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Oi Jesus! É o Zé! - Click para Mp3 - Senha "Mp3"
Uma pequena estória pra você refletir...

Ao meio dia, um pobre velho entrava no templo e, poucos minutos depois, saía. Um dia, o sacristão perguntou-lhe o que vinha fazer, pois havia objetos de valor no templo.

Venho orar, respondeu o velho.

Mas é estranho que você consiga orar tão depressa, disse o sacristão.

- “Bem - retrucou o velho -, eu não sei recitar aquelas orações compridas. Mas, diariamente, ao meio dia eu entro neste templo só falo: “Oi Jesus, é o Zé”. Em um minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que ele me ouve.

Alguns dias depois o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital. Na enfermaria, passou a exercer uma grande influência sobre todos. Os doentes mais tristes se tornaram alegres, e muitas pessoas arrasadas passaram a ser ouvidas.

Disse-lhe um dia a irmã:

- “Os outros doentes falam que foi você quem mudou tudo aqui na enfermaria. Eles dizem que você está sempre tão alegre...”

- “É verdade, irmã, estou sempre alegre. É por causa daquela visita que recebo todo dia, me trazendo felicidade” – disse o homem.

A irmã ficou atônita. Já notara que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. Ele era um velho solitário.

- “Que visita? A que horas?”

Diariamente, ao meio-dia, respondeu o Zé, com um brilho nos olhos. Ele vem, fica ao pé da cama. Quando olho para ele, sorri e diz:

“Oi Zé, é o Jesus.”

Não importa o tamanho da oração e sim a comunhão que através dela temos com ‘Deus’.

(Autor Desconhecido)
Apesar do Autor causar muita polémica, acho que a forma de parábola onde ilustra a passagem é muito rica e podemos aplicar varias passagem em nosso dia a dia

Não quero aqui forçar nada, somente passar uma mensagem que li e acredito que em muitos pontos podemos traduzir para passagens da nossa vida.
Veja por exemplo a passagem abaixo:

"O ARCO
O arco é a vida: dele vem toda a energia.
A flecha irá partir um dia.
O alvo está longe.

Mas o arco permanecerá sempre com você, e é preciso saber cuida-lo.
Precisa de períodos de inação – um arco que sempre está armado, em estado
de tensão, perde sua potência. Portanto, deixe-o repousar, recuperar sua firmeza: assim,
quando você esticar a corda, ele estará contente e com sua força intacta."

Vejo aqui uma boa definição de que devemos cuidar da nossa vida, devemos definir quais momentos "armar" e atacar, porem não podemos deixar de relaxar e curtir os momentos de tranquilidade, recuperando assim a firmeza para momentos futuros de batalhas.


O texto deve ser lido dessa forma, traduzindo as passagens para o que vc entende e aplicaria na sua vida.

"Pende nisso"

Para acessar o Texto na integra click aqui
O quilômetro extra (se preferir escute em Mp3 - Senha "MP3")
por Luiz Marins

Há pessoas que vivem "se economizando". Fazem apenas e tão somente a sua "tarefa". Não se comprometem nem um pouco além da sua "súmula básica de atribuições" e o que foi "estritamente estipulado no contrato". Não andam nem um quilômetro extra e por isso não têm sucesso, não vencem na vida.

Andar o quilômetro extra, acredite, é o grande segredo dos vencedores.

E isto é fácil de compreender. São muito poucas as pessoas que andam esse quilômetro extra e justamente nesse quilômetro a "estrada" (da vida) é mais vazia. Sendo mais vazia, com menos "tráfego", essas pessoas podem "correr mais", desenvolver uma velocidade maior e portanto, chegar sempre na frente, chegar sempre primeiro ao sucesso.

Pessoas que não andam o quilômetro extra vivem no trânsito congestionado onde estão todos os "comuns" e mesmo os "medíocres". Vivem portanto, dando "trombadas" nas outras pessoas e podem mesmo ficar "paradas" nesse congestionamento chegando sempre tarde, sempre atrasadas. E como estão (e são) atrasadas, são pessoas nervosas, irritadas, com baixa criatividade e inovação.

