Estou iniciando a leitura de um livro que me foi indicado por um amigo.

Porém para deixar como base nesse blog motivacional, onde, tentamos colocar coisas bem positivas, indicando o melhor a ser extraido das pessoas, o quanto devemos dar prioridade ao "fator humano" nas relações, etc...,

O livro em questão é simplesmente uma abordagem de como alcançar o poder, independente da forma ou ainda melhor, ele da as formas (leis) para quem quer alcançar o PODER...
kkkkkkkk

Esse texto abaixo é APENAS o prefácio do livro ...

Ja imagino o que vem por ai...

...
"PREFÁCIO
A sensação de não ter nenhum poder sobre pessoas e acontecimentos é, em geral, insuportável — quando nos sentimos impotentes, ficamos infelizes. Ninguém quer menos poder; todos querem mais. No mundo atual, entretanto, é perigoso parecer ter muita fome de poder, ser muito premeditado nos seus movimentos para conquistar o poder. Temos de parecer justos e decentes. Por conseguinte precisamos ser sutis — agradáveis porém astutos, democráticos mas não totalmente honestos.

Este jogo de constante duplicidade mais se assemelha à dinâmica de poder que existia no mundo ardiloso da antiga corte aristocrática. Em toda a história, sempre houve uma corte formada em torno de uma pessoa no poder — rei, rainha, imperador, líder. Os cortesãos que compunham esta corte ficavam numa posição muito delicada:
tinham de servir aos seus senhores, mas, se a bajulação fosse muito óbvia, os outros
cortesãos notariam e agiriam contra eles.

As tentativas de agradar ao senhor, portanto, tinham de ser sutis. E até mesmo os cortesãos hábeis e capazes de tal sutileza ainda tinham de se proteger de seus companheiros que a todo momento tramavam tirá-los do caminho.Enquanto isso, supunha-se que a corte representasse o auge da civilização e do refinamento. Desaprovavam-se as atitudes violentas ou declaradas de poder; os cortesãos trabalhavam em silêncio e sigilosamente contra aquele entre eles que usasse a força.

Este era o dilema do cortesão: aparentando ser o próprio modelo de elegância, ele
tinha ao mesmo tempo de ser o mais esperto e frustrar os movimentos dos seus
adversários da maneira mais sutil possível.
Com o tempo, o cortesão bem-sucedido aprendia a agir sempre de forma indireta; se apunhalava o adversário pelas costas, era com luva de pelica na mão e, no rosto, o mais gentil dos sorrisos. Em vez de coagir ou trair explicitamente, o cortesão perfeito conseguia o que queria seduzindo, usando o charme, a fraude e as estratégias sutis, sempre planejando várias ações com
antecedência.
A vida na corte era um jogo interminável que exigia vigilância constante e
pensamento tático. Era uma guerra civilizada.

Hoje enfrentamos um paradoxo peculiarmente semelhante ao do cortesão:

tudo deve parecer civilizado, decente, democrático e justo. Mas se obedecemos com muita
rigidez a essas regras, se as tomamos de uma forma por demais literal, somos esmagados pelos que estão ao nosso redor e que não são assim tão tolos. Como escreveu o grande cortesão e diplomata renascentista, Nicolau Maquiavel, “O homem que tenta ser bom o tempo todo está fadado à ruína entre os inúmeros outros que não são bons”. A corte se imaginava o pináculo do refinamento, mas sob a superfície cintilante fervilhava um caldeirão de emoções escusas — ganância, inveja, luxúria, ódio. Nosso mundo, hoje, igualmente se imagina o pináculo da justiça, mas as mesmas feias emoções continuam fervendo dentro de nós, como sempre. O jogo é o mesmo. Por fora, você deve aparentar que é uma pessoa de escrúpulos, mas, por dentro, a não ser que você seja um tolo, vai aprender logo a fazer o que Napoleão aconselhava: calçar a sua mão de ferro com uma luva de veludo.

