Resumo do texto anterior:
No texto da semana 2, analisando o problema que surgiu entre a exigência da empresa e a satisfação do trabalhador e sua recompensa verificou que esses assuntos não estavam em sintonia.
Como resolver?
Para resolver primeiro propusemos entender o PROBLEMA, verificamos no texto da semana passada que esse problema esta situado em dois pontos:
1- O surgimento de uma nova era e a dificuldade de adaptação
2- Apesar do surgimento da nova era, temos cobranças de ação como pensadores e tratamento de gestão como “coisa”.

Na apresentação da solução, verificamos que a mudança depende de cada um, da força e energia de encarar esses novos desafios e vence-los, porem esbarramos em outro ponto

3- Somos educados de forma errônea.
Aprendemos a ser comprados com outros e nos tornar “na media”, ou seja, medíocres. Para a nova proposta devemos renovar as idéias, novas habilidades, devemos sair da zona de conforto e a proposta foi de mudarmos, portanto de dentro para fora, encontrar nossa voz interior.

Essa “voz interior”, motivação de “dentro para fora”, “resolução de fim de ano”, ou o nome que você decidir chamar, existe em todos nós e devemos buscar formas de implementar, de aplicar no nosso dia a dia e somente com muita força de vontade e disciplina podemos expulsar o ser mediano que foi nos colocado de fora para dentro no decorrer dos anos.
A solução para o problema apresentado no texto anterior é justamente nos espelhar em pessoas que quando confrontadas com sistemas, tradições e hábitos injustos e preconceituosos, decidem não se conformar.
Nós devemos ser impulsionados por essa poderosa convicção e pela força dos princípios que norteiam nossas vidas, e não se deter diante de pensamentos do tipo: “As coisas sempre foram assim”, ou “O que eu posso fazer sozinha?”, ou ainda “Fui criada dessa forma”.
Devemos nos dispor a enfrentar qualquer desafio, por mais remotas que pareçam ser as chances de vitória, devemos seguir. Por maiores que sejam os obstáculos, devemos continuar confiantes. Por mais intensa que seja a pressão, nunca render-se. E por com essas ações e atitudes, vamos triunfar, mudando para melhor nossas vidas e as de muitos outros. A influência positiva pode, em muitos casos, estendendo-se para a empresa, para a comunidade, e até mesmo influenciar as gerações futuras.

Não será possível ser uma pessoa a atravessar essa fase de transição (mudança de era) sem ser uma figura de transição, sem cultivar o espírito empreendedor, ou seja, sem buscar em si mesmo iniciativas criativas para solucionar problemas, atingir objetivos e transformar aspirações em projetos, projetos em realidade e a realidade em algo melhor. É dessa forma que uma pessoa de transição se transforma em uma força criativa e empreendedora em sua própria vida – e também nas vidas de outros.
A idéia desses artigos é justamente despertar essa força criativa e empreendedora que existe dentro de todo ser humano, porem também quer alertar que ao fazer isso, você pode tomar conhecimento da sua RESPONSABILIDADE, ou seja, somos responsáveis por nossos atos e escolhas, bem como por suas conseqüências.
Enquanto não nos transformamos nessa figura de transição, é cômodo colocar a culpa na situação, invocar causas e motivações genéticas, biológicas, sociais, psicológicas, econômicas, geográficas e muitas outras. Por isso, algumas pessoas dizem: “Isso é de família. Eu sou assim, meus avós eram assim, meus bisavós também...” é fácil culpar a genética, ou ainda ... “Como posso fazer algo diferente com o chefe que tenho?”, ou “De onde eu venho à coisa sempre foi assim”, ou ainda “Não consigo ir para frente porque minha mulher nunca incentiva minhas idéias”. Da mesma forma, pode-se recorrer a explicações econômicas, históricas, geográficas, etc., etc.

Notamos que essas pessoas são reflexos do meio em que vivem elas simplesmente respondem ao meio, ao estimulo que recebem devolvem a resposta direta, automática, sem ao menos processar, não se responsabilizam pelo resultado da sua ação, como se fosse natural e plenamente compreensivo aos que o cercam.

Gostaria aqui de sair um pouco desse campo teórico e até maçante para um blog e colocar o leitor num campo mais relax, porem contendo o fundamento do texto acima.

