Ola,
Reformulei esse espaço para postar alguns pontos motivacionais que tenho catalogado nesses últimos anos.

O trabalho com pessoas sempre foi difícil e por isso um grande desafio a ser vencido e em tudo (trabalho / Casamento / Pai / Mãe / Amigo ...) voce necessariamente tem que se relacionar com pessoas e pessoas são seres que tem pensamentos próprios e nenhum é realmente igual a outro.

Outro detalhe muito importante é que temos a infeliz mania de acreditar que todos pensam da mesma forma que nós, que todos enchergam o problema ou a solução da mesma maneira que enchergamos, que todos sentem o mesmo que nós sentimos na mesma forma e maneira.

Não é verdade ...

veja essa passagem que ilustra muito bem o que digo e como devemos ter cuidado ao tratar com pessoas:

Retirada do livro " Os 7 habitos das pessoas altamente eficazes" de Stephen R. Covey.

"... em uma manha de domingo no metro de N.Y, as pessoas estavam sentadas lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranquila.
Subitamente, um homem entrou no vagão do trem com os filhos. As crianças faziam uma algazarra e se comportavam muito mal, o clima mudou instantanealmente.
O homem setou-se ao meu lado e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação. As crianças corriam de um lado para outro, atiravam objetos e chegaram até a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos. Mesmo assim o homem ao meu lado não fazia nada.
Ficou impossivel evitar a irritação. Eu não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito sem tomar uma atitude. Dava para perceber facilmente que as demais pessoas também estavam irritadas,enquanto ainda consegui manter a calma e o controle, virei para ele e disse:
- Senhor, seus filhos estão pertubando muitas pessoas, será que não poderia dar um jeito neles ?
O homem olhou para mim, como se estivesse tomado conciência da situação naquele exato momento e disse calmamente:
- Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital onde a mãe deles morreu há uma hora. Eu não sei o que pensar, e parece que eles tambem não sabem como lidar com isso.

Podem imaginar o que senti naquele momento ?
Meu paradigma mudou. De repente vi as coisas de um modo diferente, e como eu estava vendo as coisas de um outro modo, eu pensava, sentia e agia de um modo diferente. Minha irritação desapareceu. Meu coração ficou inundado com o sofrimento daquele homem. Os sentimentos de compaixão e solidariedade fluiram livremente.
- Sua esposa acabou de morrer? Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar de alguma forma ? – Tudo mudou naquele momento.”


A forma de ver e ser é totalmente influenciada por sentimentos diversificados, por isso a arte de tentar melhorar essa visão, de escrever para que as pessoas pensem de forma diferente ou pelo menos parem um instante e reflitam me fez criar esse espaço, claro que eu não tenho todo esse dom de escrever, por isso meu esforço aqui será de registrar o que colhi em diversos livros, sites, amigos, conversas de bares, etc.. Tudo que possa influenciar o seu e o meu dia.

Com as facilidades da internet, porque deixar todo esse material em meu arquivo particular e não coloca-lo a disposição de quem passar por aqui e ler ?
Essa foi a motivação desse espaço.

Espero que vc curta
Abs.
Antunes
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Oi Jesus! É o Zé! - Click para Mp3 - Senha "Mp3"
Uma pequena estória pra você refletir...

Ao meio dia, um pobre velho entrava no templo e, poucos minutos depois, saía. Um dia, o sacristão perguntou-lhe o que vinha fazer, pois havia objetos de valor no templo.

Venho orar, respondeu o velho.

Mas é estranho que você consiga orar tão depressa, disse o sacristão.

- “Bem - retrucou o velho -, eu não sei recitar aquelas orações compridas. Mas, diariamente, ao meio dia eu entro neste templo só falo: “Oi Jesus, é o Zé”. Em um minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que ele me ouve.

Alguns dias depois o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital. Na enfermaria, passou a exercer uma grande influência sobre todos. Os doentes mais tristes se tornaram alegres, e muitas pessoas arrasadas passaram a ser ouvidas.

Disse-lhe um dia a irmã:

- “Os outros doentes falam que foi você quem mudou tudo aqui na enfermaria. Eles dizem que você está sempre tão alegre...”

- “É verdade, irmã, estou sempre alegre. É por causa daquela visita que recebo todo dia, me trazendo felicidade” – disse o homem.

A irmã ficou atônita. Já notara que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. Ele era um velho solitário.

- “Que visita? A que horas?”

Diariamente, ao meio-dia, respondeu o Zé, com um brilho nos olhos. Ele vem, fica ao pé da cama. Quando olho para ele, sorri e diz:

“Oi Zé, é o Jesus.”

Não importa o tamanho da oração e sim a comunhão que através dela temos com ‘Deus’.

(Autor Desconhecido)
Agátocles, Tirano de Siracusa, numa expedição marítima contra Cartago, ao desembarcar, mandou queimar todos os seus próprios navios e marchou contra Cartago, cujos habitantes, derrotou.