Se, como o cortesão de idos tempos, você for capaz de dominar a arte da dissimulação, aprendendo a seduzir, encantar, enganar e sutilmente passar a perna nos seus adversários, você alcançará os píncaros do poder. Vai conseguir dobrar as pessoas sem que elas percebam o que você está fazendo. E se elas não percebem o que você está fazendo, também não ficarão ressentidas nem lhe oferecerão resistência. Para algumas pessoas, a idéia de participar conscientemente de jogos de poder — não importa se de forma indireta ou não — parece maldade, pouco social, uma relíquia do passado. Elas acreditam que podem optar por ficar fora do jogo, comportando-se como se não tivessem nada a ver com o poder.

É preciso cuidado com pessoas assim, pois embora exteriorizem essas opiniões, com freqüência são as maiores especialistas no jogo do poder.

Utilizam estratégias que disfarçam com habilidade a natureza manipuladora. Tais tipos, por exemplo, costumam exibir a sua fraqueza e falta de poder como uma espécie de virtude moral. Mas a verdadeira impotência, sem que haja um motivo de interesse pessoal, não divulga a sua própria fraqueza para conquistar respeito ou simpatia. Alardear a própria fraqueza e na verdade uma estratégia muito eficaz, sutil e fraudulenta, no jogo de poder.


Se o mundo é como uma gigantesca corte fraudulenta e estamos presos nela, não adianta optar por ficar fora do jogo. Isso só vai deixar você impotente, e a impotência vai deixá-lo infeliz. Em vez de lutar contra o inevitável, em vez de ficar discutindo, se lamentando e cheio de culpa, é muito melhor sobressair no poder. De fato, quanto melhor você lidar com o poder, melhor você será como pessoa, amigo ou amiga, amante, marido ou esposa. Seguindo os passos do perfeito cortesão (ver Lei 24) você aprende a fazer os outros se sentirem melhor a respeito deles mesmos, tornando-se uma fonte de prazer para eles. Eles se tornarão dependentes de suas habilidades e desejarão a sua presença. Dominando as 48 leis deste livro, você poupa aos outros a dor de não saber lidar com o poder — de brincar com o fogo sem saber que ele queima. Se o jogo de poder é inevitável, melhor ser um artista do que negar ou agir desastradamente.

Para aprender o jogo do poder é preciso ver o mundo de uma certa maneira, mudar de perspectiva. É preciso esforço e anos de prática, pois grande parte do jogo talvez não surja naturalmente. São necessárias certas habilidades básicas, e uma vez dominando-as você será capaz de aplicar as leis do poder com mais facilidade. A mais importante, e fundamento crucial do poder, é a habilidade de dominar as suas emoções. Reagir emocionalmente a uma situação é a maior barreira ao poder, um erro que custará a você muito mais do que qualquer satisfação temporária que possa obter expressando o que sente. As emoções embotam a razão, e se você não consegue ver com clareza não pode estar preparado e reagir com um certo controle da situação.

Você começa examinando os erros que cometeu no passado, aqueles que mais dolorosamente o impediram de progredir. Você os analisa de acordo com os termos das 48 leis de poder, e extrai daí uma lição e um juramento: “Nunca mais cometo esse erro; não caio mais nessa arapuca.” Se você for capaz de se avaliar e observar assim, vai aprender a romper com os modelos do passado — uma habilidade de enorme valor. O poder requer a capacidade de jogar com as aparências. Com este objetivo, você tem de aprender a usar muitas máscaras e ter uma cartola cheia de truques. A fraude e o disfarce não devem ser vistos como feios e imorais.

É um jogo.
O seu adversário senta-se na sua frente. Ambos comportam-se como damas ou cavalheiros, observando as regras do jogo e sem levar nada para o lado pessoal. Você joga com a estratégia e observa os movimentos do seu adversário com toda a calma possível. No final, você aprecia a educação de quem está jogando com mais do que boas intenções. Treine o seu olho para acompanhar os resultados dos movimentos dele, as circunstâncias externas, e não se distraia com mais nada.

