Em 11 de janeiro de 49 a.C., o general e estadista romano Caio Júlio César tomou uma decisão crucial: atravessar o rio Rubicão com seu exército, transgredindo a lei do Senado que determinava o licenciamento das tropas toda vez que o general de Roma entrasse na Itália pelo norte. Este ato foi uma declaração de guerra civil contra Pompéia, que detinha poder sobre Roma. Com as palavras alea jacta est (a sorte está lançada), César resolveu voltar com suas legiões à cidade. Uma vez atravessado o Rubicão e já em terras romanas, ele sabia que não tinha volta. Ou ele e seus soldados tomavam a cidade, ou Pompéia os destruiria.

A decisão de César mudou o rumo da história. Antes que ele atravessasse o rio, a tomada de Roma era apenas uma idéia, um desejo que ele poderia concretizar.

Decorre, deste fato histórico, que atravessar o Rubicão é “pensar grande”, ultrapassar fronteiras, defrontar-se com um caminho sempre difícil e desconfortável. César, apesar disso, atravessou o Rubicão.

Para ter êxito na vida, você tem de ser vulnerável. É preciso arriscar-se em território desconhecido sem resultados prometidos ou calculados. É preciso ultrapassar os limites da zona de segurança e confiar que Deus vai cuidar de você, mesmo que você não saiba como. A verdadeira aventura da vida está em ir além da segurança aparente do já conhecido, impelidos pela constatação de que não são as nossas defesas pessoais que garantem nossa segurança, mas um poder que vai muito além da nossa débil encenação de autoproteção.

(...)

Um sonho que não inclua risco não merece ser chamado de sonho. Aquele que não arrisca fará poucas coisas ruins, mas fará pouquíssimas coisas. Se jamais corrermos riscos, jamais realizaremos coisas grandes. (...)
“Se você quiser que sua vida sempre melhore, terá de assumir riscos. Não existe nenhum jeito de crescer sem arriscar nada. Recuse-se a se unir à multidão cautelosa que joga para não perder. Jogue para ganhar”.

Alea jacta est. O sucesso favorece a ousadia. O mundo é um livro do qual os que não assumem riscos lêem apenas uma página. Vamos, atravesse o seu Rubicão.



Certas autoridades declaram que algumas pessoas atualmente se tornam doentes muita vez para encontrar na terra dos sonhos da insanidade a consideração que lhes fora negada no áspero mundo das realidades. Existem mais pacientes sofrendo das faculdades mentais nos hospitais dos Estados Unidos que de todas as outras doenças conjuntamente.


Qual a causa da insanidade?
Ninguém pode, por certo, responder.


Formulei recentemente esta pergunta ao médico-chefe de um dos nossos mais importantes hospitais para loucos. Este doutor, que recebera as mais altas honrarias e os mais ambicionados títulos pelo valor dos seus conhecimentos no campo da psiquiatria, confessou-me, com toda a franqueza, que ele mesmo não sabia porque as pessoas se tornavam insanas. Decerto ninguém sabe. Mas disse que muita gente se torna assim porque encontra na insanidade a satisfação da consideração que sempre almejou e que não teve facilidade de encontrar no mundo real. Contou-me, então, o seguinte caso:


"Tenho agora uma cliente cujo casamento foi uma verdadeira tragédia. Ela queria amor, satisfação sexual, filhos e prestígio social; mas a vida trouxe-lhe o aniquilamento de todas as esperanças. Seu marido não a amava. Recusava-se mesmo a fazer as refeições com ela, obrigando-a a servir os alimentos no próprio quarto. Ela não teve filhos, nem destaque social. Tornou-se louca; e, em sua imaginação, divorciou-se do marido e retomou seu nome de solteira. Acredita agora que se consorciou na alta aristocracia britânica e faz questão de ser chamada de Lady Smith. No tocante aos filhos imagina que tem um novo bebê cada noite. Sempre que chego para visitá-la, diz-me: `Doutor, tive um filhinho a noite passada`.


Uma vez desfeita a vida, todos os barcos dos sonhos se esbatem nas rochas ásperas da realidade; mas, nas encantadoras fantásticas ilhas da loucura, todas as suas galeras correm para porto, velas enfunadas e o vento assobiando em torno dos mastros. Trágico? Oh, não sei. Seu médico me disse: "Se eu pudesse com minhas mãos restituir sua sanidade mental, não o faria. Ela é muito mais feliz assim como está".

Quando, há poucos anos atrás, se realizou um estudo sobre esposas que abandonavam os maridos, qual foi a conclusão a que se chegou? "Falta de reconhecimento". E posso até mesmo
testar que um estudo sobre os maridos que abandonam as esposas levaria à mesma conclusão. Em geral nos acostumamos tanto com a presença de nossas esposas, que nunca nos lembramos
de dizer-lhes o quanto as estimamos.