No filme MATRIX 2 (desculpas a quem não assistiu), temos uma cena que ocorre no encontro entre “Morfel, Trinity, NEO e Merovingian” no restaurante onde o personagem Merovingian apresenta exatamente a teoria da ação e reação.

Já em todos os três filmes verificamos que o personagem principal “NEO” é sempre alertado pelo Oracle que o fundamento esta na “Escolha”, ou seja, somos responsáveis por nossos atos e escolhas, bem como por suas conseqüências.

Vemos nesse filme os dois pontos levantados no nosso estudo, ou seja, entre a ação reação, temos um intervalo, exatamente nesse intervalo, acontece a escolha.


Entre o estímulo que recebemos e a resposta que damos a ele, existe um espaço no qual podemos nos valer da consciência para escolhermos a resposta que daremos. Acreditar que essa resposta seja automática e imutável é duvidar da própria capacidade humana de crescer e progredir. Podemos saber que, se existem fatores que influenciam nossas reações, cabe a nós adotarmos comportamentos que minimizem, ou até que eliminem, essa influência. Em vez de agir como se nossa vida estivesse determinada, temos a opção de assumir o controle e de ser, nós mesmos, os programadores de nossas vidas. Essa é, em resumo, a grande lição que as figuras de transição nos ensinam: a de que nós também podemos ser figuras de transição e mudarmos para melhor o mundo a nossa volta.
Esse poder de decisão, esse espaço entre o estimulo e a reação, esse poder de escolha, pode ser dado o nome de “Livre-arbítrio”. Um dom dado ao ser humano ao nascer,
Veremos no próximo post como exercitar esse dom.
Antunes
Marcadores: 0 comentários |
Resumo do texto anterior:
No post anterior, deparamos em um problema, onde as mudanças aceleradas da época em que vivemos e a forma em que o ser humano as encara não estão em sinergia.
Verificamos também que esse problema afeta diretamente nossa vida profissional, pois para ganhar mercado e ser lucrativa, as empresas dependem muito mais do fator humano do que propriamente dito do produto. E o problema surge exatamente ai, pois o ser humano não verifica a empresa respondendo essa necessidade de mercado, ele não esta progredindo e nem sentindo satisfeito em colaborar com essa nova realidade.
Sem essa sinergia estaremos caminhando para o fracasso, tanto empresa como Homem, como resolver?

A melhor, e muitas vezes única maneira de sair desse tipo de sofrimento para uma solução duradoura, é entender primeiro o problema fundamental que está causando a dor e a frustração. Nesse caso, boa parte do problema está em comportamentos que decorrem de visão da natureza humana incompleta e profundamente falha que mina o sentimento de valor das pessoas e inibe seus talentos e potenciais.

Temos na evolução do homem vários períodos, vou me prender em apenas quatro para ser o mais breve possível e não cansar o leitor.
A era do homem caçador
A era do homem Agricultor
A era do homem industrial
A era do trabalhador do conhecimento (ou o que chamei de Profissional de alto desempenho).

Observando a historia verificamos que em cada passagem de era, o impacto foi monstruoso nas comunidades, porém o homem se adaptou e seguiu em frente, isso faz parte da evolução, não adianta tentar mudar.

O homem caçador ao deparar com o homem agricultor, que conseguia produzir 50 vezes o que ele caçador fazia, ficou desesperado, frustrado, estressado, fracassado, apavorado.
Porém viu o homem agricultor ganhar melhor, poder pagar estudos para os filhos e oferecer boas oportunidades, com isso o homem caçador se tornou agricultor, pelo menos passou para seus filhos e netos essa mensagem e houve um grande downsizing de 90% de caçadores para agricultores.

O homem agricultor com o passar do tempo depara com o homem industrial, que consegue produzir 50 vezes o que ele agricultor fazia, ficou desesperado, frustrado, estressado, fracassado, apavorado. Porém viu o homem industrial ganhar melhor, poder pagar melhores estudos para os filhos e oferecer boas oportunidades, com isso o homem agricultor se tornou industrial, pelo menos passou para seus filhos e netos essa mensagem e houve um grande downsizing de 90% de agricultores familiares para industriais.