Metade do seu controle do poder vem do que você não faz, do que você não se permite ser arrastado a fazer. Para isso, você deve aprender a julgar todas as coisas pelo preço que terá que pagar por elas. Como Nietzsche escreveu, “o valor de uma coisa às vezes não está no que se consegue com ela, mas no que se paga por ela — o que ela nos custa”. Talvez você alcance o seu objetivo, e um objetivo digno de ser alcançado, mas a que preço? Use este critério para tudo, inclusive para saber se deve colaborar com outras pessoas ou correr em seu auxílio. Afinal, a vida é curta, as oportunidades são poucas, e a sua energia tem limite. E, neste sentido, o tempo é tão importante quanto qualquer outro fator.
Não desperdice tempo valioso, ou paz de espírito, com assuntos alheios — o preço é muito alto.

É importantíssimo começar a aprender agora mesmo. E, ao fazer isso, você também tem de ter em mente um princípio:
Jamais discrimine quem você estuda e em quem você confia. Jamais confie totalmente em alguém e estude todos, inclusive amigos e pessoas queridas.

Finalmente, você precisa aprender sempre a pegar o caminho indireto para chegar ao poder. Disfarce a sua astúcia. Como uma bola de bilhar que ricocheteia várias vezes antes de acertar o
alvo, seus movimentos devem ser planejados e desenvolvidos da maneira menos óbvia
possível."

....

Vai ser uma leitura interessante ...

Abs.
Invista em você mesmo
“Um desempenho superior depende de um aprendizado superior.”(Peter M. Senge)
Existe somente um você. Pense nisso. Seu rosto e traços, sua voz, seu estilo, suas características e peculiaridades, sua capacidade, seu sorriso, seu andar, seu aperto de mão, sua maneira de expressar-se, seu ponto de vista... Tudo o que se refere a você se encontra num único indivíduo, desde que o primeiro homem passou a existir - você.

Como é que isso faz você sentir-se?
Por quê? Porque o criador desejava que você fosse VOCÊ, só por isto! Ele desenhou você para ser uma pessoa única,
distinta, significativa, diferente dos demais indivíduos na face da Terra, através da vasta expansão do tempo. Em seu caso, como no caso de qualquer outro ser humano, o molde foi quebrado, para nunca ser usado de novo, uma vez que você entrou no fluxo da humanidade.

Você é você. Existe somente um você. E você é importante.
Deseja começar a sentir-se melhor? Quer sentir-se valorizado? INVISTA EM VOCÊ!

Certas pessoas caem na chamada “armadilha da inteligência”. Isso acontece quando alguém acha que já sabe tudo e não precisa mais aprender. Na realidade, quanto mais aprendemos, mais percebemos como sabemos pouco.


(...)

Faça um exame de consciência de vez em quando e pergunte a si mesmo:
Tenho investido o bastante em mim mesmo?
Acredito que valha a pena investir em mim?
Tenho me aperfeiçoado profissionalmente, por minha própria conta?
Busco constantemente esse aperfeiçoamento?
Estou acomodado?

Invista em você, vale a pena.

O propósito do aprendizado é crescer, e nossas mentes, diferentes de nossos corpos, podem continuar crescendo durante toda a vida.
Outro dia fui repreendido por uma advogada porque não a chamei de “Doutora”. Um amigo me contou que ficou esperando duas horas para que lhe fosse entregue um cheque que estava pronto sobre a mesa de um diretor. Ao entregá-lo a secretária lhe disse: “O cheque está pronto há muito tempo. É que o meu diretor gosta de deixar as pessoas esperando para se fazer de importante”.
Um agente de viagens me contou que há clientes que fazem absoluta questão de sentar no primeiro assento do avião, pois acham que sentar no primeiro assento é questão de status. Numa oficina, um mecânico me disse que o “Dr. Fulano” não aceita esperar um minuto sequer.

A mesma coisa ouvi de um frentista de posto de gasolina: “Aquela mulher não suporta esperar que atendamos outra pessoa em sua frente. Ela quer que a gente pare de atender a outra pessoa para atendê-la”. Maitres e garçons ficam abismados de ver que há clientes que não vão ao restaurante se a “sua” mesa estiver ocupada.