Um membro de uma de nossas classes relatou-nos a respeito de um pedido feito por sua esposa. Ela e um grupo de companheiras da igreja estavam seguindo um programa de auto- aperfeiçoamento. A mulher solicitou ao marido que a ajudasse elaborando uma relação com as seis coisas que, segundo ele, ela poderia fazer para se tornar uma esposa mais eficiente. Ele
relatou à classe: "Esse pedido me deixou surpreso. Francamente, não me teria sido difícil relacionar seis coisas nas quais gostaria que ela mudasse - e ela, por sua vez, poderia ter
relacionado milhares de coisas em que eu poderia mudar -,mas não o fiz.
Em vez disso, disse-lhe: `Vou pensar nisso e amanhã pela manhã dou uma resposta'.
"Na manhã seguinte, levantei-me muito cedo, liguei para uma floricultura e pedi que entregassem seis rosas vermelhas à minha esposa, acompanhadas de um cartão com os dizeres:
`Não consigo me lembrar de seis coisas em que você poderia mudar. Eu a amo do jeitinho que você é'. "Quando cheguei em casa naquela noite, adivinhem quem me recebeu à porta? Exatamente. Minha esposa! Estava quase chorando. Nem preciso dizer, fiquei extremamente contente por não té-la criticado como me pedira. "No domingo seguinte, na igreja, após minha esposa apresentar os resultados de sua missão, muitas das mulheres com quem ela estudava procuraram-me e - disseram: `Foi o gesto mais cortês que vi em toda a minha vida'. A partir de então compreendi que poder tem a apreciação."
Na semana passada eu escutei no radio a seguinte materia:
“A internet, com apenas 50 anos de criação, ultrapassa os jornais impressos e o Rádio como mídia de informação, ficando em 2º lugar, só perdendo para a TV.”

Esse fim de semana eu passei a tarde na casa de um amigo, ele ainda não tem TV a cabo e portanto os canais tradicionais imperavam na programação.
Eu fiquei assustado, pois a +/- 10 anos eu assino a Tv e não assisto Globo desde então. Porém a coisa não mudou em nada e ao perceber a forma em que o telespectador é tratado, eu só posso chegar a conclusão de que a TV nacional tem como principal atividade deixar o povo + ignorante.!!
Nos idos anos 80, quando vinculada a novela “Que Rei sou Eu”, observamos a mão invisível da mídia manipulando resultados eleitoreiros e o conceito continua atual ou seja, quanto mais ignorante o povo, melhor para o poder de governar e assim caminha a humanidade.
Exemplos atuais são os finais de novela das 8 e o Big Brother. Este ultimo é o que chama mais a atenção, pois seu contexto foi distorcido ou melhor nem apresentado aos ignorantes, porem depois de ler o texto faz todo o sentido na criação, para conhecimento geral, veja o texto que li no blog: (http://quefase.blogspot.com/)

...“A idéia do "Grande Irmão" foi cunhada por George Orwell (um pseudônimo do escritor Eric Arthur Blair) no livro Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (titulo original: Nineteen Eigthy-Four). O livro foi escrito em 1948, no período pós-guerra e basicamente descreve a visão do autor de como seria a vida em 1984 num mundo (ou pelo menos parte dele) dominado por uma espécie de governo único. Sinceramente eu recomendo a leitura.Eh engraçado ver como o sentido real da coisa fica distorcido. A idéia do termo "big brother" estah relacionado com a forma em que o estado monitora, vigia e até certo ponto controla a população. Assim, as pessoas na tal casa não são "brothers" e nem "sisters". O Big Brother é aquele que estah do lado de fora e que tem poder de decidir o futuro daqueles personagens.” ...

Esse conceito de Estado que monitora, pode ser observado melhor ainda quando analisamos as mídias, quase toda concessão é ligada ao governo ou terá que atender ao seu “pedido” futuro.
A internet tem o papel de mudar isso e de tornar a informação mais independente, de criar mecanismos de debates de opinião sem interferência, etc.., porem hoje vivemos uma indigestão de informação, ela chega sem filtro, sem prazo de validade e sem “autoria”, ainda sem cumprir seu papel, informamos demais e o de menos.

