecer nenhum desses detalhes, a tendência é pensar: “Puxa, ele deve ter tido uma formação majestosa”. Examinando a escura caverna do seu passado, compreendemos que era repleta de fracassos e tragédias, tristeza e sofrimento.
O aço da grandeza é forjado no fogo. Isso se aplica a todos nós.
Nunca se esqueça disso, especialmente quando você estiver em meio ao fogo e convencido de que nada de valor sairá dessa experiência.

“A vida é uma folha de papel em branco, onde cada um de nós tem de escrever suas palavras, sejam uma ou duas... e depois cessar. Então escreva algo de grandioso, mesmo que tenha tempo apenas para uma linha. Que ela seja sublime.
Não é crime errar. O crime é mirar baixo!”.
(James Russel Lowell)

Erros acontecem. Você e eu os cometemos no passado e, infelizmente, iremos cometê-los outra vez no futuro. Se você nunca cometeu erros no seu trabalho, ou não está trabalhando há muito tempo, ou então não está fazendo muita coisa.

(...)
Todos nós falhamos e cometemos erros. Na verdade, as pessoas bem-sucedidas sempre têm mais falhas que a média das pessoas comuns.

(...) É sempre melhor fracassar em alguma coisa, que ser excelente em não fazer nada.

(...) Certo dia, o diretor de um banco comunicou a um dos seus vice-diretores que iria aposentar-se e que o escolhera para ser seu sucessor na chefia da empresa. O jovem ficou extasiado pela honra que lhe era conferida e, ao mesmo tempo, preocupado com a responsabilidade inerente ao cargo. Assim que se refez do espanto, agradeceu:
- Obrigado, senhor!
Em seguida, num tom mais sério, disse:
- Sempre o admirei muito pela sua habilidade à frente dos negócios. Qual é o segredo do seu sucesso?
O velho diretor pôs a mão no queixo, pensou um instante e em seguida replicou:
- Saber tomar decisões acertadas.
- E como foi que o senhor aprendeu a tomar decisões acertadas? Indagou o jovem.
Com um brilho diferente no olhar, o diretor respondeu:
- Tomando algumas erradas.
(...) Ninguém aprende a tomar decisões acertadas sem antes fazer algumas erradas. Quem não assimila as lições dos erros cometidos nunca poderá obter sucesso.
(...)
Quando você cometer um erro, admita-o. Não tente encobri-lo e fingir que nunca aconteceu, ou ainda que não foi realmente um erro. E, por favor, nunca atribua a culpa a qualquer outra pessoa, especialmente alguém que trabalha para você!
(...) Deus jamais vê qualquer um de nós como um fracasso.

Ele nos vê apenas como aprendizes.


Você não sente ou não vê a força da vida escapando, até que ela não esteja mais ali. Então, é tarde demais.

(...)

O impacto mais prejudicial da autodepreciação é o seu final. Uma carranca dentro de pouco tempo substituirá seu sorriso. Então você acredita que não pode vencer porque tem maus antecedentes; porque sua família é numerosa; porque você “não conhece ninguém” ou se casou com a pessoa errada; talvez você esteja gordo demais, ou magro demais; não tem dinheiro, não tem talento, tem muitas dívidas, não está seguro de si; é muito feio, branco demais, moreno demais, sua altura é pouca, tem um nariz muito grande...? Pretextos. A lista de desculpas que as pessoas inventam poderia encher um livro. Tudo bem, algumas podem até ser verdadeiras, mas nenhuma vai trazer sucesso ou dinheiro; mas certamente entorpeceriam a luta para consegui-lo.


(...)Agora, pense: nunca lhe ocorreu que o fracasso pode ser um excelente professor? Muitas das histórias dos grandes vencedores tiveram origem em desastres pessoais. São poucas as pessoas que venceram na vida, em qualquer campo que seja, que não tiveram que enfrentar o fracasso e repúdio em algum momento de sua vida.


(...) Seriam por acaso essas pessoas inferiores só porque fracassaram alguma vez ou tinham qualquer limitação? Claro que não.Se você não se livrar da sua “sindrome de coitadinho”, de suas desculpas descabidas, complexos torpes e sentimentos de inferioridade ou de incapacidade, é claro que certamente morrerá. E morrerá de hemorragia da alma. Sem uma única gota de alegria.

Permaneça vivo enquanto você viver

Uma piada conhecida começa assim: alguns sacerdotes estavam discutindo a questão de quando começa a vida.
– A vida começa, disse o padre católico, no momento da concepção.
– Não, não padre, disse o pastor presbiteriano, a vida começa na hora do
nascimento.
Ambos então voltaram-se para o envelhecido rabino judeu.
– A vida começa, disse o rabino acariciando vagarosamente a sua barba,
quando as crianças vão embora de casa e o cachorro morre.

