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Saiba para onde está indo ...
(a história do piloto Guillormée)

Conheça, agora, a história – verídica – narrada pelo autor de “O Pequeno Príncipe”, em seu livro “Terra dos Homens”. Antoine de Saint-Exupéry conta que nas décadas de 20-30, nos primórdios da aviação comercial, ele ingressou no Correio Aéreo Francês, junto com um amigo chamado Guillormée. Desprovido de qualquer tecnologia, sem ajuda de mapas, roteiros ou algum aparelho que os ajudasse a estabelecer uma rota, munidos apenas de uma pequena bússola, os pilotos decolavam em seus minúsculos aparelhos de um só lugar para transportar a correspondência aos lugares mais distantes. (...) Naquela época, pilotar era uma aventura perigosa, e os que se arriscavam a fazê-lo, eram tachados de loucos e irresponsáveis.

Guillormée pilotava sobre a cordilheira quando seu pequeno monomotor sofreu uma pane, caindo sobre a montanha de neves eternas. Embora não tivesse se ferido gravemente, suas pernas apresentaram profundos cortes e sérios ferimentos.

Com muito esforço, sentindo fortes dores, ele abandonou a cabine do avião destroçado. Ao constatar a extensão dos ferimentos, compreendeu que não teria como sair dali sozinho. Olhou o horizonte em todas as direções e só viu solidão gelada. Conhecedor da região, após rápida análise, entendeu que seu fim estava próximo, principalmente em razão dos sérios ferimentos que sofrera nas pernas.

Por um instante sentiu-se tomado de pânico e pela dor de saber que chegava ao fim de seus dias. Pensou na família que não tornaria a ver, nos amigos, nas tantas coisas que ainda pretendia realizar e na impotência de não ter a quem pedir socorro.
Depois, já mais conformado, pôs-se a pensar sobre as medidas a tomar. Não havia nada a fazer no sentido de sobrevivência, portanto o mais sensato seria deitar-se na neve e esperar que o torpor causado pelo frio tomasse conta de seu corpo, permitindo-lhe ser envolvido, sem dor, pelo manto da morte.

Deitado sobre a neve, Guillormée dirigiu o pensamento a seus filhos, que ele não veria crescer e à esposa, de quem tanto gostava. Aquele homem de espírito forte, batalhador, lutava consigo mesmo para resignar-se à situação. “Meu consolo - pensava ele - é saber que eles não ficarão desamparados; meu seguro de vida tem cobertura suficiente para proporcionar-lhes subsistência por muito tempo. Menos mal! Felizmente tive o bom senso de estar preparado para uma situação destas; tão logo seja liberado meu atestado de óbito, a companhia de seguros...”.

Neste instante, Guillormée teve um sobressalto; sua apólice rezava que o seguro só seria pago mediante a apresentação do atestado de óbito. Ora, naquele lugar inacessível, seu corpo jamais seria encontrado; ele seria dado por desaparecido. Não haveria, pois, atestado de óbito. Passar-se-iam anos de privações para sua família, antes que ele fosse oficialmente considerado morto.

Apavorado com essa idéia, ele pensou: “A primeira tempestade de neve que cair soterrará meu corpo; nunca irão me achar. Preciso caminhar até um lugar onde meu corpo possa ser encontrado”.

As dores que sentia eram cruciantes, mas sua determinação era maior. Ele sabia que, ao pé da cordilheira, havia um povoado cujos moradores costumavam aventurar-se até certa altura da montanha, para caçar. A distância era longa - vários quilômetros -, mas ele precisava realizar a última proeza de sua vida: chegar até onde seu corpo pudesse ser encontrado por um caçador.

Reunindo todas as forças que ainda lhe restavam, obrigou-se a ficar em pé. Foi preciso um esforço hercúleo para não cair. Consciente da distância que teria de percorrer e sabedor de que não podia permanecer naquele local, apesar de seu estado lastimável, Guillormée estabeleceu a meta de dar um passo. Jogou um passo a frente e disse: “Só um passo!”. Com extrema dificuldade empurrava a outra perna e repetiu: “Só mais um passo!”, e de novo: “Só mais um passo!”.

Concentrando toda a sua energia apenas no próximo passo e estabelecendo um forte condicionamento positivo - através do comando “só mais um passo”- ele caminhou quilômetros pela neve. Não se permitia pensar na distância que ainda faltava percorrer, ou em sua dificuldade para se locomover; concentrava-se apenas no espaço a ser vencido pelo passo seguinte. Assim caminhou o dia todo.

A tarde já ia avançada quando seus olhos, turvos pela dor e pelo cansaço, vislumbraram alguns vultos à sua frente; firmou o olhar e percebeu que se tratava de pessoas que olhavam estupefatas, para ele. Agora eu já posso morrer!, pensou, e deixou-se escorregar para o nada.
...