Passaram anos e estamos vivenciando o início da mudança novamente, da era industrial para a que demos o nome de “era do conhecimento”, do trabalhador do conhecimento. Esse trabalhador vai superar o industrial em 50 vezes, ainda é cedo para dizer, porém com a velocidade das transformações, com as ferramentas e tecnologias avançando, com a comunicação se expandindo e o homem tendo acesso fácil a todo esse material, com certeza nossos filhos, os filhos dos nossos filhos farão muita diferença nessa nova era.
Meu filho com 2 anos já comandava o mouse do nosso computador muito melhor do que o meu pai, na escola ele tem aulas de xadrez, computador, “lego’, pesquisas na internet, viagens de estudo e ele está na 2ª série. No meu tempo na 1º série eu fazia “chuvinhas e ondinhas no caderno para aprender a escrever a letra “C”.

O ativo mais valioso da empresa no século XX foi seu equipamento de produção. O ativo mais valioso das empresas do século XXI são os trabalhadores do conhecimento.

Veja, se o principal ativo na era da indústria eram máquinas e capital – Coisas – As pessoas eram necessárias, porém substituíveis, era possível controlar pessoas e trocar trabalhadores manuais sem grandes conseqüências, as pessoas eram Coisas, tudo o que se queria das pessoas eram seus corpos e não se estava interessada em sua mente, seu coração ou seu espírito.
A pessoa estava reduzida a uma coisa!!
Assim muita das modernas práticas gerenciais provém dessa mentalidade, ela nos faz acreditar que é possível controlar e gerenciar pessoas, ela nos faz acreditar pela visão contábil que pessoas são despesas e máquinas são ativos, ela nos deu a filosofia motivacional da cenoura e do chicote - Que motiva com uma cenoura (recompensa) e conduz, por trás com o chicote (o medo e punição).

O que acontece quando gerenciamos pessoas como se fossem coisas? Elas deixam de acreditar que liderança é uma escolha. A maioria das pessoas pensa na liderança como se fosse uma posição e, portanto, não se vêem como líderes.
Até esse momento, as pessoas pensam que somente os que estão em posição de autoridade devem decidir o que deve ser feito. Elas se deixaram, talvez inconscientemente, ser controladas como coisas. Mesmo quando percebem uma necessidade, elas não tomam a iniciativa de agir. Esperam que alguém com título formal lhes digam o que fazer e então reagem conforme lhes dizem. Consequentemente culpam o líder formal quando as coisas não dão certas e lhe dão o crédito quando tudo vai bem. E recebem agradecimentos por sua “cooperação e apoio”.

Esse tipo de comportamento enraizado em nossas estruturas gera o fator espelho, onde o líder com mentalidade medíocre, aproveita essa posição de seus subordinados e se esquiva das responsabilidades, assim nos momentos em que as coisas não dão certas, imediatamente procura culpados pelo ocorrido. Essa conspiração silenciosa está em toda parte e poucos são os que têm coragem suficiente para reconhecer que caíram em uma armadilha e nesse momento procuram sempre olhar de fora para dentro achando que isso ocorre somente nas outras empresas, ou com outras pessoas, nunca com elas.
Normalmente não tentamos mudar as coisas de dentro paras fora, deixamos acontecer, ou os mais ousados procuram outro emprego! E o ciclo recomeça!

Bem no fundo de cada um de nós há um anseio de viver uma vida melhor, de fazer a diferença e ser reconhecido por isso, há também uma grande dúvida e um medo de que essas coisas não aconteçam e que no final iremos fracassar e ainda ser mais medíocres do que se ficarmos quietos e deixar a onda levar. A força para quebrar essa barreira do medo é justamente o tema que iremos debater nessas mensagens, acredite, você pode e deve viver essa vida, você tem esse potencial dentro de você, todos têm.
É um direito da família humana que vem de berço!

Analisando a historia das grandes realizações, grandes mudanças organizacionais, grandes mudanças culturais ou até das grandes realizações pessoais, verificamos em todas começaram com a escolha de uma pessoa. Às vezes. Essa pessoa foi o líder formal – CFO ou presidente de uma corporação, outras vezes começou por outra pessoa, gerente da linha, um profissional dedicado, um assistente de alguém, não importa, qualquer que fosse sua posição, essas pessoas primeiro mudaram de dentro para fora. Seu caráter, sua competência, suas iniciativas e sua energia positiva, inspiraram e moveram outras pessoas. Elas tinham um profundo senso de identidade, descobriram seus talentos, suas forças, usara-nos para atender a necessidade e obtiveram resultados. Isso foi notado. Elas receberam mais responsabilidades, elas ampliaram essas responsabilidades e novamente obtiveram resultados, assim mais e mais pessoas notaram. O pessoal do topo quis conhecer suas idéias e como elas tinham realizado tanto. A cultura da empresa foi atraída para a visão delas e para elas.
Pessoas assim não são sugadas ou afundadas durante muito tempo por forças negativas, desmoralizantes, insultantes da organização, elas simplesmente perceberam que não podem esperar que o chefe, a gerência, a diretoria ou a organização mude. Elas se tornaram imunes a esses comportamentos e foram em frente, sem se abater, sempre em frente, e... Isso é contagioso!