Acho que teremos que conviver com o “Grande Irmão” durante muito tempo, espero apenas manifestar nesse texto a preocupação de que temos obrigação de combater esse tipo de comportamento na rede mundial e batalhar para informar menos, porem melhor.
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Essas últimas semanas os noticiários tem bombardeado a todos com esses textos de crise, crise isso, crise aquilo, a carne subiu, a bolsa caiu, o desemprego subiu, a pipa do vovô desceu, enfim uma avalanche de más noticias.
O colunista Carlos Heitor Coni deu uma noticia interessante, na busca pela internet, a palavra mais pronunciada na semana passada foi exatamente...crise!
Eu entendo que estamos passando por momentos difíceis, que temos que ter atenção, que devemos ser mais produtivos, que devemos fazer contas antes de trocar de carro, trocar a geladeira ou mesmo comprar o material das crianças para o ano letivo que vai começar, porem essa atenção e cuidado já deveria fazer parte da nossa vida, do nosso dia a dia e não porque estamos em crise.
Parece a historia do copo de água, “um copo pela metade pode ser analisado da forma pessimista que esta meio “vazio”ou da forma otimista que o copo esta meio “Cheio”.
A crise esta sendo analisada de forma pessimista e quase ninguém divulga a parte otimista, então vamos La:
Estamos falando de forma pessimista que o País deve crescer 3% no ano, poxa estamos afirmando que o ano será 3% melhor do que o ano passado, isso é ruim ?
O País ao crescer 3% , terá condição de preparar a infra-estrutura para garantir a continuidade desse crescimento, será que tínhamos condições para crescer 6% ou 7% ? Temos estradas preparadas, temos energia suficiente, temos meios de escoar produção com eficiência?
Ou seja, o crescer 3% pode ser uma dádiva dos céus nos preparando para poder criar mecanismos e escapes para no futuro crescer os 6, 7, ou 10%.
O fator de crescer 3% mostra que vamos melhorar, como podemos apregoar que estamos em crise? Estamos crescendo, vamos fazer o possível para continuar crescendo e não vamos parar!
Acho que os noticiários fazem exatamente o contrario, ao divulgar o pessimismo com fervor, atraem os sentimentos negativos, deixam a população em “pânico”, paralisam a economia e com isso, chegaremos ao final do ano sem o “poucos” 3% e talvez sim, com um país em crise, coisa que ainda não estamos.
Faça a sua parte, reflita e apregoe que estamos preparando o País para crescer 3%, que será um ano maravilhoso e faça a sua parte para que realmente seja !!
Antes de combater a Crise, combata o sentimento pessimista de poder entrar em crise, lembremos que é mais difícil eliminar um fantasma do que eliminar o problema real.
De que forma você esta vendo o copo? Meio cheio ou meio vazio ?

O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade. ( Sir. Winston Churchill)


Essa "estória" nos ensina que devemos tomar cuidado com o nosso aprendizado, as vezes nos esforçamos tanto em aprender a matar dragões e não iremos utilizar essa tecnica em nada.
Alem de apreder, aprenda a aprender o que te trará edificação.
Separar o joio do trigo é uma ardua tarefa que fazemos a cada momento, a cada conversa, a cada leitura.

Todos os verões vou pescar no Maine. Pessoalmente sou um apaixonado pelos morangos com creme, mas sei que, por uma estranha razão, os peixes gostam mais de minhocas. Por isso,quando vou pescar, não penso sobre o que mais me agrada. Penso sobre a predileção dos peixes. Meu primeiro cuidado é não iscar o anzol com morangos com creme. Penduro sempre uma minhoca ou um gafanhotinho no anzol e passo-o em frente dos peixes, perguntando-lhes: "Vocês não gostariam de provar tal comida?"

Por que não usar o mesmo senso prático ao tratar com pessoas?
Por que falar sobre o que nós queremos? Isto é criancice. Absurdo. Naturalmente você está interessado no que quer. Está eternamente interessado em tal coisa. Mas apenas você. Ninguém mais. 0 resto dos homens não é diferente. Estamos todos interessados no que nós queremos. Assim, o único meio existente na terra para influenciar uma pessoa é falar sobre o que ela quer e mostrar-lhe como realizar o seu intento.

"Se há algum segredo de sucesso, consiste ele na habilidade de apreender o ponto de vista da outra pessoa e ver as coisas tão bem pelo ângulo dela como pelo seu".

Henry Ford

Barbara Anderson, que trabalhou num banco de Nova York, estava disposta a mudar para Phoenix, Arizona, devido à

saúde do filho. Empregando os princípios que havia aprendido em nosso curso, escreveu a seguinte carta e a enviou a doze

bancos de Phoenix.

Prezado Senhor:

Meus dez anos de experiência bancária seriam de interesse a um banco que cresce tão depressa quanto o do senhor.

Tendo trabalhado em várias funções no Bankers Trust Company, de Nova York, o que me propiciou alcançar meu atual

cargo de gerente de agência, adquiri muita experiência e habilidade em todas as fases bancárias, incluindo relações com depositantes, créditos, empréstimos e administração.

Estarei de mudança para Phoenix no próximo mês de maio tenho certeza de que poderei contribuir para o seu crescimento e

rendimento. Estarei em Phoenix no dia 3 de abril e gostaria de ter a oportunidade de mostrar ao senhor de que modo poderei

colaborar com os objetivos de seu banco.

Atenciosamente,

Barbara L. Anderson

0 leitor acha que a sra. Anderson recebeu alguma resposta a essa carta? Pois onze dos doze bancos convocaram-na para

uma entrevista e ela ainda pôde escolher que oferta aceitar. Mas por quê? A Sra. Anderson não mencionou o que ela queria,

mas escreveu de que modo poderia ser útil, enfocando não as necessidades dela, mas as deles.


Milhares de vendedores estão enchendo as ruas hoje, fatigados, desanimados e mal pagos. Por quê? Exclusivamente porque estão sempre pensando apenas no que eles querem. Não compreendem que nem você nem eu queremos comprar coisa alguma. Se o quiséssemos, sairíamos e compraríamos. Mas nós ambos estamos eternamente interessados na solução dos nossos problemas. E, se um vendedor é capaz de mostrar-nos como seus serviços ou suas mercadorias podem ajudar-nos a resolver nossos problemas, não necessita vender-nos coisa alguma. Nós compraremos. E todo freguês gosta de sentir que está comprando nunca que lhe estão vendendo.