Nesta semana, gostaria que você fizesse uma auto-análise e visse se você também não é do tipo que vive no congestionamento das pessoas comuns que se economizam e que não andam o quilômetro extra que leva ao sucesso.

Lembre-se, num mundo competitivo e dinâmico em que vivemos, a velocidade é essencial. E só poderemos imprimir velocidade à nossa vida quando a estrada é segura, livre e sem congestionamentos que nos fazem perder "tempo".

Pense nisso. Ande o quilômetro extra! Vá além!
Quanto tempo você viveu?
Se preferir em MP3 - Click Aqui Senha "MP3"

(Note, que a pergunta é que idade você tem...)

De vez em quando, algo acontece com as pessoas e as sacodem de suas vidas cotidianas, introduzindo-as em um suposto “êxtase”. Foi o que aconteceu com o escritor russo do século dezenove, Fyodor Dostoyevsky. Ele nunca foi um homem ordinário, mas foi uma experiência em particular que lhe deu discernimento e fez parte de sua genialidade.

Como um idealista, Dostoyevsky acreditava que a revolução política era o seu destino, o caminho que Deus lhe havia traçado. Juntou-se a um dos movimentos socialistas militantes que pareciam estar onipresentes na Rússia do século dezenove. Entretanto, seu esforço para derrotar o czar malogrou. Foi preso pelo czar e sentenciado à morte.

Mas ele não morreu.

Aqueles que desafiaram o poder totalitário do czar foram submetidos a uma cruel tortura psicológica. Tiveram seus olhos vendados diante de um pelotão de fuzilamento. As ordens de “preparar!”, “apontar!” e “fogo!” foram dadas. O som dos tiros foram ouvidos. Mas nada! As balas eram de festim. As vítimas tinham sido submetidas a uma tortura emocional com o objetivo de levá-los à morte psicológica.

O processo foi idealizado para destruir a vida emocional das vítimas do czar, mas no caso de Dostoyevsky ironicamente proporcionou uma maneira inteiramente nova de ver a vida. Face à morte, teve uma percepção realista da vida. Aprendeu a apreciar cada momento da vida como se fosse o último momento, então, tudo que era ordinário assumia grande importância.

Quando comia a refeição, concentrava-se no gosto, a cada mordida, saboreava porque acreditava ser sua última refeição.

Quando andava pelo pátio da prisão, respirava profundamente estufando os pulmões apreciando como nunca tinha feito antes.

O condenado Dostoyevsky, cada momento, cada experiência, viveu com profundidade, sensibilidade e emoção.

Ele estudou o rosto de cada um dos soldados que tinham a tarefa de torturá-lo. Porque estava convencido que aquele seria o último rosto que veria.

Dostoyevsky viveu face a face com a morte. Mais tarde, confessaria que viveu muito mais nos momentos em que estava convencido que seriam os últimos momentos de sua vida.

Havia aprendido face à morte a viver, como a antiga advertência latina: Carpe Diem! (Aproveite o dia!).

Como é estranha a nossa pequena procissão da vida! A criança diz: “Quando me tornar moço”. O moço diz: “Quando me formar”. Uma vez formado, diz: “Quando me casar”. Após o casamento, e na plena luta pela vida o pensamento muda: “Quando me aposentar”.

E então, o aposentado olha para trás e contempla o panorama percorrido. Um vento glacial sopra em toda parte. O homem se dá conta de que ele nada aproveitou, e agora está tudo acabado. A vida - aprendemos tarde demais - não consiste em esperar pelo futuro, mas em viver plenamente cada dia e cada hora presentes. (Stephen Leacock)

Ah! Não esqueça de responder a pergunta: Quanto tempo você viveu?
Em algum momento da vida vc ja se sentiu um fracasso? que nada da certo? calma...