De onde essas pessoas tiram essa força e energia?

você deve estar pensando que isso é para poucos, que não vai conseguir, que parece papo de “Auto-ajuda”, que se começar a fazer isso será demitido, que está aprisionado na rotina, que está atolado para cumprir as metas e não tem tempo para isso...
Essas são as vozes interiores que muitos estão escutando agora, porém nem sempre foi assim, o ser humano nasce para ser vencedor.

“Todas as crianças nascem geniais; 9.999 em cada 10.000 são “desgeniadas” rápida e inadvertidamente pelos adultos”.
- frase de Buckminste fuller-

Nós pais sempre preocupados na educação e futuro de nossos filhos, não notamos, porém, que a frase que uma criança mais escuta nos primeiros anos é exatamente a negativa: NÃO! Não pode fazer isso, Não pode por a mão, Não pode mexer nos CD´s , Não entre aí, Não saia daí, Não vá por aí, Não esqueça a lição, não esqueça de tomar banho, não chegue tarde, não falte no trabalho, Não, Não, Não!

Somos educados de forma errônea e aos poucos vamos destruindo a nossa autoconfiança, a forma de ser independente, pensador, inovador, criador; somos comparados o tempo todo ao nosso irmão, vizinho, amigo e essas comparações normalmente são destrutivas, são tantas as formas de “incentivar” que nos acostumamos a ser “dentro da média”, não nos sobressairmos, nem ficarmos no fim de fila, ser medianos e assim, dando ouvidos a essas “Vozes”, nos transformamos em adultos medíocres.

Todos nós podemos conscientemente deixar para trás essa vida de mediocridade e tomar o caminho de uma vida de grandeza – em casa, no trabalho, na escola, na comunidade – Não importa as condições, essa decisões podem ser tomadas por cada um de nós. Todos têm poder de decidir ter uma vida grande, ou ainda simplesmente, não ter apenas um bom dia, mas um grande dia. Não importa por quanto tempo tenhamos seguido a trilha da mediocridade, sempre podemos escolher mudar o nosso caminho, Sempre. Nunca é tarde demais. Podemos e essa é a idéia, encontrar a NOSSA voz interior, que nos guie no processo de dentro para fora!

Para prosseguir, pense nas palavras de Abraham Lincoln: “Os dogmas do passado tranqüilo são inadequados para o turbulento presente”.

Devemos renovar as idéias, temos que desenvolver não só uma nova mentalidade, mas um novo conjunto de habilidades e novas ferramentas, isto é difícil, pois nos tira da zona de conforto. Mas surgiu um novo desafio, uma nova economia, uma nova realidade, uma nova era.

Exige, portanto uma nova resposta,
Veremos como dar essa resposta nos próximos post.
Antunes
Marcadores: 0 comentários |
FRUSTAÇÃO – PROBLEMA - SOLUÇÃO

A maioria das pessoas que eu encontrei na vida, passa, passou ou vai passar por momentos de dor e frustração, vivemos cheios de sentimentos terríveis de fracasso, vivemos estressados, apavorados, sufocados e de saco cheio de bajulações e politicagens.

Esses sentimentos de frustrações podem ser explicados por vários fatores, mas o que eu gostaria de ressaltar aqui é que nos últimos anos sofremos uma aceleração muito grande no processo, veja nas palavras do professor Marins:

“Se pegarmos a evolução humana nos últimos 3,5 milhões de anos, e fazendo um paralelo para comparação, trazendo essa mesma evolução comparativamente no espaço de 1 ano, as revoluções radicais, tecnológicas, científicas que estamos experimentando seriam representadas nos últimos 15 segundos desse ano, ou seja, essas mudanças são muito fortes e o ser humano é o mesmo. Não temos nenhuma criança 2006/2007nascendo, para ser melhor compreendido, a aceleração da historia é medida pelas universidades pelo tempo entre a descoberta e a aplicação tecnológica dessa descoberta, veja exemplos:
A Fotografia demorou 112 anos (entre a descoberta e a aplicação),
O Radar 35 anos,
A televisão 12 anos e
Do computador 486 ao Pentium... 1 Mês...”
A humanidade sofre para se adaptar a essa velocidade de mudanças, os empresários sofrem para se adequar, os trabalhadores são cada vez mais cobrados para atingir a perfeição e esse sentimento afeta diretamente a forma de viver em sociedade, essa aceleração no processo mudou a nossa sociedade e a forma em que nos relacionamos com as coisas e com as pessoas, um exemplo:

Hoje já passados 15 anos das “ondas” de qualidade, PQN, ISO9000, PQP, etc., a qualidade deixou de ser um diferencial e passou a ser obrigação, os produtos devem ter qualidade, não existe geladeira que não gele, nem televisão sem sintonia, não existe mais carro que não pegue, não temos mais nada fundamentalmente ruins, muitos concorrentes com qualidades semelhantes, muitos concorrentes com tecnologia avançada e isso impacta diretamente no preço, pois acaba o preço também sendo muito semelhante entre um produto e outro...

Com essa igualdade toda, o consumidor percebe que os produtos, preços e qualidades estão próximos o bastante para que ele escolha, existe aqui um “dificultômetro” para os empresários e para o acionista, pois o produto não é mais o diferencial e sim o que as empresas tem a oferecer, o algo a mais. Esse é o fator que vai vender, isso é o que os meus concorrentes não podem ter semelhante, essa será a chave do sucesso e esse diferencial o chamarei aqui de alto desempenho dos funcionários da empresa, pois esse algo a mais será o funcionário que dará a contribuição necessária. Sabe aquela ligação errada do cliente que cai no ramal da contabilidade e o funcionário atende e se preocupa com o cliente, não simplesmente o devolve para a telefonista, sabe o funcionário que vende o produto em casa, com os amigos, com o concorrente, com o taxista, aquele que não trabalha no depto de vendas, porem tem paixão, tem orgulho do que vende ou produz, sabe o funcionário que presta atenção no concorrente e envia as anotações para o departamento responsável, sabe o funcionário que caminha o KM extra, esse trabalhador que aplica:
Proatividade, visualização, define prioridades, pensa ganha-ganha, primeiro compreende as necessidades, cria sinergia, reciclagem. E alem disso, aplica:
PAIXÃO, TALENTO, NECESSIDADE, CONCIENCIA.
Esse é o “algo a mais”, isso fará diferença nas semelhanças do mercado.

Onde estou querendo chegar?

Apesar de todos os avanços tecnológicos, da inovação dos produtos, a maioria das pessoas não está progredindo nas organizações para as quais trabalham. Elas não se sentem nem realizadas e nem empolgadas. Estão frustradas e muitas não conseguem definir prioridades e mudar as coisas, muitas nem tentam mais mudar, tentam apenas agarrar-se ao emprego e pagar o aluguel, se sentem podados e pouco aproveitados, sentem que seu potencial não está sendo utilizado e que sua opinião pouco importa para seus gestores.

Que dilema, o estudo mostra que o diferencial para a competição empresarial será o desempenho do funcionário, a sua motivação, o seu sentimento de realização, o sentimento de “fazer parte”, fazer a diferença. Mas a realidade mostra a frustração, a dor, o sofrimento, o stress e mediocridade da humanidade.

Temos um problema!!!!!!!!!!!!!!!

A melhor, e muitas vezes única maneira de sair desse tipo de sofrimento para uma solução duradoura, é entender primeiro o problema fundamental que está causando a dor e a frustração. Nesse caso, boa parte do problema está em comportamentos que decorrem de visão da natureza humana incompleta e profundamente falha que mina o sentimento de valor das pessoas e inibe seus talentos e potenciais. Enquanto as corporações estão em plena ebulição e mudanças necessitando desse talento e potencial, o funcionário não consegue aplicar esse potencial.

Para entender o problema central e as profundas implicações precisamos primeiro observar o contexto histórico:
Veremos isso no próximo post.
Antunes
Marcadores: 0 comentários |
Esse texto foi escrito em 13/04/07, muita o de 200aconteceu e não consegui dar continuidade.
Agora em novembro de 2008 fui novamente na feira da HSM e participei da palestra do Stephen covey, vamos retomar o texto para poder deixar o legado.
Desculpas aos que leram inicialmente, vamos somente repetir os 5 primeiros post para pegar o "fio da meada"...