Uns assistem uma palestra sobre vinhos e se acham os maiores especialistas em enologia, ensinando o sommelier. Outros fazem questão absoluta de serem atendidos pelo dono do restaurante e não por garçons.
Alguns não admitem que seu “carrão” vá para o estacionamento. Exigem que ele fique estacionado defronte ao restaurante - mesmo que não haja vagas. Tal hóspede só fica na suíte 206. “Se ela estiver ocupada ele fica uma fera”, disse-me o gerente do hotel...”O presidente só toma café nesta xícara”, confidenciou-me a copeira da empresa. “Quando a anterior quebrou não encontramos no Brasil. Daí um diretor trouxe outra igual da França...”. Esta lista de exigências não teria fim se quiséssemos esgotá-la.

Por que certas pessoas sentem tanto desejo e mesmo necessidade de status?Alain de Botton, um filósofo contemporâneo, estuda esse desejo tão exacerbado nos dias atuais em seu livro que leva o nome desta mensagem: “Desejo de Status” (Editora Rocco, 2004). O autor analisa o “esnobismo” contemporâneo como forma de vencer o anonimato e a falta de conteúdo das pessoas neste mundo de aparências em que vivemos.
Vale a pena ler.

O mundo já está complicado demais para que as pessoas ainda vivam buscando status. Pessoas esnobes, desejosas de deferências e rapa-pés parecem não compreender que estamos no século XXI e não no XIX.

Fico impressionado ao ouvir relatos de pessoas que fazem exigências absurdas, atendimentos especiais, mesas únicas. Geralmente são pessoas de origem humilde que necessitam dessas exigências e até da arrogância, para mostrar a sua importância, já que elas próprias, pouca importância se dão, dizem os psicólogos e filósofos que tratam do assunto.

Veja se você não está sendo vítima de um desejo exagerado de status e fazendo exigências descabidas de serviços e atenções, tornando-se arrogante e esnobe.

Faça uma auto-análise antes de cair no ridículo e ser motivo de chacota das pessoas que lhe atendem e servem, mas riem de sua insegurança assim que você deixa o ambiente, crente que está abafando.
Pense nisso.
Escrito por Luiz Marins
Ouvi este desesperado desabafo de um funcionário dispensado após 18 anos de trabalho na mesma empresa.

Algumas semanas depois, passada a comoção, ele me disse:
“Na verdade eu me acomodei.
Achei que estava seguro e que a empresa precisava mais de mim que eu dela. Rejeitei algumas propostas para mudar de cidade e ajudar o estabelecimento de uma nova filial. Protelei um curso de inglês que o meu gerente queria que eu fizesse.
Tirei férias nos dias em que novos equipamentos foram instalados e perdi o treinamento sobre como operá-los.
Sem ter me dado conta comecei a falar mal da minha empresa (quem observou isso foi a minha mulher) e a criticar as novas políticas de qualidade e produtividade.
Dancei!”

A grande verdade é que mundo mudou. Ninguém mais está seguro no emprego, a não ser que passe a merecer essa segurança conquistando-a hora após hora, dia após dia. Não é mais a empresa ou o patrão que garantem um emprego.
É o mercado.

Temos muitos concorrentes, com qualidade semelhante e preços similares. A concorrência está a cada dia mais violenta.

A globalização mudou o consumidor, a cada dia mais exigente e cheio de direitos. As margens de rentabilidade das empresas caíram muito.
O custo de uma folha de pagamento no Brasil é muito alto. Um funcionário chega a custar mais de 100% de seu salário a seu empregador.

Funcionários acomodados, pouco comprometidos, que não caminham o quilômetro extra; que não querem participar; se envolver; estudar; aprender; poderão ser surpreendidos com um inesperado “convite” para deixar a empresa.

Faça uma reflexão e veja se você não está tendo a ilusão de pensar que é mais importante para a sua empresa do que o seu emprego para você.

Muitas vezes nos acomodamos num emprego e começamos a nos sentir seguros demais sem nos apercebermos das mudanças que o mundo vem passando e de nossa necessidade de mudar com o mundo e com a nova realidade de um mercado cada vez mais competitivo.