Fez isso para anular – para si próprio e a seus comandados – qualquer possibilidade de fuga ou de voltar atrás. Sem os navios, seria impossível recuar.

“Queimar as Naus” significa, pois, ir em frente, sem sequer poder pensar na possibilidade de voltar ou desistir. Há vários exemplos na história, de comandantes valorosos que fizeram a mesma coisa. Dizem que os Vikings faziam o mesmo – ao chegar num porto para invadir um território e conquistá-lo – queimavam seus navios para impedir qualquer possibilidade de recuo.

“Queimar as Naus” significa, pois, vencer ou vencer!

O que esta história pode nos ensinar para nossa vida pessoal, profissional e empresarial?Muitas vezes começamos um projeto; entramos numa nova empreitada; fazemos uma mudança forte em nossa vida pessoal e ficamos pensando no passado.

Ficamos sempre com a dúvida se deveríamos ou não ter feito o que fizemos ou tomado a decisão que tomamos. Estamos sempre com um pé no cais e um pé no navio. Será que não vale a pena recuar? Não terá sido uma loucura esta decisão?

E aí, se os navios estiverem no porto a nos esperar, é muito provável que tenhamos a tentação – mais confortável e segura – de voltar, de recuar. Mas se queimarmos os navios (do passado), não teremos como recuar. Não haverá navios a nos esperar. Teremos que caminhar, ir em frente, acreditar, lutar, vencer.

Assim, quando você tomar uma decisão, pense bem antes e uma vez tomada, queime as naus, ou seja, não pense mais no passado e vá em frente! Na empresa, quando lançamos um novo produto ou novo serviço temos que fazer absolutamente tudo para que tudo dê certo.

Se ficarmos pensando na possibilidade de recuar, jamais empreenderemos o esforço total para vencer os desafios que por certo surgirão à nossa frente. É a mesma coisa na vida pessoal. Um funcionário que foi transferido para um nova função em local diferente terá muitas dificuldades a enfrentar até que a total adaptação ocorra. Filhos, esposa, escolas, etc. tudo mudará. Se esse(a) funcionário(a) não “queimar as naus” ficará o tempo todo reclamando e lembrando os bons tempos do lugar onde morava e vivia.

Assim, para vencer é preciso ter a coragem de “queimar as naus”.
Pense nisso.
Boa semana. Sucesso!
“Dez por cento da vida é feita do que acontece com você, e os outros noventa por cento de como você reage ao que lhe acontece”. (Ditado popular)

(...) Todos nós enfrentamos obstáculos na vida – freqüentemente. (...) Sofrer é inevitável, mas infelicidade é uma opção. Sofrer fará com que você mude, mas não necessariamente para melhor. Você precisa escolher mudar para melhor.

(...)

Aprender não significa ficar repetindo para si mesmo: “Eu nunca mais vou entrar em uma situação assim!” O que você deve se perguntar é o seguinte: “O que eu devo fazer de diferente da próxima vez?”, “Quem eu chamaria para me ajudar?”, “Que outra abordagem teria me ajudado a superar os obstáculos que eu enfrentei?”.

Veja essa história:

Você já viu o ator James Earl Jones no filme Campo dos Sonhos? Lembra-se da voz de Mufasa, o leão-pai de “O Rei Leão”, ou da voz de Darth Vader na série “Guerra nas Estrelas”? A voz desses personagens é de James Earl Jones. (...)

Mas nem sempre foi assim para ele. O que pouca gente sabe é que, aos quatorze anos, James era um jovem desajeitado, acanhado e tão gago que evitava falar em sala de aula. Obviamente esse rapazinho, também muito inseguro, andava quase sempre sozinho.

Ainda bem pequeno fora arrancado de sua cidade natal, em Mississipi, no sul dos Estados Unidos, e se mudara para um sítio nos arredores do povoado de Dublim, em Michigan. De certa maneira, foi uma mudança para melhor, no que dizia respeito á sua família. Contudo não deixou de ser difícil para James.

(...) Certo dia, o professor de inglês, Donald E. Crouch, pediu-lhe que lesse em voz alta um poema que o garoto havia escrito. Dá para imaginar o pavor que o pequeno James sentiu quando se encaminhou para a frente da classe e se pôs a ler?

Para surpresa geral, as palavras foram saindo fluentemente. A gagueira desaparecera. Ele gostou de ler em voz alta e queria ler mais; então, praticou muitas vezes. Por causa de sua habilidade em ler ele ganhou vários concursos e, por fim, uma bolsa de estudos para o curso superior. Participou durante vários anos de peças fora da Broadway e se sustentava trabalhando como zelador. Mas ele nunca desistiu. Ele admite que as falhas e decepções que enfrentou no passado desempenharam papel fundamental em sua vida, fazendo com que se tornasse quem é hoje.

(...)

Algumas pessoas são nocauteadas e, embora se levantem, você pode dizer que permaneceram caídas no interior, que é o que conta.