Por exemplo, resido em Forest Hills, uma pequena comunidade de casas particulares, no centro da grande Nova York. Um dia ia eu apressado para a estação quando me encontrei com um corretor de bens imóveis que tinha comprado e vendido propriedades naquela região por muitos anos. Conhecia bem Forest Hills e por isso, precipitadamente, lhe perguntei se o estuque de minha casa era feito com tela metálica ou com telhas ocas. Disse-me que não sabia e declarou-me o que eu já sabia: que podia ter uma informação segura procurando a Forest Hills Garden Association. Na manhã seguinte recebi uma carta sua. Trazia-me a informação pedida? Podia tê-la conseguido em 60 segundos com um telefonema. Mas não o fez. Disse-me novamente que eu podia ter a informação telefonando e aproveitou o ensejo para pedir-me que lhe desse a preferência de meu seguro.Não estava interessado em ajudar-me. Estava interessado apenas em ajudar-se.


Lembre-se:

Desperte na outra pessoa um ardente desejo. Aquele que conseguir isto, terá o mundo ao seu lado. Quem não o conseguir trilhará um caminho solitário".



Quando tratarmos com pessoas, lembremo-nos sempre de que não estamos tratando com criaturas de lógica. Estamos tratando com criaturas emotivas, criaturas suscetíveis às observações norteadas pelo orgulho e pela vaidade.
Qualquer idiota pode criticar, condenar e queixar-se – e a maioria dos idiotas faz isso.
Mas é preciso ter caráter e autocontrole para ser complacente e saber perdoar.

“Bob Hoover, famoso piloto de teste, bastante solicitado para realizar acrobacias aéreas, depois de uma dessas demonstrações em San Diego estava voltando a casa em Los Angeles. A 300 pés de altura, como descreveu a revista especializada Flight Operations, ambos os motores da aeronave repentinamente pararam. Através de uma hábil manobra, ele conseguiu aterrissar e, embora ninguém se tenha ferido, o avião ficou bastante danificado.
Após proceder à aterrissagem de emergência, a primeira providência de Hoover foi examinar o tanque do avião. Tal como suspeitara, o aparelho da Segunda Grande Guerra Mundial tinha sido abastecido com combustível de jato, não com gasolina.
Voltando ao aeroporto, pediu para ver o mecânico que tinha abastecido o avião. 0 rapaz se mostrou profundamente abalado com o erro que havia cometido. Quando Hoover aproximou-se dele, lágrimas escorriam-lhe pelas faces. Acabara de causar a perda de um avião extremamente dispendioso e por pouco não causou a perda de três vidas.
Era de se imaginar a fúria de Hoover, as palavras cruéis que esse piloto meticuloso e orgulhoso de si desfecharia contra o rapaz. Mas Hoover não repreendeu o mecânico; ao contrário,
abraçou-o e disse: "Para lhe provar que tenho certeza de que jamais voltará a fazer o que fez, quero que você amanhã abasteça o meu F-51 ".

"Um grande homem demonstra sua grandeza", na opinião de Carlyle, "pelo modo como trata os pequenos."

Não critique, não condene, não se queixe.
Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o rei Dom José perguntou ao General Pedro D’Almeida, Marquês de Alorna, o que se havia de fazer. Ele respondeu ao rei: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”.
Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.
Muitas vezes temos em nossa vida empresarial e mesmo pessoal, “terremotos” avassaladores como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que muitas vezes perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, objetiva. Esses “terremotos” podem ser de toda ordem: um lote de produtos com defeito que saiu de nossa indústria para o mercado sem que tenhamos detectado a tempo; produtos contaminados que causaram problemas; erros incorrigíveis cometidos por nossos funcionários em relação ao nosso melhor cliente, etc, etc. Todos nós estamos sujeitos a “terremotos” na vida. Quem está competindo no mercado sabe que há “falhas geológicas” indetectáveis sob nossos pés e que podem gerar um “tremor” a qualquer instante sem que estejamos preparados. O que fazer?
Exatamente o disse o Marquês de Alorna: “Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos”. E o que isso quer dizer para a nossa vida empresarial e pessoal? Que lições podemos tirar desse conselho a D. José?
Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso “sepultar” o passado. Colocar o passado debaixo da terra. Isso significa “esquecer” o passado. Pouco ou nada resolve abrirmos uma “sindicância” para descobrir os culpados pelo terremoto. Também não adianta ficarmos discutindo como teria sido se o terremoto não tivesse ocorrido. Ou ainda se Lisboa estivesse situada fora da falha geológica que gerou o terremoto. Enterrar os mortos. E a verdade é que muitas empresas e pessoas têm enorme dificuldade em “enterrar os mortos”. Ficam anos e anos em atitude de um eterno velório. Passado o terremoto, lembre-se, a primeira coisa a ser feita é “enterrar os mortos”.
Cuidar dos vivos significa que depois de enterrar o passado, temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto. Dar foco ao presente só será possível se enterrarmos os mortos, esquecermos o passado. Cuidar dos vivos significa reunir pessoas e bens que sobreviveram ao terremoto e rearranjá-los de forma a servirem para a reconstrução, para o novo. Muitas empresas e pessoas não conseguem dar foco ao presente para “cuidar dos vivos”. Vivem o tempo todo na ilusão do que poderia não ter ocorrido. Não conseguem se desligar. Não têm energia para “cuidar dos vivos”
Fechar os portos significa não deixar as “portas” abertas para que novos problemas possam surgir ou “vir de fora” enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou do terremoto de nossa empresa ou de nossa vida. Significa não permitir que novos problemas nos desviem do “cuidar dos vivos”.
Fechar os portos também é necessário porque quando você está passando por um “terremoto”, seus adversários e inimigos sabem de sua fragilidade e possível desesperança. E aí quererão aproveitar-se de sua fraqueza. Se você deixar seus “portos” abertos poderá ter que lutar contra os invasores, vampiros e abutres que virão espreitar a sua desgraça. Feche os portos!
Os conselhos do Marquês de Alorna a D. José são de uma sabedoria indiscutível. Serviram para a reconstrução de Lisboa em 1755 e servem para nossas empresas e nossas vidas pessoas neste século XXI.
É assim que a história nos ensina. Por isso a história é “a mestra da vida”. Portanto, quando você ou sua empresa enfrentarem um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos!