Considere Isto (Arquivo em MP3 - Click aqui - senha "MP3")

"A história tem demonstrado que os mais notáveis vencedores normalmente encontraram obstáculos dolorosos antes de triunfarem. Venceram porque se negaram a serem desencorajados por suas derrotas". (B. C. Forbes)

Considere isso:
Woody Allen, ator, escritor, produtor e diretor premiado pela academia, quando estava na universidade, teve seu trabalho cinematográfico rejeitado; também foi reprovado em língua inglesa.
Leon Uris, autor de "Exodus", foi reprovado no colégio três vezes.
Em 1959, a Universal Pictures dispensou Clint Eastwood e Burt Reynolds na mesma reunião com as seguintes declarações. Para Burt Reynolds: "Você não tem talento". Para Clint Eastwood: "Você tem uma fratura no seu dente e o seu pomo de Adão é proeminente, além disso, você fala muito devagar". Como você sabe, Burt Reynolds e Clint Eastwood se tornaram grandes estrelas do cinema americano.
Em 1944, Emmeline Snively, diretor da agência de modelos "Livro Azul", disse para candidata Norma Jean Baker (Marilyn Monroe), "Você estará melhor se cursar secretariado, ou então, arranje um marido."
Liv Ullman, que foi indicada duas vezes para o Oscar, como melhor atriz, foi reprovada em um teste na escola de teatro na Noruega. Os juízes disseram que ela não tinha talento.
Em 1962, quatro nervosos músicos fizeram uma apresentação para os executivos da Decca Recording Company. Os executivos não ficaram impressionados. Enquanto reprovavam este grupo de rock chamado "Os Beatles", um dos executivos disse, "Nós não gostamos das suas músicas. Grupos de guitarristas estão fora da moda."
Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone em 1876, ele não fez uma lista das possibilidades e o potencial de utilização. Após fazer a demonstração para o presidente americano Rutherford Hayes, ele ouviu o seguinte: "É uma espantosa invenção, mas quem poderá querer fazer uso dela?"
Thomas Edson foi provavelmente o maior inventor da história das descobertas. Produziu em toda a sua vida mais de 1 300 inventos. Quando inventou a lâmpada, tentou mais de 2 000 experiências antes de fazê-la funcionar. Um jovem repórter perguntou a ele como se sentia fracassando tantas vezes. Ele disse: "Eu nunca fracassei. Eu inventei a lâmpada. Isso aconteceu no passo de número 2 000 do processo."
Em 1940, um outro jovem inventor chamado Chester Carlson apresentou sua idéia para 20 empresas, incluindo uma das maiores empresas americanas. Eles rejeitaram-na. Em 1947, após sete longos anos de rejeições, ele finalmente conseguiu que uma pequena companhia, chamada Haloid, se interessasse por sua idéia. Ela comprou os direitos para industrializar o processo eletrostático para reproduzir cópias. A Haloid, mais tarde, veio a ser a Xerox Corporation, e ambos, ela e Carlson, ficaram muito ricos.
John Milton ficou cego com 44 anos. Dezesseis anos depois ele escreveu o clássico "Paraíso Perdido".
Contudo, algo ficou por terminar nisso tudo. Quase todos os dias - com certeza todas as semanas - encontramos alguém que se instalou em seu próprio barco feito em casa, disposto a partir, com muita seriedade, numa viagem da vida cheia de ousadia, bastante amedrontadora.

Tal pessoa pode ser um amigo, seu cônjugue, um colega de trabalho, um vizinho, talvez um membro da família - seu próprio filho, ou irmão, irmã, pai - quem sabe? Um oceano de possibilidades convida com grande insistência mas, falando com franqueza: tudo parece muito ameaçador! Encoraje essa pessoa a prosseguir! Diga-lhe "sim". Grite entusiasticamente: "Você é alguém de valor... tenho muito orgulho de você!". Ouse dizer o que essa pessoa mais deseja ouvir: Vá em frente, prossiga!
"Para dobrar o índice de sucessos, triplique seu índice de fracassos."
(Wolf J. Rinke)

IG