Levante seu espírito novamente! Volte sua visão para os seus sonhos, objetivos. O jogo ainda não terminou. Você pode fazer muito mais!

(...)
Nós somos os únicos responsáveis pelas coisas que jogamos dentro de nós.


Se não somos totalmente responsáveis, pelo menos, temos o controle da grande maioria das coisas que comemos, lemos, assistimos, ouvimos e tocamos. Assim, temos que assumir o controle do que permitimos entrar em nós pelos nossos sentidos.

Se não assumirmos esse controle, outras pessoas assumirão e aí perderemos odomínio de nós próprios.Temos que controlar o que comemos. O sábio não é o que come mais. É o que come melhor, com mais sabedoria. É o que não se enche de comida de má qualidade, sem pensar no que está ingerindo.


Temos que controlar o que bebemos. O sábio não é o que bebe qualquer coisa em grande quantidade. É o que sabe o que beber, como beber, quando beber. É o que sabe o valor dos líquidos para a nossa saúde e seleciona o que bebe.


Temos que controlar o que lemos. O sábio não lê qualquer coisa. Não se permite encher sua cabeça com informação que não o conduzirá à maior sabedoria, ao sucesso ou ao crescimento pessoal, espiritual, intelectual.

Assim, temos que selecionar os jornais, as revistas e os livros que lemos. Se lermos notícias ruins, revistas de péssimo conteúdo e livros que nada nos agregam, a culpa será nossa de termos uma vida de baixa qualidade intelectual e espiritual.


Temos que controlar o que vemos. Se ficarmos defronte ao televisor assistindo programas de baixa qualidade, nos tornaremos a cada dia piores, sem conteúdo, terminaremos o dia piores do que começamos, não nos sentiremos crescendo, nem pessoal, nem profissionalmente. O nosso intelecto e o nosso espírito nada terá ganho.

Apenas perdemos um tempo irrecuperável e ainda nos prejudicamos, enchendo a nossa mente de coisas de baixo valor.


Temos que controlar com quem conversamos. Se somente conversarmos com pessoas sem conteúdo, sem valores morais e éticos, é claro que seremos influenciados por elas e andaremos para trás, sem sucesso na vida.


O mundo de hoje nos oferece muitas opções. Cabe a nós decidir o que fazer, o que usar, o que comer, o que permitir que seja jogado dentrode nós. Temos a liberdade de fazer as escolhas certas ou erradas.


Só cabe a nós a decisão, a responsabilidade. As conseqüências serão só nossas. Portanto, veja bem o que você está jogando dentro de você.

Pense nisso.

Sucesso

Todos os dias, a formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. Era produtiva e feliz.

O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial.

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.

A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía :
"há muita gente nesta empresa".

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir? ...
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Moral da história: Tenho certeza que você está pensando: "já vi esse filme em algum lugar!"

Max Gehringer

O tema de hoje é a mágica de pensar grande. Este é o titulo do livro do doutor David Schuwartz.

Existe uma frase celebre que diz:
Mire na lua, pois se você errar acertará as estrelas.

Entenda que a vida nunca vai lhe dar aquilo que você achar que não merece, se você achar que não merece um carro legal, morar numa casa confortável, que você não merece fazer uma viagem internacional, se você achar que você não é merecedor,...
... automaticamente já estará colocando um limite em si mesmo, em seus objetivos, em suas metas.
Lembre-se: Mire na lua pois se você errar acertará as estrelas, ou seja, pense grande, pense grande porque você merece.
Quando você tem um pensamento próspero, quando você pensa que você merece e é capaz de realizar, você cria condições, você cria um cenário propício para ajudá-lo a realizar seus sonhos!
Se você não conseguir exatamente aquilo que desejava, bem, na pior das hipóteses, você pode passar perto e muitas vezes esse passar perto pode ser algo muito interessante!!
Sonhe com a casa que você gostaria de ter, sonhe com o carro que você gostaria de dirigir, sonhe com o tipo de qualidade de vida que você gostaria de oferecer para a sua família, pense grande, crie o hábito de pensar grande essa é a melhor maneira de você realizar seus sonhos e levar a sua vida e de sua família para um novo patamar.
Quando você pensa grande você tem um motivo para entrar em ação em outras palavras você tem motivação.
O seu trabalho melhora, os resultados de sua empresa melhoram e provavelmente você passa a ser econhecido por isso, em termos de resultados pessoais e profissionais.

Reflita sobre isso e até o nosso próximo encontro,
Um grande abraço!

Qualquer pessoa que tenha um sonho que o permita sair da jaula, o lugar comum, a zona de conforto, a estagnação, deverá tomar muito cuidado com colegas de “jaula”, os caranguejos humanos, os frustrados. Não utilizam a força física, ao menos em geral. Não necessitam fazê-lo. Têm outros métodos mais efetivos “a mão e em suas bocas: insinuações, dúvidas, ridículo, sarcasmo, sinismo, ironia, boicote, humilhação, mentira e outra dezena que foge ao meu vocabulário.

