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Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

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Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
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Silêncio.


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Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.


Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.


Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico ? (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico).

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.


Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'gaps'.



Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.



Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.


Se seu Gerente/ Coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


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Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:

"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"

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Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!
Caro leitor amigo, entenda sempre que todos nós somos prestadores de serviço e estamos em constante atividade, portanto temos clientes o tempo todo e em todo lugar:

O nosso chefe é nosso cliente, a nossa esposa e filho são clientes, a sua sogra é um cliente, o cobrador do ônibus que você pega pela manhã é seu cliente.

Você as vezes ao ler esse tipo de texto, tem por natureza pensar logo: “bom, eu não tenho empresa, portanto não tenho que pensar nisso de receber mais do meu cliente.”

Pense de forma mais abrangente, no dito acima, o cobrador do ônibus é seu cliente, ele pode pagar mais pelo seu “serviço”. Porque ele é seu cliente? Porque ele estará em contato com você e toda ação sua poderá influênciar o dia dele, um sorriso, um “bom dia”, tudo que você fornecer a ele será considerado um serviço, você pode prestar um bom ou mal serviço, só depende de você, no entanto lembre-se que o pagamento do serviço normalmente reflete o tipo de serviço prestado.

Você já percebeu que tanto eu quanto você, no papel de cliente, estamos dispostos sim a pagar um pouco mais por um produto ou por um serviço, desde que nós tenhamos a segurança de que este produto ou serviço tenha um valor agregado alto ou seja ele vale o investimento, ele vale o dinheiro que nós estamos pagando.
A questão é:


O que significa valor? Como posso aumentar o Valor do meu produto ou serviço? É simples, Valor é o resultado de uma equação entre benefícios menos os custos percebidos pelo cliente. Beneficio você sabe o que é, é a característica que resolve de fato o problema do seu cliente, mas e o custo?

Ai está o pulo do Gato, muitos profissionais acreditam que custo é o preço de venda, quando na verdade o preço de venda é apenas uma parcela do custo.

O atendimento pode ser um custo e muitas vezes um custo alto para o seu cliente, se ele é mal atendido ele paga mais caro para ser bem atendido em outro lugar. Quantas vezes já não fazemos isso no papel de cliente, não é verdade?


Outro custo percebido pelo cliente é a Garantia, a segurança que ele tem. Se o cliente tiver muita dificuldade pra trocar o produto ou adquirir um serviço da maneira que ele esperava, ele também nunca mais compra deste mesmo fornecedor, ele prefere pagar um pouco mais para um fornecedor que lhe de uma garantia melhor e mais segurança. O ultimo Custo, e não menos importante, é O tempo!


Segundo Jack Welch: Tempo é dinheiro sim!

Velocidade é o realmente o propulsor que todos buscam, produtos mais rápidos, ciclos de produção mais rápidos para o mercado e melhor tempo de resposta para os clientes!
Lembre-se também: O seu cliente quer ser atendido rapidamente.

Então, se ainda tem dúvida em como fazer o seu cliente pague mais, é simples:

Aumente os benefícios e diminua os custos, lembrando que o benefício pode ser uma idéia criativa e diferenciada no atendimento e o custo, não é necessariamente o preço de venda.
Pense nesta estratégia poderosa de aumento de valor e você descobrirá, que o seu cliente pode sim, pagar mais, pelo seu produto ou serviço, se estiver com isso, obtendo mais valor para si mesmo.

Nossa vida, a melhor resposta
(texto de Martha Medeiros, publicado no jornal O Globo, 12/nov/2006)


Quem é você? Do que gosta? Em que acredita? O que deseja?


Dia e noite somos questionados, e as respostas costumam ser inteligentes, espirituosas e decentes. Tudo para causar a melhor impressão aos nossos inquisidores. Ora, quem sou eu. Sou do bem, sou honesto, sou perseverante, sou bem-humorado, sou aberto — não costumamos economizar atributos quando se trata da nossa própria descrição. Do que gostamos? De coisas belas. No que acreditamos? Em dias melhores. O que desejamos? A paz universal.



Enquanto isso, o demônio dentro de nós revira o estômago e faz cara de nojo. É muita santidade para um pobre diabo, ninguém é tão imaculado assim.
A despeito do nosso inegável talento como divulgadores de nós mesmos e da nossa falta de modéstia ao descrever nosso perfil no Orkut, a verdade é que o que dizemos não tem tanta importância.
Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam.


O que você diz — com todo o respeito — é apenas o que você diz.