É muito comum ouvir dizer que a vida começa aos 40; outra coisa que se diz muito é que a vida termina quando alguém se aposenta. Então os anos de vida que se têm são muito poucos. A vida, vida mesmo, pode começar quando você quiser que comece, e pode continuar por muito, muito tempo – apesar da idade. O importante não é propriamente viver, mas sim, permanecer vivo enquanto você viver!

A escada rolante é um excelente lugar para você aprender uma ótima lição
sobre “viver ”. Você, provavelmente, já viu gente que, sabe-se lá porquê, “diverte-se” tentando subir pela escada que desce, ou querendo descer pela escada que sobe. O “divertimento”, nestes casos, consiste em correr como doido, molhar a camisa na escada que sobe, para, no final da brincadeira, continuar plantado no mesmo lugar. Na escada que desce, o fenômeno é outro: o sujeito tem de fazer das tripas coração, segurar-se como pode, viver como se estivesse à beira de um precipício para não despencar no fundo do poço da escada que desce, ou seja, para continuar plantado no mesmo lugar.

Tanto tempo, esforço, suor, para nada! “Estar ativo” não significa, necessariamente, estar “em movimento”. De que adianta movimentar-se tanto e não sair do mesmo lugar? De que adianta viver sem estar vivo?

Sempre que você ficar em dúvida sobre se está ou não andando realmente para onde quer ir, pare um momento e pergunte a você mesmo: “será que não estou insistindo em descer pela escada de subir?” Ou, ao contrário, conforme a circunstância: “será que eu não estou insistindo em subir pela escada de descer?”.

Em qualquer caso, o que interessa é descobrir se você está ou não empregando corretamente sua energia e, principalmente, se a está empregando para andar na direção em que deseja andar. Em outras palavras: “Você está sabendo usar corretamente a escada... ou é a escada que está encarregada de decidir?”.

Não se esqueça de que na hipótese de você achar que está sendo muito “esperto” ao se livrar da responsabilidade de decidir sobre sua vida, quando a escada é quem decide, o risco é muito grande: você pode estar suando a camisa e se esfalfando para acabar... plantado no mesmo lugar.

Você veio a este mundo repleto de valores. Um propósito, um objetivo, um sonho – estes são os ingredientes para permanecer vivo. Você é uma pessoa de valor; existe uma razão para a sua vida. Alimente este propósito todos os dias.

Isso irá mantê-lo vivo enquanto você viver.
Quando Deus nos criou, viu que isso era “muito bom”.
Você é a coisa mais interessante que Deus já criou. Você tem mais potencial do que qualquer outra criatura que Deus tenha feito. Para alguns, você é um cliente, um freguês, um pagador de impostos, um estudante, um pai ou uma criança. Para Deus, você é um exemplo magnífico de sua melhor criação.
(...) No jargão industrial, você pode ser definido “em estágio de desenvolvimento”. Você pode não ter atingido o seu potencial ou realizado as suas possibilidades, mas isso não diminui o seu valor. Durante toda sua vida, você terá um valor inerente como pessoa.
Na vida fazemos muitos julgamentos. Fazemos julgamentos sobre o que vestir, o que comer, aonde ir, que carreiras seguir e quem escolher para amigos, mas nenhum julgamento é tão importante como o que fazemos sobre nós mesmos.
Este único julgamento influencia tudo o que fazemos, afetando as nossas atitudes quanto à vida. Este julgamento se torna o catalisador que inicia e enriquece nossos relacionamentos.
O relacionamento que temos com nós mesmos é o mais importante que teremos.
Dale Carnegie resumiu tudo dizendo que as melhores coisas da vida vêm para aqueles que apreciam a si mesmos.
Algumas pessoas têm dificuldade em acreditar que sucesso, ou grandeza ou valor, podem acontecer nas suas vidas, ou nas vidas daquelas ao seu redor.

Isso acontece com os outros, em lugares distantes. Conta-se uma história sobre Santos Dumont, que em 1897, realizou a sua primeira ascensão num balão, em Paris. Quando a sua cidade natal, Palmira, em Minas Gerais, ficou sabendo do acontecido, o editor do jornal local não conseguia acreditar na façanha do ilustre conterrâneo. Ele disse que se alguém, um dia, conseguisse voar, não seria ninguém de Palmira.

Grandeza e sucesso emergem de pessoas que começam a aceitar a si mesmas e as habilidades que lhes foram dadas por Deus. Você não pode fazer tudo, mas Edward Everett Hale lembra que você pode fazer algo:

“Eu sou apenas um
Mas ainda sou um. Não posso fazer tudo
mas ainda posso fazer algo;
E porque não posso fazer tudo
não recusarei fazer algo
Que posso fazer”.

Você é alguém especial. Aceite isso. Celebre isso.
Esse é o início de uma vida de sucesso.
“Quem quer fazer alguma coisa encontra um meio, quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa”.