Dias depois, já no hospital, abriu os olhos e a primeira imagem que viu foi a da esposa, a seu lado.
Guillormée teve alguns dedos de um dos pés amputados, que foram congelados pela neve. Passou algum tempo hospitalizado, até readquirir forças, mas continuou vivo ainda por muito tempo.

(...)

Esse exemplo deixa bem clara a importância da estipulação de metas bem definidas; a curto prazo (só mais um passo); a médio prazo (chegar ao pé da montanha); a longo prazo (ter seu corpo localizado), para a realização de qualquer objetivo proposto. Tivesse ele pensado na enorme distância a ser percorrida, na situação física precária em que se encontrava, e muito provavelmente não teria encontrado forças para alcançar o objetivo a que se determinou no alto da montanha.

Cada etapa vencida foi mais um ponto de concentração - em lugar da dispersão - de energia.

Ao estabelecer, portanto, um objetivo, divida o alvo a ser atingido. (...) Se uma emergência obrigá-lo a fazer mudanças nos planos, os ajustes também poderão ser feitos com pequenos passos complementares. Mas para tanto é necessário saber para onde você quer ir.

Sucesso na jornada!
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Eu visualizei esse video no blog: LPcoach
Visete e veja os textos tambem...
Abs
AA
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Um video muiiiiitttooo bom!
não deixe de assistir
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Ola leitor,
Fiz um pequeno ajuste no lay out e pretendo publicar textos um pouco mais curtos.
Assim podemos ler e refletir gastando menos tempo.

Aguarde novos textos.
Abs
Antunes
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Esse video, demostra uma falha do ser humano.
Podemos evitar varias "saias justas" ao prestar atenção no interlocutor, entender o que realmente a outra ponta do dalogo quer saber, somente então começar a explicar...


video
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Fazendo a diferença

“Bom não é ser importante. O importante é ser bom.” (Roque Schneider)

Sem usar caneta e papel, tente responder a estas perguntas:

1. Cite as cinco pessoas mais ricas do mundo hoje.
2. Cite os últimos vencedores da corrida de São Silvestre.
3. Cite as vencedoras do Concurso de Miss Brasil nos últimos cinco anos.

Muito difícil? Está bem. Então fale o nome da última vencedora.
4. Cite dez pessoas que ganharam o Prêmio Nobel.(Está bem, mencione apenas cinco!)
5. Cite os seis últimos vencedores do Oscar de melhor ator ou atriz.
6. Cite os vencedores, na última década, das Copas do mundo de futebol. Ou, se for muito difícil, dê o nome dos melhores jogadores dos cinco últimos jogos da Copa.

Tente, agora, responder esta segunda parte do questionário:

1. Cite dois professores que fizeram diferença em sua vida.
2. Cite três amigos que estiveram ao seu lado durante um período difícil.
3. Cite uma ou duas pessoas que acreditaram em você e que pensam em você como alguém de valor.
4. Cite cinco pessoas com quem gostaria de passar um final de semana só por ser divertido estar com elas e a quem admira muito.
5. Cite três ou quatro heróis, vivos ou mortos, cujas vidas inspiraram e encorajaram você.

Como foi dessa vez? Aposto que teve sucesso.

Na verdade, se houvesse tempo suficiente, você poderia ter citado mais nomes para cada pergunta. Por quê? Porque as pessoas que fazem diferença na vida não são aquelas com as credenciais mais impressionantes, nem as que possuem maiores portfólios. Não são sequer indivíduos que ganharam mais prêmios, nem aqueles cujos rostos aparecem nas capas de revistas. Essas pessoas causam pouco impacto em nossas vidas. É por isso que esquecemos os seus nomes. As que fazem verdadeira diferença são aquelas que se aproximaram de nós. Tornaram-se amigos queridos e, em alguns casos, nossos heróis.

É interessante que, quando se trata de heróis genuínos, a aparência exterior nada significa. O QI deles ou o desempenho que tiveram na escola não faz diferença alguma para nós. Nada disso importa. O que vale são as qualidades notáveis que os tornaram memoráveis.

(...) E você, quando tiver saído desta Cena terrena, como as pessoas se lembrarão de você? Que qualidade de caráter perdurará na memória deles, levando-as dizer que a sua vida foi importante? Por que desejariam parar diante do seu nome gravado em granito?

Quer aqueles a quem ajudemos sejam pobres, ricos, de classe média, negros, brancos, amarelos ou pardos, tudo o que se espera de nós é que lhes estendamos uma palavra, um gesto de amizade. Se o fizermos com o fito de obter lucro, já teremos recebido a nossa recompensa e tudo termina aí. Mas, se nos mostrarmos generosamente solícitos, e compadecidos daqueles que nos rodeiam, seremos abençoados para sempre.