Entre a data do nosso nascimento e a desconhecida data da nossa morte, acreditamos ainda estar no meio do percurso, então seguimos nos anunciando como bons partidos, incrementamos nossas façanhas, abusamos da retórica como se ela fosse uma espécie de photoshop que pudesse sumir com nossos defeitos. Mas é na reta final que nosso passado nos calará e responderá por nós. Quantos amigos você manteve. Em que consiste sua trajetória amorosa. Como educou seus filhos. Quanto houve de alegria no seu cotidiano. Qual o grau de intimidade e confiança que preservou com seus pais. Se ficou devendo dinheiro. Como lidou com tentativas de corrupção. Em que circunstâncias mentiu. Como tratou empregados, balconistas, porteiros, garçons. Que impressão causou nos outros — não naqueles que o conheceram por cinco dias, mas com quem conviveu por 20 anos ou mais.


Quantas pessoas magoou na vida. Quantas vezes pediu perdão.Quem vai sentir sua falta. Pra valer, vamos lá.



Podemos maquiar algumas respostas ou podemos silenciar sobre o que não queremos que venha à tona. Inútil. A soma dos nossos dias assinará este inventário. Fará um levantamento honesto. Cazuza já nos cutucava: suas idéias correspondem aos fatos? De novo: o que a gente diz é apenas o que a gente diz.


Lá no finalzinho, a vida que construímos é que se revelará o mais eficiente detector de nossas mentiras...
Quantas pessoas como eu e você ja não passaram por situações que poderiam ser evitadas apenas com bom senso?

Ir ao mecânico arrumar o carro por exemplo, desde garoto aprendi com meu pai que mecânico tem que ser mais que amigo, pois para ser "enrrolado" é a coisa mais facil, diz que trocou e não trocou, diz que arrumou e saindo aparece o problema de novo e vamos novamente para a tentativa e erro com o seu dinheiro.
As vezes a falta de justiça, o "puxar para o meu lado", o "jeitinho brasilerio" etc... nos causam mais trasntornos do que imaginamos, veja se você esta pagando o preço justo, verifique se você não esta cobrando o preço "inflacionado" mude a sua atitude, não é facil, mas tente.


Para refletir no fim de semana, será que com essa história de "crise" vc não esta como o sapo em águas "tranquilas", vamos mexa-se, faça acontecer, mostre valor em tudo e para todos, faça a diferença, mostre o melhor.

Um exemplo para ilustrar: ontem passei no Graal do KM 30 Castelo Branco- SP para tomar café o quiosque sempre cheio e para ajudar, o sistema não estava funcionando... Com esse cenário o rapaz da segurança do graal, entrou no quiosque e vendo a situação começou a lavar as xícaras, inclusive foi ele que me serviu o café.
Depois fui pagar a conta, e la estava uma fila enorme, lógico que a culpa é do tal sistema, e adivinhem... o cara da segurança lá de novo, abriu um caixa e começou a atender as pessoas...
Pense nisso, não era a atividade principal dele, porem será que se eu ou você fossemos dono do restaurante, mandaríamos embora uma pessoa polivalente dessas ? eu não! Inclusive fui elogiar ao gerente o esforço do funcionario.


Não fique acomodado, dizendo que não é sua responsabilidade ou que a culpa não é sua,
Faça o mesmo, surpreenda seus superiores, pares, funcionários etc...sua esposa/esposo, leve flores hoje, mesmo aquelas compradas no semáforo estão valendo ...



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Esse texto abaixo circulou muito na internet a uns anos atras, realmente uma estoria muito legal e interessante, porem acho que para gravarmos os seus fundamentos, devemos ter um pouco mais do que só a estória.


Para quem leu os ensinamentos de Stephen Covey - Autor do Livro "os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes" e o "8º Hábito" - temos exatamente o complemento didático dessa estória.

O Autor nos alerta, ensinando que podemos ter domínio em nossas ações, mas principalmente no livro "8º habito" ele fecha o contexto da estória abaixo, ou seja, VOCÊ é quem descide como reagir, VOCÊ tem o dom de escolher como irá enfrentar determinada situação.


A Frase primordial do livro é "entre o tempo em que vc recebe a ação e reage a ela, exite um espaço, exatamente onde tomamos a descisão de como reagir, a manutenção desse espaço é você quem faz, podendo aumentar (refletindo sobre a situação) ou diminuir e reagir sem muito pensar".


Esse temoa é bastante abordado na sociedade, porem não damos muita importancia, por exemplo, no filme Matrix o tema básico da trama esta na escolha em que o personagem principal tem que fazer para determinadas situações.


Agora leia a estória e pense nisso, você deve a cada manhã levantar e escolher como irá reagir as coisas que o mundo te oferece.