Muita gente passa metade da vida dizendo o que vai fazer, e a outra metade justificando porque nada fez. Se metade do tempo que se perde com desculpas fosse empregado para descobrir maneiras de fazer as coisas corretamente, o mundo estaria bem diferente.

Ouça (leia) essa pequena história de um sujeito americano que poderia ser considerado um fracasso no total, se não tivesse a seu favor a perspectiva do tempo, para julgar quão valiosas foram suas tentivas. Seu nome era John Perpont. Quando morreu era um fracasso consumado. Ele até que começou bem. Formou-se na universidade da qual seu pai havia sido um dos fundadores, e com entusiasmo e idealismo, optou pela carreira de professor. Logo, se revelou um fracasso como professor: era muito mole com os alunos...
Mudou de ramo : tentou ser advogado.Novo fracasso. Era generoso demais com os clientes e excessivamente escrupuloso, o que o levava a defender sempre causas quem não podia pagar.
Como terceira opção, Pierpont tentou um armazém de secos e molhados. Novo fracasso também como comerciante: não resistia aos pedidos de fiado e praticava preços muito generosos.
Entre uma profissão e outra, Pierpont escrevia poesia. Apesar de publicadas elas não rendiam direitos autorias suficientes para poder viver.
Pierpont acabou se transformando em pastor protestante, foi ordenado com estudos de teologia em Harvard, e foi dirigir uma paróquia em Boston. Pierpont tinha posições a favor da “lei seca” e contra a escravidão. Essas posicões o colocaram em confronto com membros influentes da congregação e foi obrigado a renunciar. Novo fracasso , também como pastor.
A política parecia ser a atividade ideal para um homem como ele. Foi indicado como candidato a governador de Massachusets, pelo Partido Abolicionista.Não deu outra : perdeu a eleição.
Sem desanimar candidatou-se ao senado pelo partido “Terra Livre”...E perdeu a mais uma vez a eleição.Agora Pierpont era um fracasso indiscutível.Com a guerra civil em andamento, Pierpont apresentou-se como capelão ao 22º Regimento de Voluntários do estado.Quinze dias depois pediu baixa, ao descobrir que não tinha estomago para a guerra. Aos 76 anos era um fracasso também como capelão.
Alguém lhe conseguiu um emprego humilde num departamento do Ministério da Fazenda em Washington, e o nosso herói passou os últimos dias de sua vida abrindo e fechando gavetas de arquivos. Função para a qual, aliás, não revelou grandes talentos.Morreu como um perfeito fracassado.Sobre seu túmulo em Massachusetts há uma pequena lápide.John Pierpont.Poeta, pregador, filósofo,filantropo.

Com a perpectiva do tempo, pode-se ver, hoje, que afinal de contas, Pierpont não foi um fracasso assim tão absoluto.- O homem empenhou-se por justiça social;- Lutou, o mais que pode, para transformar-se num homem digno ;
- Engajou-se nas maiores questões do seu tempo e jamais perdeu a fé no poder da vontade; nisso sim teve sucesso.
E na verdade muitas de suas tentativas que ao calor da hora pareciam fracasos retumbantes , acabaram tendo melhor sorte:
- A educação foi reformada
- Os procedimentos legais modificaram-se
- Criaram-se leis de proteção ao consumidor
- E , claro, a escravidão foi abolida e feita a reforma agrária.

A história de Pierpont nada tem de excepcional. Há inúmeros reformadores em todos os tempos que não tem busto praça pública e nem estão nos livros de história.Cada um tem suas histórias de sucesso, e também de fracassos.O importante para cada um é estar em paz com sua consciência, estar envolvido e atuando nas questões do seu tempo.
Nosso herói tem um grande sucesso que pelo menos, milhões de pessoas, ou melhor bilhões de pessoas conhecem...Numa certa tarde de inverno Pierpont rabiscou numa partitura as notas de uma canção, pensando em oferecer um presente original a sua familia.E assim fazendo ele nos deixou um presente eterno, um presente fantástico e invisível de natal que simboliza a alegria;
A música não fala de jesus e nem de Papai Noel.
John Pierpont compôs Jingle Bells.
Bom texto para épocas natalinas ...

Freqüentemente nos vemos em dificuldade para saber que presentes daremos a nossos amigos e queridos, nas ocasiões especiais. Para algumas pessoas (especialmente as que “têm tudo”) os presentes padronizados, comuns, são um tanto desprezíveis.
(...)
Tenho uma sugestão. Pode não parecer caro, nem original, mas, creia-me, funciona sempre. Trata-se de um desses presentes que têm imenso valor, sem ostentar uma etiqueta de preço. Não pode ser perdido, nem esquecido. Não há problemas com tamanhos, tampouco. Adapta-se a todas as formas, idades e personalidades. Este presente ideal é... você mesmo. Na sua busca pela excelência, não se esqueça do valor do altruísmo.
É isso mesmo: dê um pouco de você mesmo para os outros. Dê uma hora de seu tempo a alguém que precisa de você.