A sugestão é: mantenha suas metas distantes destes frustrados.

Frustrados não gostam de ver as pessoas perseguindo sonhos, se lembram que não vivem os seus. Ao convencer-nos da inutilidade dos nossos sonhos, nos convencem a seguir atados ao seu estado de comodidade. Nos dirá todas as mentiras racionais que dizem a si mesmos. E se não acreditarmos, certamente nos desaprovará.

Considere seu sonho como uma semente frágil. Agora é pequena, necessita de cuidados e proteção. Chegará o dia em que será forte, mais forte que as flechas das pessoas limitadas.

Quando tiver alcançado suas metas, poderá contar-lhes. Inclusive diante da irrefutável evidência, a expressão mais comum que ouvirá será: “Não acredito”. Se não podem crer diante da realidade, imagine o que diriam de nossos sonhos.

Isto não se aplica a amigos especiais e gente que nos apoia, que acredita em nosso potencial. Que diz: “Que bom, você merece!”.

Infelizmente, na maioria das vezes ouvimos: “Que coisa estúpida”, e uma série de argumentos e motivos pelos quais não poderemos realizar nossos sonhos. Devemos escutá-los com paciência, entretanto, alertá-los acerca de sua comodidade e de sua incapacidade de sonhar que os manterá firmemente presos na jaula até que esta seja levantada
Charles foi reprovado em todas a matérias na oitava série.

No segundo grau, foi reprovado em física com a nota mais baixa da história da escola. Também foi reprovado em latim, álgebra e inglês. O desempenho nos esportes foi insuficiente. Parecia que ninguém se importava com ele.
Ele, os professores e os colegas sabiam que era um fracassado, segundo todos os padrões convencionais. Resignou-se ao mais baixo nível de mediocridade, ou pior. Porém, contrariando todas as expectativas, no fundo ele acreditava possuir uma centelha natural de genialidade ou talento: desenhar.

Orgulhava-se de seus esboços, mesmo sabendo que ninguém lhes dava importância.No segundo ano do ensino médio, enviou uma série de histórias em quadrinhos para o livro anual da escola. Foram rejeitados.

Após o segundo grau, completou um curso por correspondência em arte – sua única formação na área. Depois enviou uma carta ao Walt Disney Studios, na esperança de trabalhar como cartunista. Solicitaram os desenhos, e ele trabalhou horas antes de enviá-los à empresa.

A resposta recebida dos estúdios: uma carta padrão negativa.

Mas Charles sentia que possuía um talento peculiar e valioso, mesmo que só para si. Assim, reagiu à rejeição de Walt Disney, desenhando sua autobiografia em quadrinhos, um fracassado crônico, um garoto cuja pipa nunca subia, mas alguém que o mundo todo viria a conhecer: Charlie Brown.

Charles, mais conhecido como Charles Schultz, e seus quadrinhos “Peanuts”, lançados em 1948, que tornaram-se um dos desenhos mais famosos da história, chegando hoje a aparecer em 2.600 jornais, em 21 idiomas. Ao longo dos anos, Charles ganhou cerca de US$ 55 milhões.Cada um dos personagens dos “Peanuts” transformou-se em nomes familiares para cerca de 350 milhões de leitores distribuídos em 75 países.

Um vasto potencial humano é desprezado ou se perde porque não entendemos a verdade que Schultz percebeu: ele tinha um potencial único.
O que você traz em seu íntimo neste exato momento? Você tem idéias e sonhos; todos nós temos.
Essa riqueza guardada em seu íntimo, no entanto, não pode ser herdada pelo cemitério.
Morra vazio!
São muitos que morrem ricos, com sonhos agarrados firmemente ao seu coração silenciado.

Contanto que haja fôlego em nossos pulmões, o potencial não usado continua dentro de nós, esperando para ser liberado. A razão por que ainda estamos vivos é que trazemos algo dentro de nós de que esta geração precisa.
Adote este lema: “morrer vazio”.

Não pretenda dar outra coisa ao cemitério que não seja a carcaça vazia de uma vida bem vivida.

“O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo.” (Honoré de Balzac)

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.

Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. Sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.

Os homens conversavam horas a fio.
Falavam das suas mulheres, famílias,das suas casas, dos seus empregos, dos seus hobbys, onde tinham passado as férias...

E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora,em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes nadavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris.

Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte.

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus
olhos e imaginava a pitoresca cena.

Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia passar, embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, e conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.

Dias e semanas passaram.
Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.

Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora.
Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela, que dava, afinal, para uma alta parede de tijolos...

O homem perguntou, então, à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.

Talvez ele quisesse apenas lhe dar coragem...


Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

Se queres te sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.

O dia de hoje é uma dádiva, por isso, é que o chamam de presente!! !

"A pressa faz errar o caminho, a calma pode desfazer grandes erros."