José era o tipo do cara que você gostaria de conhecer.
Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
* Se melhorar estraga.


Ele era um gerente especial pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes.Ele era um motivador nato. Se um colaborador estava tendo um dia ruim, José estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:* Você não pode ser uma pessoa tão positiva todo o tempo.* Como você faz isso? Ele me respondeu:* A cada manhã ao acordar digo para mim mesmo, José, você tem duas escolhas hoje. Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo de ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo.Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.* Certo, mas não é fácil, argumentei.* É fácil, disse-me José. A vida é feita de escolhas.* Quando você examina a fundo, toda a situação sempre há uma escolha.* Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver a sua vida.Eu pensei sobre o que José disse, e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.Anos mais tarde soube que José cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã, foi rendido por assaltantes.Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda comfragmentos de balas alojadas em seu corpo. Encontrei José mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, respondeu:* Se melhorar estraga.Contou-me o que havia acontecido perguntando:* Quer ver minhas cicatrizes? Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.* A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas:


poderia viver ou morrer.

Escolhi viver.

* Você não estava com medo? perguntei.* Os paramédicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: "esse ai já era". Decidi então que tinha que fazer algo. * O que fez?, perguntei.Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: "sim". Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei: Sou alérgico a balas!!!"Entre as risadas lhes disse: "Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como morto."José sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças à sua atitude.Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente.


Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO".

Eu sou fã do Professor marins e acredito que a republicação desse post vai mostrar o motivo:


Luiz Marins

Muitas pessoas têm curiosidade de saber o episódio da caçada do EMU que fiz com os aborígines australianos da ilha de Bathurst em 1972, quando estudava antropologia na Austrália.
Este episódio, como sempre disse, ensinou-me o valor do foco. Desde então tenho visto que pessoas e empresas que têm foco, têm sucesso.

Aqui vai a narração do episódio:
Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores. Nessa dança eles acreditam "caçar de fato" o animal.
Após a "caçada" (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas ou nas árvores) e vão dormir.
No dia seguinte, se levantam e vão "apanhar o animal", com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente "caçado" durante a dança na noite anterior.

Um certo dia os aborígines me convidaram para a dança do Emu (Emu é uma avestruz, uma ema que existe naquela parte do mundo) pois iríamos caçar no dia seguinte. Fizemos a dança como descrevi acima.

No dia seguinte deram-me a incumbência de achar as pegadas de emu. Ensinaram-me como eram as pegadas. Ao achar alguma pegada de emu, eu deveria chamar os caçadores. Os aborígines são exímios examinadores de pegadas. Pela análise eles sabem exatamente onde está o animal para apanhá-lo.

Eu ia à frente do grupo. De repente encontrei umas pegadas. Eram na verdade de canguru. Chamei a todos. Eles vieram, viram que as pegadas não eram de emu e sim de canguru e disseram: Essas pegadas são de canguru. Eu disse: mas canguru não é mais gostoso que emu? Eles responderam: Sim, é.

Mas nós hoje estamos caçando EMU e não canguru. E se espalhavam novamente.

Mais um pouco e encontrava outras pegadas. Sabia que não eram de emu, mas mesmo assim chamei os caçadores. Eles disseram: Essas pegadas são de wallabies (um pequeno canguru).
Eu disse: mas wallabies não são mais gostosos que emu e até mais gostosos que canguru? Sim, responderam eles, mas hoje estamos caçando emu e não wallabies ou cangurus. Outro dia voltaremos para caçar outro animal.

Hoje estamos caçando emu!

Na quarta vez que parei a caçada e as pegadas não eram de emu, eles me disseram:
- Nós estamos caçando EMU. Fizemos a dança do EMU, trouxemos os bumerangues de EMU, as lanças de EMU.
Se você parar a caçada cada vez que encontrar qualquer pegada, nós não vamos caçar nem emu, nem canguru, nem wallabies.
Outro dia nós voltaremos para caçar cangurus ou wallabies.

Hoje estamos caçando EMU.

Foi então que eu aprendi a razão de todo primitivo ir caçar e voltar com a caça rapidamente. Eles sabem exatamente o que estão caçando e não se desviam do foco.

Na empresa e no nosso dia-a-dia é a mesma coisa: um objetivo e metas claros e definidos, e muito foco nesses objetivos e metas; se tivermos os instrumentos certos para atingí-los (ou armas adequadas); pessoas certas com as habilidades necessárias, treinadas; dedicação e entusiasmo; com certeza, atingiremos nossos objetivos, por mais audaciosos que pareçam ser.

Assim, o foco, é, sem dúvida, um dos principais fatores de sucesso de pessoas e empresas.

Pense nisso.
Tenha Foco. Sucesso!