Teddy Stallard era excelente concorrente ao título de “esquecido”. Não se interessava pela escola. Usava roupas velhas, amarfanhadas, nunca penteava os cabelos.
(...)Quando a professora, Srta. Thompson, falava ao Teddy, ele sempre respondia com monossílabos. Era um camaradinha distante, destituído de graça, sem qualquer motivação, difícil de a gente gostar. Embora a professora dissesse que gostava a todos da classe por igual, bem lá dentro, ela não estava sendo muito verdadeira.
Sempre que ela corrigia as provas de Teddy, sentia certo prazer perverso, em rabiscar um X ao lado das respostas erradas, e ao lascar um zero no topo da folha, fazia-o com certo gosto. Ela tinha a obrigação de conhecer melhor o Teddy; os dados do menino estavam com ela. A professora sabia mais sobre ele, do que gostaria de admitir. O currículo do garoto era o seguinte:
1ª série - Teddy promete muito, quanto ao rendimento escolar e atitudes.
Situação doméstica má.
2ª série - Teddy poderia melhorar. A mãe está muito doente.
O menino recebe pouca ajuda em casa.
3ª série -Teddy é um bom aluno, mas sério demais. Aprende devagar. É lento.
A mãe morreu neste ano.
4ª série - Teddy é lento mas tem bom comportamento.
O pai é desinteressado de todo.

Chegou o dia dos professores. Meninos e meninas da classe da Srta. Thompson, lhe trouxeram presentes. Empilharam os pacotinhos na mesa da professora e rodearam-na, observando-a enquanto ia abrindo-os. Entre os presentes havia um, entregue por Teddy Stallard. Ela ficou surpresa ao ver que ele havia trazido um presente. Mas, trouxera mesmo. O presente dele estava enrolado em papel pardo e fita colante, no qual ele escrevera umas palavras simples: “Para senhorita Thompson - do Teddy.” Quando ela abriu o pacote de Teddy, caiu sobre a mesa um bracelete vistoso, feito de pedras semelhantes a cristais, metade das quais já havia desaparecido, e um frasco de perfume barato.
Os meninos e meninas começaram a sufocar risadas, exibindo sorrisos afetados, por causa dos presentes de Teddy. Contudo, Srta. Thompson pelo menos teve bom senso suficiente para silenciá-los ao pôr no pulso, imediatamente, o bracelete e um pouco de perfume. Colocando o pulso à altura das narinas das crianças, para que cheirassem, ela perguntou: “Não é delicioso esse perfume?” As crianças, seguindo a pista deixada pela mestra, imediatamente concordaram com “uuu!” e “ôôô!”
Terminada as aulas, após as crianças terem ido embora, Teddy demorou-se, e foi ficando. Muito lentamente, ele aproximou-se da professora para dizer-lhe:
– Senhorita Thompson... Senhorita Thompson!, a senhora tem o mesmo cheiro de minha mãe..., e o bracelete dela ficou bonito na senhora, também. Fiquei contente porque a senhora gostou dos meus presentes.
Depois que Teddy saiu, senhorita Thompson chorou.
No dia seguinte, quando as crianças voltaram à escola, foram recepcionadas por uma nova professora.
Senhorita Thompson se tornara uma pessoa diferente. Já não era a mesma. Passou a ajudar todas as crianças, especialmente Teddy. Pelo fim daquele ano escolar, Teddy mostrava uma melhora dramática. Alcançara a maior parte dos alunos e chegou a ficar à frente de alguns deles.
Senhorita Thompson não recebeu notícias de Teddy, durante longo tempo. Então, um dia, entregaram-lhe uma carta:
“Querida Srta. Thompson:Eu quis que a senhora fosse a primeira a saber.Estou me formando em segundo lugar, em minha classe.Com muito amor, Teddy Stallard.”
Quatro anos mais tarde, ela recebeu nova carta...
“Querida Srta. Thompson:Disseram-me há pouco, que sou o primeiro aluno da classe. Estou me formando este ano. Quis que a senhora fosse a primeira a saber. A universidade não tem sido fácil, mas eu gosto.Com muito amor, Teddy Stallard.”
Mais quatro anos depois...
“Querida Srta. Thompson:A partir de hoje, sou Theodore Stallard, doutor em Medicina. Que Acha? Eu quis que a senhora fosse a primeira a saber. Vou casar-me no mês que vem, para ser exato, no dia 27. Quero que a senhora venha e se sente onde minha mãe se sentaria se ela fosse viva. A senhora é a única pessoa da família que tenho, agora. Meu pai morreu no ano passado.Com muito amor, Teddy Stallard.”
A Srta. Thompson foi àquele casamento e sentou-se onde a mãe de Teddy teria sentado. Ela o mereceu. Havia feito pelo Teddy algo, de que ele jamais esqueceria.
Que é que você poderia dar como presente? Em vez de simplesmente dar uma coisa, dê algo que sobreviva a você mesmo.
Seja generoso. Dê-se a si mesmo a algum Teddy Stallard, “um destes pequenos” a quem você pode ajudar a tornar-se um dos grandes!!
Esse texto foi retirado do site http://papodehomem.com.br/
Muito BOM!!!!