Você sabe falar?
Não estou interessado em saber se você pe capaz de subir num palanque e fazer um discurso. O que quero saber é se, na sua vida, você fala “conscientemente”, ou seja, tendo sempre em mente o fato de que qualquer coisa que você diga tem o poder de afetar – positiva ou negativamente – todos os que o ouvem.

Conta-se que um monge estava caminhando no jardim do mosteiro durante um período de meditação. Encontrou outro monge, que estava fumando enquanto caminhava vagarosamente pelo pátio.

- Você obteve permissão para fumar durante a meditação? – perguntou o primeiro monge.
- Sim, obtive.
- Mas eu perguntei se poderia fumar durante a meditação, e não me permitiram.
- Você não se expressou apropriadamente. Você perguntou se poderia fumar durante a meditação. Eu perguntei se poderia meditar enquanto estivesse a fumar.

A maneira como você diz as coisas é tão importante quanto o que você diz – às vezes, mais. (...) Todo cuidado é pouco quando você começa a falar. Pare e pense, por um momento, na importância das palavras.

(...)

As palavras sempre chegam carregadas de energia. E é por isto que são tão perigosas: porque a energia das palavras é poderosa, mas pode ser “negativa” ou “positiva”. Esta idéia é importante na vida etária, porque é você quem usa as palavras, aqui e agora, para comunicar idéias.

Mas é importante, também na vida diária, porque você se expressa pelas palavras. É como faca de dois gumes e – pior! – sem cabo. Depende, ao mesmo tempo, de como você diz e o que você quer dizer. Por sorte, sendo você o primeiro a falar, você ainda conserva o poder de dar o “tom” da conversa. De qualquer modo, em qualquer caso, para dizer seja lá o que for, há uma regra que não falha nunca: “pense muito antes de falar!” Há outra de que eu me lembro agora: “nunca deixe de dizer alguma coisa que, na sua opinião, possa fazer muita diferença”.

Não sei da tua crença, mas peço a Deus para tornar suas palavras graciosas e ternas, pois talvez você precise engoli-las!
O Sucesso nem sempre vem de forma facil...

Nicolo Paganini foi um violinista muito conhecido e talentoso do século 19. Seu concerto mais memorável, contudo, foi marcado por "movimentos frenéticos" e não foi por sucesso fácil. O concerto foi executado na Itália por uma orquestra completa, perante uma casa lotada.

Aqueles que o ouviram tocar dizem que a técnica de Paganini foi incrível, e sua modulação fantástica. Perto do final do concerto, Paganini estava emocionando a platéia com uma composição muito difícil, quando uma corda de seu violino arrebentou e ficou pendurada, presa só por uma das pontas.

Paganini franziu as sobrancelhas por um instante, balançou a cabeça e continuou a tocar, fazendo um maravilhoso improviso.

De repente, para surpresa de todos, inclusive de Paganini, uma segunda corda arrebentou e, logo a seguir, uma terceira. A apresentação parecia ter se transformado em uma comédia.

Diante de uma platéia boquiaberta, Paganini segurava seu violino Stradivarius com as cordas penduradas. Ao invés de abandonar o palco para consertar o instrumento, ele permaneceu firme.

Completou calmamente a difícil composição com a única corda restante - uma apresentação que ganhou aplausos, admiração e fama permanente.

Os grandes se recusam a ser vitimados pelas circunstâncias. Ao contrário, usam os eventos traumatizantes como trampolim para uma atitude útil e criativa em relação à vida.

Lembre-se: o melhor que você tem a oferecer pode ser uma apresentação sob circunstâncias difíceis e inusitadas!


O segredo do sucesso deve ser igual a um pato - sereno e tranqüilo na superfície, mas movimentando-se freneticamente por baixo da água.
As vezes não devemos reclamar do que acontece, pois pode ser um impulso para criarmos algo e caminhar o nosso Km Extra...
Pense nisso!!

Parábola da Vaca
Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.
- O senhor vê aquela vaca? - disse o homem. Dela tiramos todo o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo:
- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.
O discípulo não acreditou.
- Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato ? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem!
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem :
- Vá lá e empurre a vaquinha.
Indignado, porém resignado, o discípulo assim fez. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso. Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família, pedir desculpas. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro importando, antena parabólica.

Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Devem estar mendigando na rua, pensou o discípulo.
Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá.
- Claro que sei. Você está olhando para ela.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis.
Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
- Mas o que aconteceu ? Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo ?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos o nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

Moral da história: às vezes é preciso perder para ganhar mais adiante. É com a adversidade que exercitamos nossa criatividade e criamos soluções para os problemas da vida. Muitas vezes é preciso sair da acomodação, criar novas idéias e trabalhar com amor e determinação.
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Nossas maiores oportunidades nos parecem habilmente disfarçadas em problemas insuperáveis.
Na década de 1970, Lee Iaccocca era o presidente da Ford Motor Company com uma atuação dinâmica e vitoriosa.