Em 11 de janeiro de 49 a.C., o general e estadista romano Caio Júlio César tomou uma decisão crucial: atravessar o rio Rubicão com seu exército, transgredindo a lei do Senado que determinava o licenciamento das tropas toda vez que o general de Roma entrasse na Itália pelo norte. Este ato foi uma declaração de guerra civil contra Pompéia, que detinha poder sobre Roma. Com as palavras alea jacta est (a sorte está lançada), César resolveu voltar com suas legiões à cidade. Uma vez atravessado o Rubicão e já em terras romanas, ele sabia que não tinha volta. Ou ele e seus soldados tomavam a cidade, ou Pompéia os destruiria.

A decisão de César mudou o rumo da história. Antes que ele atravessasse o rio, a tomada de Roma era apenas uma idéia, um desejo que ele poderia concretizar.

Decorre, deste fato histórico, que atravessar o Rubicão é “pensar grande”, ultrapassar fronteiras, defrontar-se com um caminho sempre difícil e desconfortável. César, apesar disso, atravessou o Rubicão.

Para ter êxito na vida, você tem de ser vulnerável. É preciso arriscar-se em território desconhecido sem resultados prometidos ou calculados. É preciso ultrapassar os limites da zona de segurança e confiar que Deus vai cuidar de você, mesmo que você não saiba como. A verdadeira aventura da vida está em ir além da segurança aparente do já conhecido, impelidos pela constatação de que não são as nossas defesas pessoais que garantem nossa segurança, mas um poder que vai muito além da nossa débil encenação de autoproteção.

(...)

Um sonho que não inclua risco não merece ser chamado de sonho. Aquele que não arrisca fará poucas coisas ruins, mas fará pouquíssimas coisas. Se jamais corrermos riscos, jamais realizaremos coisas grandes. (...)
“Se você quiser que sua vida sempre melhore, terá de assumir riscos. Não existe nenhum jeito de crescer sem arriscar nada. Recuse-se a se unir à multidão cautelosa que joga para não perder. Jogue para ganhar”.

Alea jacta est. O sucesso favorece a ousadia. O mundo é um livro do qual os que não assumem riscos lêem apenas uma página. Vamos, atravesse o seu Rubicão.


Essas últimas semanas os noticiários tem bombardeado a todos com esses textos de crise, crise isso, crise aquilo, a carne subiu, a bolsa caiu, o desemprego subiu, a pipa do vovô desceu, enfim uma avalanche de más noticias.
O colunista Carlos Heitor Coni deu uma noticia interessante, na busca pela internet, a palavra mais pronunciada na semana passada foi exatamente...crise!
Eu entendo que estamos passando por momentos difíceis, que temos que ter atenção, que devemos ser mais produtivos, que devemos fazer contas antes de trocar de carro, trocar a geladeira ou mesmo comprar o material das crianças para o ano letivo que vai começar, porem essa atenção e cuidado já deveria fazer parte da nossa vida, do nosso dia a dia e não porque estamos em crise.
Parece a historia do copo de água, “um copo pela metade pode ser analisado da forma pessimista que esta meio “vazio”ou da forma otimista que o copo esta meio “Cheio”.
A crise esta sendo analisada de forma pessimista e quase ninguém divulga a parte otimista, então vamos La:
Estamos falando de forma pessimista que o País deve crescer 3% no ano, poxa estamos afirmando que o ano será 3% melhor do que o ano passado, isso é ruim ?
O País ao crescer 3% , terá condição de preparar a infra-estrutura para garantir a continuidade desse crescimento, será que tínhamos condições para crescer 6% ou 7% ? Temos estradas preparadas, temos energia suficiente, temos meios de escoar produção com eficiência?
Ou seja, o crescer 3% pode ser uma dádiva dos céus nos preparando para poder criar mecanismos e escapes para no futuro crescer os 6, 7, ou 10%.
O fator de crescer 3% mostra que vamos melhorar, como podemos apregoar que estamos em crise? Estamos crescendo, vamos fazer o possível para continuar crescendo e não vamos parar!
Acho que os noticiários fazem exatamente o contrario, ao divulgar o pessimismo com fervor, atraem os sentimentos negativos, deixam a população em “pânico”, paralisam a economia e com isso, chegaremos ao final do ano sem o “poucos” 3% e talvez sim, com um país em crise, coisa que ainda não estamos.
Faça a sua parte, reflita e apregoe que estamos preparando o País para crescer 3%, que será um ano maravilhoso e faça a sua parte para que realmente seja !!
Antes de combater a Crise, combata o sentimento pessimista de poder entrar em crise, lembremos que é mais difícil eliminar um fantasma do que eliminar o problema real.
De que forma você esta vendo o copo? Meio cheio ou meio vazio ?