Nós brasileiros, mais que qualquer outro povo do planeta, temos o intrigante hábito de depreciarmos o nosso país.
Relativizamos nossas qualidades e exaltamos nossas mazelas. Vivendo sentado no sofá, na frente da televisão, curtindo a programação de domingo, é bem possível que você nunca tenha tido tempo para sair à rua e ver o melhor do Brasil.
Trabalho em uma empresa multinacional com ramificações em todos os continentes e incontáveis países. Viajamos para o exterior para encontrar clientes e receber treinamentos, mas também recebemos aqui colegas de todo o mundo. Em sua grande maioria eles vêm nos treinar ou contribuir com a implantação de algum projeto interno.
É engraçado traçar um comparativo entre as expectativas dos estrangeiros ao chegar, com suas conclusões ao partir. Existem casos mais caricatos como europeus que antes de vir pedem a seus médicos um coquetel de vacinas contra males da selva! Muitos têm medo de comerem nossa comida e beberem nossa água. Com respeito a todas as nacionalidades do mundo, arrisco-me a dizer que somos um dos povos mais bem informados em termos de geopolítica. Existe muito desconhecimento em relação ao que o Brasil realmente é.
Após alguns dias a maior parte dos estrangeiros se apaixona pela nossa variedade gastronômica. Os alemães descobrem que a culinária alemã é tão farta por aqui quanto em sua terra natal. Os irlandeses mais se preocupam com a nossa cerveja. Não gostam, mas bebem de tudo até cair. Os indianos são um caso a parte. Quando chegam não tocam em mulheres, não sorriem, comem em marmitas preparadas no hotel, não bebem e não confraternizam conosco.
Basta uma única festa para aprenderemos que pessoas são pessoas em qualquer lugar do mundo e, bem lá no fundo, almejam as mesmas coisas. Fizemos chineses e japoneses caírem de tanto beber caipirinha, muçulmanos dançarem em cima da mesa, franceses enlouquecerem com um samba frenético e europeus em geral apaixonarem-se por nossas belíssimas mulheres.
Ainda gostaria de destacar o capítulo do indiano.
Aquele foi o que mais deu trabalho. Precisamos de um chefe, gerente alemão, para beber uma champagne a fim de encorajar o indiano a fazer o mesmo. “Apenas para o brinde”, mentíamos para ele. O indiano de 31 anos, casado há 4 meses, virgem até os 30, proprietário de uma Harley-Davidson em Nova Déli, arriscou um gole. Não morreu!
Surpreso em descobrir que aquela não era uma bebida demoníaca, bebeu mais um pouco. E mais um pouco. Uma taça depois, seus olhos estavam pequenos e finalmente vimos aquele enorme sorrisão, ainda que um pouco escondido pelo bigode escuro. “Vou precisar rezar bastante pelos meus erros ao voltar” ele brincou. Trinta minutos depois, havíamos perdido o controle do colega hindú. Ele estava tentando dançar um pagode com nossas colegas brasileiras, maravilhosas e muito bem vestidas. Diante da aproximação (ele nunca havia tocado em uma mulher senão a esposa) começou a tentar abraçá-las e a passar a mão nas, agora assustadas, mulheres. “Two minutes, upstairs.” dizia ele. Dois minutinhos sozinho com elas era tudo o que precisava.
Na despedida muitos de nossos colegas choram.
“Vamos voltar”, prometem.
Todos levam recordações das belas paisagens, da inacreditável beleza feminina, dos porres descompromissados, da inexistência de preocupações com a opinião alheia, moral e bons costumes e, acima de tudo, da grande amizade que fazem com os brasileiros. Nós somos hospitaleiros como nenhum outro povo do mundo (embora os húngaros se assemelhem muito conosco).