Não ligue para as barreiras tolas levantadas pela sociedade ou pela própria pessoa. Avance confiante e faça diferença.

Esse post eu dedico a minha querida Esposa e aos amigos da "diretoria"!!!!
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A revista ISTO É publicou esta entrevista de Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
Em 'Heróis de Verdade', o escritor combate a supervalorização das aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima. ISTO É - Quem são os heróis de verdade?Roberto Shinyashiki -- Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes.E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu à pena, porque não conseguiu ter o carro, nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa, possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros.São pessoas que sabem pedir desculpas e admitiram que erraram.ISTO É -O Sr. citaria exemplos?Shinyashiki -- Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem. Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito '100% Jardim Irene'.É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes. O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como o Japão, a Suécia e a Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher, que embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego, que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro. ISTO É -- Qual o resultado disso?Shinyashiki -- Paranóia e depressão cada vez mais precoce. O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro, é ela poder ser criança. Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.ISTO É - Por quê?Shinyashiki -- O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência. Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.ISTO É - Há um script estabelecido?Shinyashiki -- Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidente de multinacional no programa 'O Aprendiz'? - Qual é seu defeito?Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal:- Eu mergulho de cabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar. É exatamente o que o Chefe quer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido? É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder. O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse: 'Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir'. Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor! ISTO É - Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas? Shinyashiki -Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados. Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função, para a qual não está preparado. Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso, para o qual eu não estava preparado. Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.ISTO É - Está sobrando auto-estima?Shinyashiki - Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa. Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom. Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser, nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer. As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam. E poucos são humildes para confessar que não sabem. Há muitas mulheres solitárias no Brasil, que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.ISTO É -Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência? Shinyashiki -Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico. Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta.O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia: 'Quando você quiser entender a essência do serhumano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham'. Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo.A gente tem de parar de procurar super-heróis, porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado. ISTO É - O conceito muda quando a expectativa não se comprova? Shinyashiki - Exatamente. A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso. Hoje, as pessoas estão questionando o Lula, em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas. ISTO É - Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos? Shinyashiki -Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui.Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos). Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que, ou eu a amo do jeito que ela é, ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse. Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros. Dia desses apostei na edição de um livro, que não deu certo. Um amigão me perguntou: 'Quem decidiu publicar esse livro?' Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.ISTO É - Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência? Shinyashiki - O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas: A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança. Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram. Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates. O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.ISTO É - Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus? Shinyashiki - A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade... A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se eles não tivessem significados individuais. A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias. A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo. Por fim, a quarta loucura:Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe.Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz, enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema.. Quando era recém-formado em São Paulo , trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:'Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei à vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz'. Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
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Você deseja a aprovação de todos aqueles com quem está em contato. Quer o reconhecimento do seu real valor. Quer sentir-se importante no seu pequeno mundo. Não quer ouvir lisonjas insinceras e baratas, mas deseja uma sincera apreciação.