Pense nisso. Sucesso!

Texto adaptado - escrito por prof. Marins
http://www.anthropos.com.br/
Outra "fabula" que nos da esperança de praticar o bem, não interessa a quem.
Se temos a oportunidade de praticar as boas ações, não deixe passar, não olhe onde esta, quem é ou o porque.
Simplesmente seja você!!






As estrelas ainda estão lá

“A esperança consegue ver o céu através das mais densas nuvens.”
(Thomas Brooks, Clérigo inglês – 1608*1680)



Conta-se a história de dois viajantes que, em seus camelos, atravessavam as escaldantes areias de um deserto. Lentamente, avançavam pela árida extensão, seguindo as pegadas de uma caravana que os antecedera. De repente, violenta tempestade de areia começou a varrer a inóspita amplidão. O furioso e inclemente vendaval, quente e sufocante, soprava incontido, revolvendo em um turbilhão frenético a gigantesca massa de areia, a ponto dos desolados viajantes mal poderem avistar os camelos a seu lado.

Por fim, cessou a ventania e tudo voltou à calma outra vez. Ao contemplarem agora o cenário, o panorama havia mudado completamente. Cada monte de areia havia mudado de forma e de lugar. Todo arbusto que antes se via, agora estava desaparecido embaixo da desolada extensão de
areia. As poucas e tênues pegadas pelas quais eles se orientavam, tinham desaparecido totalmente. Um deles, após procurar, em vão, qualquer indício ou sinal que os ajudasse na tomada do rumo, deixou cair os braços em gesto de completo desânimo e, angustiado, falou:
– Estamos perdidos, estamos completamente perdidos.

O outro nada tinha a dizer. Naquela noite, entretanto, depois que o sol se pôs para além do horizonte ocidental, levantou os olhos para o céu estrelado e disse esperançoso:
– Não, não estamos perdidos. As estrelas ainda estão lá.

É... assim se dá conosco. O cenário de nossas vidas transmuta com tanta rapidez que pode deixar-nos perplexos. Aqueles em quem mais confiamos nos podem desencantar. Podemos ceder ao desespero, nos acharmos perdidos, além de toda esperança. Mas ao volvermos os olhos para o céu, para o Criador, ao invés de nos perdermos na enganosa contemplação das cercanias que nos envolvem, podemos perceber que as estrelas continuam lá.

E, então, compreendemos que se o Criador pode semear milhões de estrelas nas amplidões, se pode manter o universo em perfeita ordem, com precisão absoluta, então podemos ficar bem certos de que não será de outra forma que Deus considera as nossas vidas.

Nosso retorno nunca é ao mesmo lugar onde começamos, mas sempre a um lugar mais alto. Ficamos mais sábios e mais ricos. Independentes daquilo que nos atinge.
Não importa a preocupação, a frustração ou o pesar que você levou para a cama ontem à noite... O dia de hoje traz consigo a esperança de uma mudança radical.

Lembre-se, as estrelas continuam lá...



Essa pequena "fabula" nos ensina como estamos acomodados em determinadas situações, casamento, emprego, etc...E não damos conta que as coisas ao nosso redor estão "esquentando" e vamos "levando".
Cuidado, estabeleça momentos de reflexão de analise de como estão indo as coisas, para não ficar esperando passar a sensação de mal estar, ataque sempre.
Seja o primeiro a perceber a mudança e para onde devemos ir, não espere sentado, seja pro ativo, partindo de você a iniciativa, a tendencia é sempre ganhadora.




Nunca subestime o poder de um único sonho.