Brasil? Tsc tsc, Budapeste. Na Hungria.
Essa experiência toda criou um problema para a empresa. Com 44.000 funcionários espalhados por todos os cantos do planeta podendo ir para onde desejarem, os gerentes estão tendo de lidar com a enxurrada de pedidos para viagens ao Brasil. Todos querem voltar. Os que não vieram querem nos conhecer após tantas referências. Mas nós brasileiros não gostamos daqui. Tenho certeza que muitos prefeririam trocar de lugar com nossos amigos europeus.
Então a empresa passou a de fato nos enviar para o lugar deles. Os destinos que mais receberam o pessoal do meu escritório foram Irlanda e Alemanha. Não posso negar que os primeiros dias não são excitantes. Descobrimos coisas novas, lugares novos, hábitos diferentes e gente que não se parece tanto conosco. É uma experiência rica, mas após alguns dias a novidade acaba.
Depois de termos visto “tudo” e estarmos incorporado ao cotidiano daquela região, passamos a nos focar em trabalho e a tentar viver como um nativo da cidade que nos recebe. Quase todos nós tivemos problemas para se adaptar aos hábitos alimentares estrangeiros. Os que conseguem enjoam da comida, pois poucos lugares do mundo se pode comer de tudo como no Brasil. Passamos a andar de ônibus, de trem, de táxi, a fazer compras no supermercado a ver como o povo desses lugares distantes vive.
No bairro mais nobre e rico da capital canadense sofri uma tentativa de assalto. Um homem sujo, mas bem vestido e com cheiro de álcool tentou pegar o troco que eu colocava no bolso. Uma amiga me explicou que a prefeitura cria condomínios para desabrigados no intuito de os tirarem da rua. Recebem ajuda de custo, roupas, alimentos e uma pequena quantia em dinheiro para sobreviverem. Sustentados pelo povo, gastam o subsidio em drogas, bebidas e por fim vão às ruas atormentar a população. População essa, que se odeia em grande parte.
Em um país diversificado que recebe pessoas de todos os lugares do mundo, se criou um enorme problema racial. Em Toronto, os terminais bancários exibem a tela inicial em cantonês! Se você não fala cantonês precisa tocar em uns ideogramas até exibir a opção de outros idiomas: Mandarim, Híndi, Francês e Inglês!
Existem lugares completamente compartimentados em relação à raça de seus habitantes. Há bairros onde vivem apenas indianos, bairros reservados aos latinos, comunidades italianas, etc. Em Ottawa, uma ponte divide a cidade em duas. De um lado fica a população que fala Inglês, de outro a parte que fala Francês. Esteja avisado antes de cruzar a ponte: no lado francês não há placas de informação em inglês.

Ottawa. Mulheres e homens são proibidos de se misturar…
Muitas vezes, moradores locais que falam inglês fluente recusam-se deliberadamente a lhe dar uma informação caso você não fale francês. A população original do país (isso ainda existe hoje em dia?) criou um enorme xenofobismo em relação a quem vem de fora. Eles acreditam que aos poucos a cultura local está desaparecendo. De fato, não existe mais culinária tipicamente canadense. Você encontra restaurantes tailandeses, indianos, japoneses…
Em um PUB, uma canadense perguntou se eu era gay. Indignado, perguntei por quê. Ela mencionou que só havia homens naquele bar o que tornava a situação meio estranha. Concordei, mas expliquei que não era dali e que lá de onde eu vinha nenhuma mesa com mulheres sozinhas duraria 20 minutos sem ser abordada por um homem.
Ficamos amigos das canadenses e acabamos conhecendo outras mulheres por lá. Elas reclamavam da falta de atitude dos homens e inclusive da dificuldade em encontrá-los na cidade. Comentaram que o programa predileto das canadenses é passar uma tarde no shopping comendo um petisco e depois seguir para o cinema.
Dias depois, colegas de trabalho homens reclamaram que naquela cidade não era fácil para conhecer mulheres. Diziam que além de praticamente não existirem mulheres por lá, os PUBs eram lotados de homens. O engraçado é quando aparece uma mulher no PUB eles não fazem nada e até estranham. Acham tão anormal que preferem nem tentar conhecê-las com medo de que sejam lésbicas malucas e assassinas de homens. No final das contas a realidade é que as mulheres vão para um lado, os homens para o outro e ninguém vai atrás de ninguém.

Na esquina do mundo, a Times Square em Nova Iorque, perdi uma camisa. Ao andar na calçada de um dos locais mais famosos do planeta, recebi uma baforada de vapor saindo de um duto do chão. Seja lá o que for aquilo, tisnou minha camisa branca de uma maneira que nunca mais consegui limpá-la. Aqueles dutos cuspindo vapor estão por toda a parte!
Em muitas esquinas podemos sentir o cheiro da urina dos mendigos. Esses também podem ser encontrados em todas as áreas da cidade. A glamurosa ilha de Manhattan parece como o centro das grandes metrópoles brasileiras. O movimento é frenético, o trânsito caótico, há poluição sonora e visual para todos os lados, vários arranha-céus e muita sujeira. Em minha opinião, dadas as proporções, Av. Rio Branco no Rio ou a Paulista em Sampa não deixam nada a desejar ao centro financeiro mais famoso do mundo.