Ele tinha criado o Mustang, um carro que vendeu mais unidades no seu primeiro ano de existência do que qualquer outro carro na história do automóvel. Ele tinha levado a Ford a obter lucros em torno de 1 bilhão e 800 milhões de dólares por dois anos seguidos. Ganhava cerca de 970.000 dólares por ano e era tratado regiamente. Mas vivia à sombra de Henry Ford II, um homem que Iaccocca descreve como caprichoso e despeitado.

Em 13 de Julho de 1978 Henry Ford o despediu.

Menos de quatro meses depois, Iaccocca tornava-se presidente da Chrysler, uma companhia que havia anunciado uma perda de 160 milhões de dólares em três trimestres seguidos, o pior déficit que ela já tivera. Iaccocca achou que a Chrysler não era bem administrada – seus trinta e um vice-presidentes estavam trabalhando sozinhos, em vez de trabalharem em conjunto.

A escassez de petróleo de 1979 agravou os problemas da Chrysler, visto que o preço da gasolina dobrou e as vendas de carros grandes caíram rapidamente.
Em 1980, a Chrysler perdeu 1 bilhão e 700 milhões de dólares, a maior perda operacional de empresas dos Estados Unidos.

Mas Iaccocca estava transformando seus obstáculos em oportunidades. Primeiro, tinha sido despedido. Depois chegou a presidente de uma companhia que a maioria das pessoas pensava estar a caminho da bancarrota.

Mas sem esses obstáculos, Lee Iaccocca nunca teria tido a chance de revelar-se. Ele estava decidido a não desistir. Concessões da União, agilização das operações da Chrysler, a criação de novos produtos – tudo isso contribuiu para a recuperação da companhia.

Em 1982 a Chrysler conseguiu lucros modestos. Em 1983 obteve os maiores lucros de sua história.
E, em julho daquele ano, liquidou seu controvertido empréstimo avalizado pelo governo – sete anos antes de seu vencimento.

A Chrysler introduziu novos modelos que entusiasmaram o público americano: o econômico carro-K, conversíveis, e o mini-furgão. As ações da companhia subiram de dois para trinta e seis dólares. Seus acionistas ganharam dinheiro, bem como renovaram a confiança na empresa. O desafiante slogan tornou-se conhecido na nação inteira:

"Se você conseguir achar um carro melhor, compre-o!"

Lee Iaccocca chegou a ser um dos mais respeitados líderes empresariais da América, e quando sua autobiografia foi publicada em 1984, quebrou todos os recordes de vendas de livros.

Essas oportunidades não teriam chegado a Lee Iaccocca se ele não tivesse tido os obstáculos que teve: ser despedido da Ford e enfrentar uma situação de quase bancarrota na Chrysler.

Nesses obstáculos, ele encontrou suas maiores oportunidades.

Todo revés traz dentro de si a semente de um avanço equivalente.
Cabe a nós apenas procurá-lo.
Você se lembra da história “Alice no País das Maravilhas”? Lembra-se de quando ela chegou à encruzilhada e indagou ao gato que se encontrava ali perto que caminho devia seguir? O gato perguntou: “aonde ela quer ir”. Alice respondeu que não sabia. O gato, então, replicou: “sendo assim, qualquer caminho levará a seu destino”.

Como Alice, a maioria de nós não sabe aonde quer ir.


Levantamos de manhã porque disseram que temos de trabalhar. Passamos o dia trabalhando, fazendo tudo o que tem de ser feito. No fim do dia, vamos para casa, passamos algum tempo com a família, jantamos e nos acomodamos diante do televisor, deixando-o insultar nossa inteligência e anestesiar nossas mentes curiosas, de modo que, na manhã seguinte, quando o despertador tocar, possamos estar suficientemente entorpecidos para começar outro dia de rotina, em que não atingiremos nenhuma meta. Em outras palavras, quase todos nós perambulamos sem rumo, somos organismos passivos, reagindo aos desafios da vida como o proverbial barco sem leme. O barco encontrará um porto? Nem mesmo um porto determinado, mas qualquer um? Dificilmente. Se isso acontecer, será por acaso. Chega a ser trágico, mas a maioria de nós gasta mais tempo fazendo planos para uma festa, uma viagem de férias ou um passeio do que planejando a própria vida!

Para onde está indo?

Você se vê em uma subida difícil, em algum degrau da vida, que parece desaparecer nas nuvens lá em cima. Algum dia você terá filhos. Um dia eles terminarão a escola. Um dia surgirá um emprego melhor. Um dia seus filhos se casarão. Um dia terá mais liberdade para viajar. Um dia você irá se aposentar. E então, naturalmente, um dia você morrerá.

Mas, e a vida? Por que se importar? Se tanta gente vai bem, sem um propósito, sem metas, por que você se importaria em ser diferente? A razão é que você quer o sucesso!