Pense nisso. Sucesso!
Uma das idéias que mais têm levado o profissional à acomodação é a de amar o que faz.

Quando você ama o que faz, pode se tornar um prisioneiro da rotina e uma vítima da acomodação. Quando você somente se preocupa em amar o que faz, corre o risco de em vez de olhar para o cliente, se identificar com a calculadora que usa no escritório, com o elevador do qual é ascensorista ou com o computador que tem em cima da mesa.

Não ame simplesmente o que você faz, ame o próximo! Ame a pessoa que está à sua frente, que o procura com seus dramas e desejos.
Existe um ser humano à sua frente que precisa se sentir importante.

Quem trabalha com amor e por amor jamais vai tratar o outro como coisas ou como partes de uma engrenagem.

Certa vez eu visitava um hospital e vi um médico que tratava mal uma criança. Quando tive oportunidade, fui conversar com ele sobre o ocorrido e ouvi a seguinte resposta: “Roberto, o que você quer? Com o salário ridículo que eu recebo isso é o máximo que posso dar”.

É verdade que é ridículo o salário de um médico de hospital público, como também é ridículo o que a maioria dos professores ganha nas escolas públicas. Contudo, um médico que maltrata o paciente ou um professor que humilha o aluno não merece sequer esse salário.

O primeiro compromisso do profissional é com o outro, e não com o salário que ganha. Ele precisa ver claramente qual é sua missão no planeta Terra. A motivação do bom profissional vem da consciência de sua importância na vida das pessoas.

O bom professor dá uma boa aula não porque vai ganhar bem, mas porque tem consciência da sua importância na formação do aluno que está cruzando seu caminho. O cientista, dentro do laboratório, deve ter a consciência de como seu trabalho pode criar uma vida melhor para alguém que ele nunca vai conhecer pessoalmente.

Você já imaginou a motivação que precisa ter um soldado da Polícia Militar que, em troca de um salário ridículo, despede-se todos os dias da família para enfrentar os bandidos, arriscando a própria vida?
Você já imaginou a motivação que precisa ter um motorista ou um cobrador de ônibus que trabalha em uma grande metrópole e ganha uma miséria para enfrentar a loucura de um dia-a-dia de trânsito?
Quando o sentido de servir é a motivação, a pessoa realiza seu trabalho com a consciência de sua importância e nem precisa receber um “muito obrigado” da pessoa que ajudou.

Maurício Vergani, um grande amigo meu, certo dia me disse algo lindo: “Eu faço meu trabalho o melhor que posso porque, na verdade, não estou preocupado em agradar o meu chefe, mas em servir a Deus”.
É pouco provável que ele se sinta frustrado se alguém não agradecer seus esforços. Mas é certo que se sente mais feliz com seu trabalho do que a maioria das pessoas.
Além do mais, quem trabalha com amor no coração consegue evoluir financeiramente. Por exemplo: um médico que trata bem as crianças de um hospital que lhe paga pouco vai conquistar uma clientela satisfeita com seus serviços, e seu consultório particular acabará ficando lotado.

Mesmo que você ganhe um salário pequeno, tenha certeza de que, servindo ao próximo com competência, receberá muitas recompensas, e a melhor de todas é a convicção de estar cumprindo sua missão.

Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 13 títulos, entre eles:
Os Segredos dos Campeões, Tudo ou Nada, Heróis de Verdade, Amar Pode Dar Certo, O Sucesso é Ser Feliz e A Carícia Essencial
(www.clubedoscampeoes.com.br)
Essa piadinha abaixo não é um texto muito comum para o site, porem rir é muito bom e sempre a comedia tem um fundo de verdade...

aprecie com moderação...


Essa é uma lição que foi aprendida ao longo dos anos nas empresas.
Qualquer semelhança é mera coincidência. Acreditem nisso.

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu: - "Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado: dono do cachorro.

Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais.
Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.

Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.

O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo: -"Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!"
A pessoa respondeu: - "Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!".