Um mendigo NewYorker em mais um típico dia de trabalho
Certa noite acabei exagerando na bebida e inventei de voltar a pé até o hotel. Eram cerca de 6 quadras de distância, mas levei 3 horas perdido na madrugada de Manhattan até identificar o letreiro do qual pouco lembrava. No dia seguinte, relatando a proeza para amigos em um bar, fiquei surpreso ao ouvir uma série de sermões. Começaram a me contar suscessivos casos de assaltos, facadas e todo o tipo de violência nas ruas da da Big Apple.
Não me abati. Peguei o guia local e fui conhecer referências alcóolicas na cidade que nunca dorme. Nunca dorme, o caramba! 2 horas da manhã e estavam me expulsando dos botecos. Existem leis que agora proíbem o funcionamento pronlogados dos bares.
O jeito era ir pro hotel jogar sinuca e beber aquela horrenda Budweiser. Conheci o bar onde Frank Sinatra ficou famoso ao pedir Jack Daniels chamando por “NY Finnest”. Lotado de homens, sem mulheres e com bebida caríssima! Aliás, fumar charuto está proibido na cidade inteira. É incrível como os exportadores do câncer pulmonar não fumam mais. Tive de procurar uma tabacaria especializada.
Também fui no famoso e centenário P.J Clark’s onde encontrei Rudolph Giuliani em pessoa. É baixinho, mas tem aquela assustadora presença de quem enfrentou o 11/09 sem medo. Sentei em uma mesa onde me serviram um bife enorme com 320g e muito Ketchup Heinz. Após terminar meu prato a garçonete se aproximou trazendo a conta e solicitando que encerrassemos, pois havia muita gente no bar esperando por uma mesa!
Para quem tem curiosidade em conhecer essa porcaria, a primeira filial fora dos E.U.A. será inaugurada em São Paulo. Mais tarde, a empresa que estava me recebendo pagou a janta em um dos melhores restaurantes americanos e talvez do mundo. O Chef era o Antony Bourdain, famoso pelos seus shows gastronômicos no Discovery Channel. O Les Halles tinha todo o jeitão de restaurante francês, mas com posteres por todos os lados como bom estabelecimento americano. Os pratos não eram exageradamente caros. Pedi um fettuccine ao molho de queijos suíços embora todo mundo me recomendava o tal bife da casa. Eu tenho uma queda por culinária italiana. Enfim, o prato de massa do melhor restaurante americano era bom, mas só isso. Não chega aos pés dos incríveis raviollis do Terraço Itália em São Paulo.
No imponente Madson Square Garden ao assistir um jogo dos NY Knicks, um dia após os Giants terem faturado o Superbowl desse ano, fui obrigado a rir. O locutor berrava “Bem vindo ao Garden. A maior arena do planeta”. Luzes piscavam nas paredes e displays pediam “BARULHO, AGORA”. Um mar de torcedores batia uns cotonetes gigantes uns nos outros até o barulho tomar conta do ginásio. Tive que rir, pois aquela gente não deve ter dimensão do que é assistir um FlaFlu no maracanã ou um Grenal no Olímpico. Tudo o que sei é que após um tempo eu não agüentava mais mulheres feias, comida estranha e festas chatas.
Aliás, nem todas são feias.
De volta ao meu bar favorito (Le Rendez Vouz na 301 E 80th) conheci uma morena interessante, bargirl da casa. Diferente de tudo o que via por lá, ela possuía a pele bronzeada, cabelo com luzes, corpo impecável e uns 1.60 de altura. Conversando com ela eu estava realmente a achando diferente. Em determinado momento aquela beldade mignon me pergunta de onde venho, pois meu sotaque era familiar. Quando disse Brasil, ela pulou em mim, feliz da vida. Era de Goiânia, mas vive em NY desde os 6 anos de idade. Quis falar em português que, hoje em dia está enferrujado. Mas frustou as minhas esperanças de achar uma americana realmente linda por lá.
Por outro lado, isso tudo é uma opinião pessoal minha. Há muitos brasileiros vivendo no exterior que jamais retornariam ao Brasil…
Voltando para casa com um colega, vimos algo estranho: uma loirinha linda, calça de lycra apertada, botas até os joelhos, usando uma jaquetinha que delineava o corpo. Meu colega me olhou e já entendi o recado. Saímos caminhando em direção a ela e comentei sobre o transtorno que o atraso do avião estava causando. Notei o sotaque estranho dela e perguntei de onde era. Ao ouvir Curitiba, nem fiquei mais tanto surpreso. Já havia desistido de encontrar gringas realmente bonitas por lá.
Contudo, o que foi realmente interessante na nossa conversa foi o relato de alguém que vive em NY há 4 anos e estava voltando pro Brasil apenas para visitar a mãe. Ela reclamava que sentia falta das amizades brasileiras, do bom humor tupiniquim, do jeito safado com que os homens daqui tratam as mulheres. Os relacionamentos são diferentes por lá. Tudo é mais lento, menos divertido, menos autêntico. Ela sentia falta de feijão, de farofa e, principalmente de caipirinha na praia.
De volta ao Brasil, todos nós aqui da empresa, passamos a adotar hábitos que nunca tivemos. Agora eu como muito feijão, farofa e camarão. Não tomo mais caipirinha com Vodka, pois aprendi o valor que um Velho Barreiro possui. Fico feliz quando vejo um negro caminhando na rua de mãos dadas com uma loira albina, gosto de ver colegas árabes e judeus trabalhando juntos, restaurantes italianos administrados por coreanos, japoneses rappers e africanos sushi-men. A salada de fruta cultural em São Paulo nunca me encantou tanto.
Lembro que no primeiro dia após minha volta, ignorei meu horário biológico completamente desregulado. Cheguei às 10, tomei um café expresso brasileiríssimo de Minas, almocei em uma churrascaria e as 15 horas fui a um parque.
Um corredor sem camisa passou por uma morena linda, com calça corsário e barriga de fora. Ela corria em sentido contrário e ainda tinha um piercing que batia de um lado para o outro fazendo um pêndulo hipnotizante na barriga durinha. Ele tentou encará-la bem dentro dos olhos, mas ela manteve a postura de indiferente. Continuou correndo elegantemente e ao cruzar por ele o observou muito discretamente com o cantinho de olho. Ele virou para trás enquanto corria apreciando a bunda que ia embora. Ao perceber, ela abriu um leve e comportado sorriso e continuou sua corrida fingindo estar indiferente.