Cada indivíduo vive de acordo com seus propósitos. Podemos não chamá-los “alvos”, mas é isso que são. O modo como vivemos em qualquer momento é determinado pelo alvo em direção ao qual nos movemos. Se nossas metas forem claras e boas, é quase certo que estejamos vivendo bem, mas se nossos alvos forem inferiores ou confusos, as chances são que nossa vida também tenha essas qualidades.

Precisamos, portanto, prioridades. Precisamos saber que estamos trabalhando nos alvos melhores e mais importantes.

Os alvos são a nossa motivação para o futuro; mas alvos sem planejamento são como um navio que tem destino, mas não tem leme. Você pode estar em movimento, mas tem pouco ou nenhum controle sobre a sua direção. Bons alvos merecem bons planos.

Idealize, planeje e viva!

Os grandes espíritos têm metas. Os outros apenas desejos. (Washington Irving)

Raciocinar é uma arte que merece uma reflexão mais detida por parte de todos nós. 

Reflitam!!

Mas, e o que é raciocinar?

Segundo os dicionários, raciocinar é fazer uso da razão para conhecer, para julgar da relação das coisas; ponderar; pensar.

De maneira geral nós estamos raciocinando a maior parte do tempo, pois pensamos, fazemos cálculos, tiramos conclusões.

Todavia, quando se trata de tomar decisões em nossas ações diárias, parece que nossa capacidade de raciocinar fica prejudicada ou é abafada pelo egoísmo.

Quando estamos no trânsito, por exemplo, e há um veículo atravessado na rua, cujo motorista espera que alguém lhe de a vez para poder seguir, a razão diz que se o deixarmos passar o tráfego fluirá melhor, beneficiando a todos, mas geralmente não é essa a nossa decisão.

Quando passamos por um lugar onde houve um acidente, e a aglomeração de pessoas está grande, ao invés de ouvirmos os apelos da razão para seguir em frente e não atrapalhar, as mais das vezes nos juntamos à multidão só para satisfazer a curiosidade e julgar a ocorrência sem conhecimento de causa.

Se vamos assistir a um espetáculo, um evento qualquer, o bom senso nos adverte que o melhor é ocupar os lugares mais distantes dos corredores, para facilitar a entrada dos que chegarão depois.

Mas o que acontece geralmente, é que nos sentamos nas primeiras cadeiras e quem chegar depois que passe nos espaços apertados que deixamos. E, por vezes, ainda reclamamos pelo fato de ter que encolher as pernas para que os outros passem.

Outra situação bastante despropositada é a das mães ou pais com crianças pequenas que ocupam lugares de difícil acesso.

Se for um evento em que se faz necessário o silêncio, quando os pequenos começam a chorar ou gritar, esses pais perturbam a metade da platéia até chegarem às portas de saída.

Todas essas situações poderiam ser evitadas se usássemos a arte de raciocinar, tomando sempre as decisões mais racionais.

Nas questões emocionais, o raciocínio sempre é bom conselheiro, mas o que acontece amiúde, é que não lhe damos ouvidos, preferindo agir como os irracionais.

Se necessitamos chamar atenção de um filho, ou outro familiar, por exemplo, e percebemos que este chega nervoso, irritado, a razão nos aconselha deixar para outro momento, mas, infelizmente, nem sempre a ouvimos e despejamos sobre ele uma enxurrada de palavras ásperas, agravando a situação.

Se o namorado ou namorada nos diz que já não somos mais o amor da sua vida, a razão pede que nos afastemos, mas nem sempre é assim que agimos. E é por esse motivo que muitos crimes passionais são cometidos.

Vale a pena prestar mais atenção nessa faculdade bendita que Deus nos deu, chamada razão.

Se lhe déssemos ouvidos, aliando-a ao sentimento, por certo, evitaríamos muitos males, tanto para nós quanto para os outros.

Pense nisso! 


fonte: http://www.velhosabio.com.br
Saiba para onde está indo ...
(a história do piloto Guillormée)

Conheça, agora, a história – verídica – narrada pelo autor de “O Pequeno Príncipe”, em seu livro “Terra dos Homens”. Antoine de Saint-Exupéry conta que nas décadas de 20-30, nos primórdios da aviação comercial, ele ingressou no Correio Aéreo Francês, junto com um amigo chamado Guillormée. Desprovido de qualquer tecnologia, sem ajuda de mapas, roteiros ou algum aparelho que os ajudasse a estabelecer uma rota, munidos apenas de uma pequena bússola, os pilotos decolavam em seus minúsculos aparelhos de um só lugar para transportar a correspondência aos lugares mais distantes. (...) Naquela época, pilotar era uma aventura perigosa, e os que se arriscavam a fazê-lo, eram tachados de loucos e irresponsáveis.

Guillormée pilotava sobre a cordilheira quando seu pequeno monomotor sofreu uma pane, caindo sobre a montanha de neves eternas. Embora não tivesse se ferido gravemente, suas pernas apresentaram profundos cortes e sérios ferimentos.