Ninguém pode negar o modo como um sonho mudou para sempre o cenário dos Estados Unidos. Esse sonho chegou à notoriedade nas escadarias do "Memorial a Lincoln", em 28 de agosto de 1963. Sob um sol do meio-dia, o homem que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, Martin Luther King Jr., falou a milhares de pessoas. Sua paixão soava em alto e bom som para os ouvintes sedentos que, em pé, ocupavam toda a área desse monumento nacional:

Digo a vocês hoje, meus amigos, que a despeito das dificuldades e frustrações do momento, eu ainda tenho um sonho.... Tenho um sonho de que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de seu credo:
Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens foram criados iguais ...
Tenho um sonho de que meus quatro filhos, um dia, vivam em uma nação onde não sejam julgados pela cor de sua pele, mas pela essência de seu caráter. Tenho um sonho hoje!

Esse sonho se fez ouvir por todos os Estados Unidos. Logo 100 mil pessoas fizeram uma marcha em Selma, Alabama. Outras fizeram piquetes em Birmingham. Os que se opunham ao sonho queimaram as casas dos que faziam o piquete e destruíram seus carros, mas sua esperança - sustentada pelo sublime sonho de um homem - permaneceu firme.
Uma nação inteira estremeceu sob o poder do sonho de um homem!

Você já conheceu alguma pessoa que não tinha a menor idéia do que queria na vida e, ainda assim, tenha sido bem-sucedida? Eu nunca vi. Todos nós precisamos de alguma coisa pela qual valha a pena lutar. O sonho nos dá isso.

(...)

Quando temos um sonho, deixamos de ser expectadores sentados na poltrona à espera de que tudo acabe bem. (...) Nosso sonho, quando perseguido, é o melhor prognóstico de nosso futuro - o que não quer dizer que temos algum tipo de garantia, mas realmente aumenta em muito nossas chances de sermos bemsucedidos.

Ouse sonhar e trabalhar seu sonho. Faça isso a despeito de problemas, circunstâncias e obstáculos.

(...)

Se você ainda não descobriu qual é seu sonho, provavelmente está percebendo o quanto está perdendo. O sonho vai lhe dar uma razão para prosseguir, um caminho a seguir e um alvo a alcançar.

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Esse texto mostra bem como devemos nos portar junto a outras pessoas, eu acredito nisso principalmente quando discutimos coisas como religião, ao abordar temas tão complexos e de critrios tão pessoais, temos que tomar muito cuidado para, ao expor nosso ponto de vista, não ofender o outro.

Lógico que sou a favor das discussões e debastes sobre a crença e sobre a doutrina da graça de Deus, porém o que vejo é a falta de atenção na obordagem do tema; e isso tem levado as pessoas a "fecharem" seus ouvidos ao discurso desses que no intuito de envangelizar, acabam tornando sua santidade uma ofensa.

Preste atenção nesta história:Os japoneses cultivam uma delicada e pequena árvore, tão pequena que sua altura não passa de uns poucos centímetros. Eles a chamam de Bonsai.
Na Califórnia encontramos um bosque de árvores gigantes chamadas secóias. Uma dessas gigantes foi batizada de general Sherman. Esta magnífica árvore, que atinge a surpreendente altura de 82 metros e sua circunferência é de 23,7 metros, é tão grande que seria possível produzir madeira suficiente para construir 35 casas de cinco dependências.
Houve um tempo em que o bonsai e o general Sherman mediam o mesmo. Quando eram sementes, cada uma pesava menos de 0,01 grama. Ao chegar à maturidade, a diferença em tamanho era considerável; e esta diferença nos ensina algo.
Quando a ponta da árvore Bonsai rompeu a camada de terra, os japoneses a desenterraram e amarraram sua raiz principal e algumas das raízes de alimentação, o que conseqüentemente impediu seu crescimento. O resultado é uma miniatura, muito bonita é verdade, mas ainda assim, uma miniatura.
A semente do general Sherman caiu em uma terra rica da Califórnia e se alimentou de minerais, da chuva e da luz do sol. O resultado foi uma árvore gigantesca.
Tanto o Bonsai quanto o general Sherman não puderam escolher seus destinos. Mas você sim. Pode ser tão grande ou tão pequeno como desejar ser. Pode ser um Bonsai ou general Sherman.
Você escolhe.
Esse texto é muito bom, vale a pena ler e refletir com
os acontecimentos em nossas vidas:
para visualizar melhor o texto, click na imagem.


Na década de 1970, Lee Iaccocca era o presidente da Ford Motor Company com uma atuação dinâmica e vitoriosa. Ele tinha criado o Mustang, um carro que vendeu mais unidades no seu primeiro ano de existência do que qualquer outro carro na história do automóvel. Ele tinha levado a Ford a obter lucros em torno de 1 bilhão e 800 milhões de dólares por dois anos seguidos. Ganhava cerca de 970.000 dólares por ano e era tratado regiamente. Mas vivia à sombra de Henry Ford II, um homem que Iaccocca descreve como caprichoso e despeitado. Em 13 de Julho de 1978 Henry Ford o despediu.