Esse resumo que pretendo atualizar toda segunda-feira é um grande desafio, pois faz parte de uma atividade que me propus a executar que exige comprometimento para não falhar.

Dei o nome de “O Hábito da semana”, pois toda a base está no livro de Stephen Covey “o 8º Hábito” e como no livro, logo no início ele nos propõe esse desafio, resolvi topar o desafio e criar essa coluna.

No livro, o Stephen nos incita a praticar algo que eu aprendi à alguns anos, quando dava aula no SENAC, ou seja: a melhor forma de aprender é ensinando. Acho que aprendi tanto de contabilidade e tributário no período que lecionei essas matérias no Senac, do que nos cinco anos de Faculdade e dois de pós-graduação.

Agora o desafio do livro é exatamente exercitar essa máxima, ou seja, ensinar o que aprendemos ao ler cada capítulo para as pessoas próximas, e, como já estava com o Blog criado, perguntei: Porque não encarar esse desafio de forma diferente, transcrevendo o que li na semana no livro e passar para o blog em forma de texto, com o intuito de através dos comentários de quem ler, poder debater e chegar aos nossos próprios entendimentos.
Acompanhe o post da próxima segunda-feira no tópico “Habito da Semana”
Abs.
Antunes
O despertar do tigre
Uma divertida fábula indiana sobre os bichos, conta de uma tigresa grávida e faminta, que se aproxima de um pequeno rebanho de cabras e as ataca com tamanha energia que provoca o nascimento prematuro de seu bebê e sua própria morte.

As cabras espalharam-se, e quando voltaram para seu local de posto, encontraram o tigrinho recém-nascido e sua mãe morta. Com fortes instintos maternais, as cabras adotam o tigre e ele cresce pensando que é uma cabra. Ele aprende a balir. Ele aprende a comer grama. E como a grama não fornece a melhor das nutrições para ele, o bicho torna-se um exemplar bem miserável da sua espécie.

Quando o jovem tigre chega à adolescência, um grande tigre macho aproxima-se da cabrada, que se dispersa. Mas o pequenino é um tigre, e fica por lá. O grande olha espantado para ele e diz: “Você está morando com essas cabras? “Mééééé”, responde o tigrinho.
O adulto fica desgostoso, ele o chacoalhava de um lado para o outro algumas vezes, e a coisinha responde com seus tolos balidos, e começa a beliscar a grama.
O tigre adulto leva-o até uma lagoa. Nosso amiguinho olha para a lagoa e vê sua própria face pela primeira vez. O tigre adulto fica próximo dele e diz: “Está vendo, sua face é como a minha. Você não é um bode. Você é um tigre, como eu. Seja como eu”.

O pequenino está entendendo a mensagem. Eles se levantam e vão até o covil do tigre, onde se acham os restos de uma gazela recém-dilacerada. Com um naco dessa coisa ensangüentada, o tigre adulto diz: “Abra a boca.” O pequeno recua: “Sou vegetariano.” Que bobagem”, diz o grandão, que enfia um pedaço de carne pela garganta do pequeno. Ele se engasga. Mas, mesmo engasgado ele recebe em seu sangue, em seus nervos a alimentação apropriada para ele. Ele toca sua verdadeira natureza.

Espontaneamente, ele se espreguiça como um tigre pela primeira vez. Um pequeno rugido de tigre é ouvido.
O adulto diz: “Muito bem. Agora você entendeu. Vamos para a floresta atrás de comida de tigre.”

É evidente que a moral é que somos todos tigres que vivem como cabras.
O tigre, nesta história, representa nossa verdadeira identidade como seres de poder e potencial ilimitados. A cabra representa aquela parte da nossa mente limitada pelo medo, contida dentro dos condicionamentos que os outros nos sugeriram e com os quais concordamos.

Como o tigre, estivemos sofrendo de um problema de identidade equivocada. Sucumbimos a uma espécie de amnésia espiritual em que nos esquecemos de nossa origem e de nossa natureza de filhos de Deus. Esse esquecimento não pode eliminar nossa identidade, mas certamente pode levar-nos a agir de modo medíocre. Não podemos continuar com corpo de tigre e coração de cabra.