O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade. ( Sir. Winston Churchill)

Todos os verões vou pescar no Maine. Pessoalmente sou um apaixonado pelos morangos com creme, mas sei que, por uma estranha razão, os peixes gostam mais de minhocas. Por isso,quando vou pescar, não penso sobre o que mais me agrada. Penso sobre a predileção dos peixes. Meu primeiro cuidado é não iscar o anzol com morangos com creme. Penduro sempre uma minhoca ou um gafanhotinho no anzol e passo-o em frente dos peixes, perguntando-lhes: "Vocês não gostariam de provar tal comida?"

Por que não usar o mesmo senso prático ao tratar com pessoas?
Por que falar sobre o que nós queremos? Isto é criancice. Absurdo. Naturalmente você está interessado no que quer. Está eternamente interessado em tal coisa. Mas apenas você. Ninguém mais. 0 resto dos homens não é diferente. Estamos todos interessados no que nós queremos. Assim, o único meio existente na terra para influenciar uma pessoa é falar sobre o que ela quer e mostrar-lhe como realizar o seu intento.

"Se há algum segredo de sucesso, consiste ele na habilidade de apreender o ponto de vista da outra pessoa e ver as coisas tão bem pelo ângulo dela como pelo seu".

Henry Ford

Barbara Anderson, que trabalhou num banco de Nova York, estava disposta a mudar para Phoenix, Arizona, devido à

saúde do filho. Empregando os princípios que havia aprendido em nosso curso, escreveu a seguinte carta e a enviou a doze

bancos de Phoenix.

Prezado Senhor:

Meus dez anos de experiência bancária seriam de interesse a um banco que cresce tão depressa quanto o do senhor.

Tendo trabalhado em várias funções no Bankers Trust Company, de Nova York, o que me propiciou alcançar meu atual

cargo de gerente de agência, adquiri muita experiência e habilidade em todas as fases bancárias, incluindo relações com depositantes, créditos, empréstimos e administração.

Estarei de mudança para Phoenix no próximo mês de maio tenho certeza de que poderei contribuir para o seu crescimento e

rendimento. Estarei em Phoenix no dia 3 de abril e gostaria de ter a oportunidade de mostrar ao senhor de que modo poderei

colaborar com os objetivos de seu banco.

Atenciosamente,

Barbara L. Anderson

0 leitor acha que a sra. Anderson recebeu alguma resposta a essa carta? Pois onze dos doze bancos convocaram-na para

uma entrevista e ela ainda pôde escolher que oferta aceitar. Mas por quê? A Sra. Anderson não mencionou o que ela queria,

mas escreveu de que modo poderia ser útil, enfocando não as necessidades dela, mas as deles.


Milhares de vendedores estão enchendo as ruas hoje, fatigados, desanimados e mal pagos. Por quê? Exclusivamente porque estão sempre pensando apenas no que eles querem. Não compreendem que nem você nem eu queremos comprar coisa alguma. Se o quiséssemos, sairíamos e compraríamos. Mas nós ambos estamos eternamente interessados na solução dos nossos problemas. E, se um vendedor é capaz de mostrar-nos como seus serviços ou suas mercadorias podem ajudar-nos a resolver nossos problemas, não necessita vender-nos coisa alguma. Nós compraremos. E todo freguês gosta de sentir que está comprando nunca que lhe estão vendendo.


Por exemplo, resido em Forest Hills, uma pequena comunidade de casas particulares, no centro da grande Nova York. Um dia ia eu apressado para a estação quando me encontrei com um corretor de bens imóveis que tinha comprado e vendido propriedades naquela região por muitos anos. Conhecia bem Forest Hills e por isso, precipitadamente, lhe perguntei se o estuque de minha casa era feito com tela metálica ou com telhas ocas. Disse-me que não sabia e declarou-me o que eu já sabia: que podia ter uma informação segura procurando a Forest Hills Garden Association. Na manhã seguinte recebi uma carta sua. Trazia-me a informação pedida? Podia tê-la conseguido em 60 segundos com um telefonema. Mas não o fez. Disse-me novamente que eu podia ter a informação telefonando e aproveitou o ensejo para pedir-me que lhe desse a preferência de meu seguro.Não estava interessado em ajudar-me. Estava interessado apenas em ajudar-se.


Lembre-se:

Desperte na outra pessoa um ardente desejo. Aquele que conseguir isto, terá o mundo ao seu lado. Quem não o conseguir trilhará um caminho solitário".



IG