Menos de quatro meses depois, Iaccocca tornava-se presidente da Chrysler, uma companhia que havia anunciado uma perda de 160 milhões de dólares em três trimestres seguidos, o pior déficit que ela já tivera. Iaccocca achou que a Chrysler não era bem administrada – seus trinta e um vice-presidentes estavam trabalhando sozinhos, em vez de trabalharem em conjunto. A escassez de petróleo de 1979 agravou os problemas da Chrysler, visto que o preço da gasolina dobrou e as vendas de carros grandes caíram rapidamente.
Em 1980, a Chrysler perdeu 1 bilhão e 700 milhões de dólares, a maior perda operacional de empresas dos Estados Unidos.
Mas Iaccocca estava transformando seus obstáculos em oportunidades. Primeiro, tinha sido despedido. Depois chegou a presidente de uma companhia que a maioria das pessoas pensava estar a caminho da bancarrota. Mas sem esses obstáculos, Lee Iaccocca nunca teria tido a chance de revelar-se. Ele estava decidido a não desistir. Concessões da União, agilização das operações da Chrysler, a criação de novos produtos – tudo isso contribuiu para a recuperação da companhia.

Em 1982 a Chrysler conseguiu lucros modestos. Em 1983 obteve os maiores lucros de sua história. E, em julho daquele ano, liquidou seu controvertido empréstimo avalizado pelo governo – sete anos antes de seu vencimento. A Chrysler introduziu novos modelos que entusiasmaram o público americano: o econômico carro-K, conversíveis, e o mini-furgão. As ações da companhia subiram de dois para trinta e seis dólares. Seus acionistas ganharam dinheiro, bem como renovaram a confiança na empresa. O desafiante slogan tornou-se conhecido na nação inteira: "Se você conseguir achar um carro melhor, compre-o!"
Lee Iaccocca chegou a ser um dos mais respeitados líderes empresariais da América, e quando sua autobiografia foi publicada em 1984, quebrou todos os recordes de vendas de livros.
Essas oportunidades não teriam chegado a Lee Iaccocca se ele não tivesse tido os obstáculos que teve: ser despedido da Ford e enfrentar uma situação de quase bancarrota na Chrysler. Nesses obstáculos, ele encontrou suas maiores oportunidades.
Todo revés traz dentro de si a semente de um avanço equivalente.

Cabe a nós apenas procurá-lo
Abraham Lincoln nasceu em 1809, no estado de Kentucky. Seu pai era um trabalhador itinerante, iletrado; sua mãe uma mulher frágil e doente - morreu quando ele tinha nove. Não teve virtualmente qualquer educação formal.
Sua primeira tentativa de uma carreira foi em 1831 e fracassou por completo. Um ano mais tarde, candidatou-se a ocupar o cargo de legislador do estado, mas não teve sucesso. A partir daí, além de sucessivos momentos de humilhação e frustrações pessoais, foram cerca de vinte anos de derrotas e fracassos na tentativa de um cargo na vida política.
(...)
Porém, finalmente, em 1860, Abraham Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos e, logo depois, enfrentou a guerra mais devastadora que o país já teve de enfrentar. Sua perseverança recompensou-o com sucesso político sem precedentes, e foi reeleito para um segundo mandato. Infelizmente, apenas cinco dias depois de o general Lee ter-se rendido, a 14 de abril de 1865, Lincoln foi assassinado. Ele morreu antes de fazer sessenta anos.
Sem conhecer nenhum desses detalhes, a tendência é pensar: “Puxa, ele deve ter tido uma formação majestosa”. Examinando a escura caverna do seu passado, compreendemos que era repleta de fracassos e tragédias, tristeza e sofrimento.
O aço da grandeza é forjado no fogo. Isso se aplica a todos nós.
Nunca se esqueça disso, especialmente quando você estiver em meio ao fogo e convencido de que nada de valor sairá dessa experiência.

“A vida é uma folha de papel em branco, onde cada um de nós tem de escrever suas palavras, sejam uma ou duas... e depois cessar. Então escreva algo de grandioso, mesmo que tenha tempo apenas para uma linha. Que ela seja sublime.
Não é crime errar. O crime é mirar baixo!”.
(James Russel Lowell)

Erros acontecem. Você e eu os cometemos no passado e, infelizmente, iremos cometê-los outra vez no futuro. Se você nunca cometeu erros no seu trabalho, ou não está trabalhando há muito tempo, ou então não está fazendo muita coisa.

(...)
Todos nós falhamos e cometemos erros. Na verdade, as pessoas bem-sucedidas sempre têm mais falhas que a média das pessoas comuns.

(...) É sempre melhor fracassar em alguma coisa, que ser excelente em não fazer nada.

(...) Certo dia, o diretor de um banco comunicou a um dos seus vice-diretores que iria aposentar-se e que o escolhera para ser seu sucessor na chefia da empresa. O jovem ficou extasiado pela honra que lhe era conferida e, ao mesmo tempo, preocupado com a responsabilidade inerente ao cargo. Assim que se refez do espanto, agradeceu:
- Obrigado, senhor!
Em seguida, num tom mais sério, disse:
- Sempre o admirei muito pela sua habilidade à frente dos negócios. Qual é o segredo do seu sucesso?
O velho diretor pôs a mão no queixo, pensou um instante e em seguida replicou:
- Saber tomar decisões acertadas.
- E como foi que o senhor aprendeu a tomar decisões acertadas? Indagou o jovem.
Com um brilho diferente no olhar, o diretor respondeu:
- Tomando algumas erradas.
(...) Ninguém aprende a tomar decisões acertadas sem antes fazer algumas erradas. Quem não assimila as lições dos erros cometidos nunca poderá obter sucesso.
(...)
Quando você cometer um erro, admita-o. Não tente encobri-lo e fingir que nunca aconteceu, ou ainda que não foi realmente um erro. E, por favor, nunca atribua a culpa a qualquer outra pessoa, especialmente alguém que trabalha para você!
(...) Deus jamais vê qualquer um de nós como um fracasso.