Com muito esforço, sentindo fortes dores, ele abandonou a cabine do avião destroçado. Ao constatar a extensão dos ferimentos, compreendeu que não teria como sair dali sozinho. Olhou o horizonte em todas as direções e só viu solidão gelada. Conhecedor da região, após rápida análise, entendeu que seu fim estava próximo, principalmente em razão dos sérios ferimentos que sofrera nas pernas.

Por um instante sentiu-se tomado de pânico e pela dor de saber que chegava ao fim de seus dias. Pensou na família que não tornaria a ver, nos amigos, nas tantas coisas que ainda pretendia realizar e na impotência de não ter a quem pedir socorro.
Depois, já mais conformado, pôs-se a pensar sobre as medidas a tomar. Não havia nada a fazer no sentido de sobrevivência, portanto o mais sensato seria deitar-se na neve e esperar que o torpor causado pelo frio tomasse conta de seu corpo, permitindo-lhe ser envolvido, sem dor, pelo manto da morte.

Deitado sobre a neve, Guillormée dirigiu o pensamento a seus filhos, que ele não veria crescer e à esposa, de quem tanto gostava. Aquele homem de espírito forte, batalhador, lutava consigo mesmo para resignar-se à situação. “Meu consolo - pensava ele - é saber que eles não ficarão desamparados; meu seguro de vida tem cobertura suficiente para proporcionar-lhes subsistência por muito tempo. Menos mal! Felizmente tive o bom senso de estar preparado para uma situação destas; tão logo seja liberado meu atestado de óbito, a companhia de seguros...”.

Neste instante, Guillormée teve um sobressalto; sua apólice rezava que o seguro só seria pago mediante a apresentação do atestado de óbito. Ora, naquele lugar inacessível, seu corpo jamais seria encontrado; ele seria dado por desaparecido. Não haveria, pois, atestado de óbito. Passar-se-iam anos de privações para sua família, antes que ele fosse oficialmente considerado morto.

Apavorado com essa idéia, ele pensou: “A primeira tempestade de neve que cair soterrará meu corpo; nunca irão me achar. Preciso caminhar até um lugar onde meu corpo possa ser encontrado”.

As dores que sentia eram cruciantes, mas sua determinação era maior. Ele sabia que, ao pé da cordilheira, havia um povoado cujos moradores costumavam aventurar-se até certa altura da montanha, para caçar. A distância era longa - vários quilômetros -, mas ele precisava realizar a última proeza de sua vida: chegar até onde seu corpo pudesse ser encontrado por um caçador.

Reunindo todas as forças que ainda lhe restavam, obrigou-se a ficar em pé. Foi preciso um esforço hercúleo para não cair. Consciente da distância que teria de percorrer e sabedor de que não podia permanecer naquele local, apesar de seu estado lastimável, Guillormée estabeleceu a meta de dar um passo. Jogou um passo a frente e disse: “Só um passo!”. Com extrema dificuldade empurrava a outra perna e repetiu: “Só mais um passo!”, e de novo: “Só mais um passo!”.

Concentrando toda a sua energia apenas no próximo passo e estabelecendo um forte condicionamento positivo - através do comando “só mais um passo”- ele caminhou quilômetros pela neve. Não se permitia pensar na distância que ainda faltava percorrer, ou em sua dificuldade para se locomover; concentrava-se apenas no espaço a ser vencido pelo passo seguinte. Assim caminhou o dia todo.

A tarde já ia avançada quando seus olhos, turvos pela dor e pelo cansaço, vislumbraram alguns vultos à sua frente; firmou o olhar e percebeu que se tratava de pessoas que olhavam estupefatas, para ele. Agora eu já posso morrer!, pensou, e deixou-se escorregar para o nada.
...

Dias depois, já no hospital, abriu os olhos e a primeira imagem que viu foi a da esposa, a seu lado.
Guillormée teve alguns dedos de um dos pés amputados, que foram congelados pela neve. Passou algum tempo hospitalizado, até readquirir forças, mas continuou vivo ainda por muito tempo.

(...)

Esse exemplo deixa bem clara a importância da estipulação de metas bem definidas; a curto prazo (só mais um passo); a médio prazo (chegar ao pé da montanha); a longo prazo (ter seu corpo localizado), para a realização de qualquer objetivo proposto. Tivesse ele pensado na enorme distância a ser percorrida, na situação física precária em que se encontrava, e muito provavelmente não teria encontrado forças para alcançar o objetivo a que se determinou no alto da montanha.

Cada etapa vencida foi mais um ponto de concentração - em lugar da dispersão - de energia.

Ao estabelecer, portanto, um objetivo, divida o alvo a ser atingido. (...) Se uma emergência obrigá-lo a fazer mudanças nos planos, os ajustes também poderão ser feitos com pequenos passos complementares. Mas para tanto é necessário saber para onde você quer ir.

Sucesso na jornada!
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Eu visualizei esse video no blog: LPcoach
Visete e veja os textos tambem...
Abs
AA

IG