Você é uma cabra ou um tigre?
Você nasceu para balir ou rugir?

Nessa resposta reside seu destino.
Você conhece a história do ouvido humano que causou uma guerra?
Pois é verdade. Houve uma vez em que um único ouvido humano causou um conflito internacional. Era o ouvido de um comandante de navio inglês, do nome Jenkins, e do qual os espanhóis tinham as piores referências possíveis. Dizia-se que o capitão Jenkins, não primava pela honestidade. Para falar claro, o que corria é que o homem era um pirata. Como era hábito, na época, o capitão Jenkins foi preso e condenado. A pena foi a de sempre: “Cortem a orelha dele!”

Cumprida a sentença, Jenkins, indignadíssimo com a perda da orelha, partiu com o que sobrava de seu corpo, de volta à Inglaterra, e foi se queixar ao rei.
Os ingleses, que estavam “por aqui” com os espanhóis, loucos de vontade de encontrar um bom motivo para declarar uma boa guerra, não perderam tempo: declararam A Guerra da Orelha de Jenkins.

Parece incrível, mas não é. Acredite! O que interessa neste momento, porém, é outra coisa. O que quero saber é se há, por aí, alguma guerra a ponto de explodir única e exclusivamente por culpa de sua orelha.

(...) Espero que sua orelha não esteja pondo em risco a segurança de ninguém, nem a sua própria, nem a de nenhuma nação soberana, será útil que você responda, a você mesmo, mais uma pergunta:
– Será que minha orelha é mesmo uma boa orelha?

O que quero saber é como você reage quando, no meio de uma conversa, na qual você está se empenhando muito em ajudar alguém, este alguém interrompe o seu discurso e diz que você vá meter o bedelho na vida de outro, que “você não tem nada a ver com a minha vida!” O que é que você ouve? Ouve uma ameaça a sua autoridade? Ou ouve uma espécie de soluço, de gemido, uma voz que lhe pede, por favor, que intimida por debaixo das palavras que pronuncia, ou grita, ou berra, qualquer coisa como: “Estou só assustado, estou envergonhado pelo que fiz, estou com medo do que você possa fazer! E se você me abandona agora, aí sim, eu estou perdido!”

Se você é daqueles que em cada “Vá meter o bedelho na vida do outro!” ouve uma ameaça à sua autoridade, lamento, mas não há dúvidas de que sua orelha está à beira, de causar uma Terceira Guerra Mundial, mesmo que apenas dentro de sua casa, ou de seu departamento.
Mas se você pertence ao outro grupo, ao grupo dos homens e mulheres capazes de ouvir o seu próximo, fique tranqüilo, que sua audição está perfeita e você não corre risco algum de acabar sem orelha, como o capitão Jenkins. E a paz mundial está garantida.

Mesmo que esteja muito ocupado, você deve sempre arranjar tempo para fazer alguém se sentir importante. (Dr. Rene Spitz)
Quando estava na despedida de solteiro no culto de jovens na CCB, a palavra que marcou nossa nova enpreitada era... casar é ceder!
escrevi isso na capa de meu hinario e tento praticar, 11 anos se passaram e ainda é valido esse conselho do Senhor em nossas vidas, agora achei esse poema para passar a vc´s.


“Ceder não significa parar de me preocupar, significa que eu não posso resolver os problemas da outra pessoa.
Ceder não significa isolar-me, significa que não posso controlar a vida da outra pessoa.
Ceder não é tornar as coisas mais fáceis, mas extrair lições das conseqüências de nossos atos.
Ceder é admitir que tenho limitações, o que significa que o resultado final não depende de mim.
Ceder é não tentar modificar ou culpar outras pessoas; eu só posso modificar a mim mesmo.
(...)
Ceder não é jogar a culpa no outro, mas ter espírito de solidariedade.
Ceder não é julgar, mas admitir que a outra pessoa é um ser humano.

(...)

Ceder não é rejeitar, mas aceitar.
Ceder não significa resmungar, censurar ou discutir, significa aceitar as próprias falhas e corrigi-las.
Ceder não significa adaptar tudo conforme meus desejos, mas aceitar cada dia como ele é e apreciar cada momento.
Ceder é não criticar nem controlar o outro, mas tentar me transformar na pessoa que eu gostaria de ser.
(...)
Ceder é temer menos e amar mais”.

IG