Ele nos vê apenas como aprendizes.


Você não sente ou não vê a força da vida escapando, até que ela não esteja mais ali. Então, é tarde demais.

(...)

O impacto mais prejudicial da autodepreciação é o seu final. Uma carranca dentro de pouco tempo substituirá seu sorriso. Então você acredita que não pode vencer porque tem maus antecedentes; porque sua família é numerosa; porque você “não conhece ninguém” ou se casou com a pessoa errada; talvez você esteja gordo demais, ou magro demais; não tem dinheiro, não tem talento, tem muitas dívidas, não está seguro de si; é muito feio, branco demais, moreno demais, sua altura é pouca, tem um nariz muito grande...? Pretextos. A lista de desculpas que as pessoas inventam poderia encher um livro. Tudo bem, algumas podem até ser verdadeiras, mas nenhuma vai trazer sucesso ou dinheiro; mas certamente entorpeceriam a luta para consegui-lo.


(...)Agora, pense: nunca lhe ocorreu que o fracasso pode ser um excelente professor? Muitas das histórias dos grandes vencedores tiveram origem em desastres pessoais. São poucas as pessoas que venceram na vida, em qualquer campo que seja, que não tiveram que enfrentar o fracasso e repúdio em algum momento de sua vida.


(...) Seriam por acaso essas pessoas inferiores só porque fracassaram alguma vez ou tinham qualquer limitação? Claro que não.Se você não se livrar da sua “sindrome de coitadinho”, de suas desculpas descabidas, complexos torpes e sentimentos de inferioridade ou de incapacidade, é claro que certamente morrerá. E morrerá de hemorragia da alma. Sem uma única gota de alegria.

Permaneça vivo enquanto você viver

Uma piada conhecida começa assim: alguns sacerdotes estavam discutindo a questão de quando começa a vida.
– A vida começa, disse o padre católico, no momento da concepção.
– Não, não padre, disse o pastor presbiteriano, a vida começa na hora do
nascimento.
Ambos então voltaram-se para o envelhecido rabino judeu.
– A vida começa, disse o rabino acariciando vagarosamente a sua barba,
quando as crianças vão embora de casa e o cachorro morre.

É muito comum ouvir dizer que a vida começa aos 40; outra coisa que se diz muito é que a vida termina quando alguém se aposenta. Então os anos de vida que se têm são muito poucos. A vida, vida mesmo, pode começar quando você quiser que comece, e pode continuar por muito, muito tempo – apesar da idade. O importante não é propriamente viver, mas sim, permanecer vivo enquanto você viver!

A escada rolante é um excelente lugar para você aprender uma ótima lição
sobre “viver ”. Você, provavelmente, já viu gente que, sabe-se lá porquê, “diverte-se” tentando subir pela escada que desce, ou querendo descer pela escada que sobe. O “divertimento”, nestes casos, consiste em correr como doido, molhar a camisa na escada que sobe, para, no final da brincadeira, continuar plantado no mesmo lugar. Na escada que desce, o fenômeno é outro: o sujeito tem de fazer das tripas coração, segurar-se como pode, viver como se estivesse à beira de um precipício para não despencar no fundo do poço da escada que desce, ou seja, para continuar plantado no mesmo lugar.

Tanto tempo, esforço, suor, para nada! “Estar ativo” não significa, necessariamente, estar “em movimento”. De que adianta movimentar-se tanto e não sair do mesmo lugar? De que adianta viver sem estar vivo?

Sempre que você ficar em dúvida sobre se está ou não andando realmente para onde quer ir, pare um momento e pergunte a você mesmo: “será que não estou insistindo em descer pela escada de subir?” Ou, ao contrário, conforme a circunstância: “será que eu não estou insistindo em subir pela escada de descer?”.

Em qualquer caso, o que interessa é descobrir se você está ou não empregando corretamente sua energia e, principalmente, se a está empregando para andar na direção em que deseja andar. Em outras palavras: “Você está sabendo usar corretamente a escada... ou é a escada que está encarregada de decidir?”.

Não se esqueça de que na hipótese de você achar que está sendo muito “esperto” ao se livrar da responsabilidade de decidir sobre sua vida, quando a escada é quem decide, o risco é muito grande: você pode estar suando a camisa e se esfalfando para acabar... plantado no mesmo lugar.

Você veio a este mundo repleto de valores. Um propósito, um objetivo, um sonho – estes são os ingredientes para permanecer vivo. Você é uma pessoa de valor; existe uma razão para a sua vida. Alimente este propósito todos os dias.

Isso irá mantê-lo vivo enquanto você viver.

IG