Moral da História:
"Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns idiotas, você estará sempre abaixo do esperado."
Sentimentos de apreensão sempre acompanham as pessoas que saem da zona de conforto. Inicialmente eles fazem com que você se sinta inseguro. É aí que se encontra o verdadeiro perigo. Preconceitos sobre o desconforto que está por vir fazem com que muitos desistam das mudanças desafiadoras que estão a um passo. O que acontece a essas pessoas? Nada emocionante.

Permanecem seguras na zona de conforto, apenas pensando em fazer algo novo e emocionante. Falam, sonham, talvez até desejem, mas nunca realmente experimentam o gosto de uma nova experiência PORQUE NUNCA AGEM! Você provavelmente conhece algumas pessoas assim.

Você as ouve dizer: “Eu poderia fazer isso.”... Eu poderia fazer aquilo.”... ou, “Um dia tentarei isso.”... ou, “Eu realmente farei isso.”... e “Não seria bom fazer isso?” Mas, apesar de todas essas conversas, elas realmente nunca fazem algo!!!

Não é que sejam preguiçosas. O que acontece é que querem evitar a insegurança. Posso compreender isso mas, no fim das contas, é um fator que lhes rouba a possibilidade de se tornarem melhores do que são atualmente. O fato de nunca agir aumenta a possibilidade de, mais tarde, você se arrepender de não ter tentado, de forma mais árdua, tornar-se a pessoa que sempre sonhou ser.

Alguns sentem-se desencorajados porque não recebem os aplausos por seus esforços na medida em que esperavam. Eles evitam esforços. Como você pode saber se a próxima tentativa não será aquela que acabará com a seca e lhe dará algo para ter esperança.

Há quem tema ficar embaraçado por ter feito algo de errado. Sem comentários. Não gosto de ficar remoendo erros do passado tanto quanto você. Mas se você tiver a chance de escolher entre ser conhecido por não ter feito nada grandioso ou por ter cometido alguns erros durante sua trajetória, tentando fazer algo significativo de sua vida, qual escolheria.

Parabéns! Eu sabia que escolheria fazê-lo.
“ Nenhuma pessoa foi arruinada por fora; a ruína final vem de dentro”.

Não há nada que cause mais amargura do que a autodepreciação.
Um sentimento que nos impede de ser felizes, esta terrível doença atinge a todos e poderia ser diagnosticada como “síndrome do coitadinho”. (...)

(...) A autodepreciação é a silenciosa hemorragia da alma. Você não sente ou não vê a força da vida escapando, até que ela não esteja mais ali. Então, é tarde demais.(...)

O impacto mais prejudicial da autodepreciação é o seu final. Uma carranca dentro de pouco tempo substituirá seu sorriso.
Então você acredita que não pode vencer porque tem maus antecedentes; porque sua família é numerosa; porque você “não conhece ninguém” ou se casou com a pessoa errada; talvez você esteja gordo demais, ou magro demais; não tem dinheiro, não tem talento, tem muitas dívidas, não está seguro de si; é muito feio, branco demais, moreno demais, sua altura é pouca, tem um nariz muito grande...?

Pretextos. A lista de desculpas que as pessoas inventam poderia encher um livro. Tudo bem, algumas podem até ser verdadeiras, mas nenhuma vai trazer sucesso ou dinheiro; mas certamente entorpeceriam a luta para consegui-lo.

(...)Agora, pense: nunca lhe ocorreu que o fracasso pode ser um excelente professor? Muitas das histórias dos grandes vencedores tiveram origem em desastres pessoais. São poucas as pessoas que venceram na vida, em qualquer campo que seja, que não tiveram que enfrentar o fracasso e repúdio em algum momento de sua vida.

(...) Seriam por acaso essas pessoas inferiores só porque fracassaram alguma vez ou tinham qualquer limitação?

Claro que não.

Se você não se livrar da sua “sindrome de coitadinho”, de suas desculpas descabidas, complexos torpes e sentimentos de inferioridade ou de incapacidade, é claro que certamente morrerá. E morrerá de hemorragia da alma.

Sem uma única gota de alegria.

IG