“Ó, como senti falta de nosso verde, nosso azul, nosso amarelo!” crédito
No final da tarde eu já estava em um bar observando a dinâmica do relacionamento entre homens e mulheres brasileiras. Quando você fica de expectador acaba se divertindo bastante. As mulheres deixam sinais sutis, mas evidentes, quando querem ser abordadas. Nós não nos fazemos de rogados. Na pior das hipóteses, faremos uma nova amizade com uma mulher linda que certamente terá muitas outras amigas mais bonitas ainda.
O Brasil têm muitos problemas graves sim. Problemas esses que temos de combater um a um. Entretanto, as regiões metropolitanas mais desenvolvidas do país já possuem todas as características de países de primeiro mundo. Existem periferias, fome e pobreza na Europa e América do Norte também. Considerando cidades como São Paulo, Rio, BH, Curitiba, Floripa, POA, dentre outros pólos de riqueza no país, temos exatamente os mesmos problemas dos países ditos civilizados.
Além do mais, apesar de todas as mazelas e a infindável batalha que travamos diariamente para melhorar esse país de natureza excepcional, ainda somos muito mais felizes do que lá fora. Aqui, no final do expediente os problemas ficam de lado por alguns instantes quando o brasileiro comum abre uma Skol e curte seu sambinha no boteco. Não sou um fã de pagode, mas sei admirar a forma com que as pessoas humildes simplificam as dificuldades do dia-a-dia cantando e dançando. São pessoas que amanhã estarão de pé cedo, pois se perderem tempo reclamando ao invés de trabalharem, deixarão faltar o sustento da família.
No Brasili, não nos suicidamos tanto, nos ajudamos mais, nos divertimos mais e fazemos mais amigos. O tráfico pode matar com suas balas perdidas, mas aqui os lunáticos não metralham seus colegas nas escolas nem enfiam uma espada em seus estômagos ao serem demitidos.
A Defesa Civil informou que as doações particulares para ajudar com as enchentes catarinenses passaram de R$2.000.000,00. Já li por toda a parte notícias de depósitos dos corpos de bombeiros lotados com doações de mantimentos. Caminhões partem para a região afetada de todas as partes do país. As Forças Armadas não medem esforços para ajudar. A Aeronáutica constrói postos de comunicação e controle aéreo, o exército improvisa pontes e hospitais, a marinha já contribuiu em grande parte dos resgates.
Há relatos por toda a parte de militares sem dormir resgatando pessoas há mais de 48 horas. Me emociono ao ler nos caminhões do exército a frase que ilustra o princípio que os guia: “Braço forte, mão amiga”. E você leitor, por favor não ouse dizer que aqueles bravos combatentes estão apenas cumprindo ordens. Possuo grandes amigos e familiares militares. O contingente nas missões de paz com participação brasileira é em grande parte voluntário! Muitos deles, segurando um Fuzil 7.62mm, não evitam as lágrimas ao ver a situação em que crianças vivem no Haiti, por exemplo.

Devemos sim criticar os problemas de nossa pátria, mas com o objetivo de agirmos e tomarmos a iniciativa para mudar o que está ruim. De nada adianta reclamar de tudo e todos, sentado no sofá ou atrás de um teclado de computador.
Esse não é o país dos que saqueiam os supermercados em SC, que matam no RJ, que roubam em Brasília. Esse país é nosso, dos que fazem a diferença e trabalham dia após dias para construir uma nação melhor. É por causa dessas pessoas que bato no peito com orgulho de ser brasileiro e nego qualquer oferta de deixar esse país que tantas coisas boas já me proporcionou.
Toda cesta tem sua maçã podre, mas no fim, não vamos permitir que as boas sejam contaminadas

IG