Quer que os seus amigos e associados sejam, como disse Charles Schwab, "sinceros nas suas apreciações e pródigos nos seus elogios". Todos nós queremos isto. Obedeçamos, portanto, à Regra de Ouro e demos aos outros o que queremos que os outros nos dêem.
Como? Quando? Onde? A resposta é: todas as vezes, cm toda parte.
A vida de muitas pessoas provavelmente mudaria se alguém as fizesse sentir-se importantes. Ronald J. Rowland, um dos instrutores do nosso curso na Califórnia, também é professor de artes manuais. Ele nos escreveu sobre um estudante de nome Chris, no início de suas aulas de artesanato: "Chris era um menino muito quieto, tímido e inseguro, o tipo do aluno que em geral não recebe a atenção que merece. Também dou aulas numa classe avançada que cresceu muito e tornou-se uma espécie de símbolo de prestígio e um privilégio para o aluno que conquistasse o direito de ingressar nela.
"Numa certa quarta-feira, Chris trabalhava com dedicação na sua prancheta. Com efeito, pressenti que dentro dele ardia um fogo oculto. Perguntei-lhe se gostaria de entrar na classe avançada. Como gostaria de poder expressar a fisionomia de Chris! Quantas emoções naquele garoto de 14 anos de idade, que procurava esconder as lágrimas que afluíam aos seus olhos. "Eu, Sr. Rowland? E o senhor acha que sou bom para isso?"
"Sim, Chris, acho que é.""Precisei me retirar nesse momento, porque eu é que estava
prestes a chorar. Quando Chris saiu da classe naquele dia, aparentemente um pouco mais alto do que o habitual, olhou para mim com seus olhinhos azuis e vivos e disse, com uma voz segura: `Obrigado, Sr. Rowland.' "Chris ensinou-me uma lição que jamais esquecerei -
nosso profundo desejo de sentirmo-nos importantes. Paraajudar-me a nunca esquecer desse presente, fiz um pequenocartaz onde escrevi: "VOCÊ É IMPORTANTE". Este cartaz ficou pendurado na entrada da sala de aula para que todos o vissem e para que eu me lembrasse de que cada aluno que tenho diante de mim é igualmente importante."
A verdade crua é que quase todo homem que você encontra se julga superior a você em algum ponto; e um caminho seguro para tocar-lhe o coração é faze-lo compreender, de uma maneira sutil, que você reconhece a importância dele no seu pequeno mundo, e o faz sinceramente. Lembre-se do que disse Emerson: "Cada homem que encontro é superior a mim em alguma coisa; e nisto posso aprender dele"
Vou contar-lhes um caso que têm aplicado, com resultados notáveis, tais princípios.
Tomemos em primeiro lugar o caso de um promotor de Connecticut que prefere seja o seu nome omitido devido aos parentes. Nós o chamaremos de Sr. R. Pouco depois de entrar para o curso, dirigiu-se de automóvel para Long Island com a esposa, em visita a alguns parentes dela. Esta o deixou conversando com uma sua velha tia e foi sozinha visitar alguns parentes mais jovens. Como devia fazer uma exposição profissional de como aplicou os princípios da apreciação, imaginou que devia começar pela velha tia. Assim, olhou em volta da casa para ver o que podia admirar com sinceridade. "Esta casa foi ponstruída em 1890, não?", perguntou. "Sim", respondeu a tia, "foi esse precisamente o ano em que foi construída." "Ela me recorda a casa onde nasci", acrescentou ele. "É bonita. Bem construída. Espaçosa. A senhora sabe que hoje não se constroem mais casas assim?"
"Você tem razão", concordou a velha senhora. "Os jovens dos nossos dias não fazem questão de casas bonitas. Todos eles querem apenas pequenos apartamentos e uma geladeira elétrica, indo depois vagabundear nos seus automóveis." "Esta é uma casa de sonhos", continuou num tom vibrante, evocando suas mais caras recordações. "Esta casa foi construída com amor. Meu marido e eu sonhamos com ela por quatro anos, antes de construí-Ia. Não tivemos arquiteto. Nós mesmos a planejamos."
Mostrou-lhe então toda a casa e ele expressou sua sincera admiração pelos lindos tesouros que ela adquirira durante suas viagens e que sempre amara: pesados xales, um velho serviço de chá inglês, vasos (Wedgwood) da China, camas e cadeiras da França, quadros italianos, e cortinados de seda que pertenceram a um castelo francês. "Depois de mostrar-me inteiramente a casa", disse o Sr. R., "levou-me para ver a garagem. Lá, sobre caixões, estava um automóvel Packard -- quase novo. `Meu marido comprou aquele carro pouco antes de morrer', disse suavemente. `Depois da sua morte, nunca andei nele... Você aprecia coisas belas, e por isso lhe darei esse carro.'
"Como, minha tia! A senhora me confunde. Aprecio a sua generosidade naturalmente, mas não posso aceitá-lo. Nem mesmo sou seu parente direto. Tenho um carr9 novo, e a senhora tem muitos parentes que gostariam de possuir um Packard. "'Parentes!' exclamou. `Sim, tenho parentes que estão esperando a minha morte para poder usar o meu carro. Mas eles não conseguirão tal coisa.'
"Se a senhora não quer dar o carro a eles poderá facilmente vendê-lo a um negociante de carros usados, sugeri. "'Vendê-lo', exclamou. `Pensa .que eu poderia vender este carro? Que eu suportaria ver estranhos indo para cima e para baixo pelas ruas nesse carro -- no carro que meu marido comprou para mim? Nem em sonhos penso em vendê-lo. Vou dar-lhe o automóvel. Você sabe apreciar coisas belas.' " Ele relutou em aceitar o carro, mas não podia faze-lo sem ferir os sentimentos da velha tia. Esta velha senhora, isolada num casarão, com seus pesados xales, suas antigüidades francesas e suas memórias, estava morrendo à míngua de um pequeno reconhecimento. Ela fora bonita e jovem. Construíra uma casa com amor e colecionara objetos de toda a Europa para torná-la mais linda. Agora, no isolamento
de sua velhice, ansiava por conforto humano, uma pequena apreciação verdadeira - e ninguém lhe dava nada disto. Quando encontrou o que desejava, como um oásis em pleno deserto, sua gratidão não podia expressar-se de outra maneira que não fosse oferecendo de presente o automóvel.

Tudo isso apenas interessado-se pelo que era iportante para a outra pessoa...
Faça isso e mudará o dia da pessoa, faça isso e mudará o seu dia...
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Seja um bom ouvinte, incentive os outros a falar sobre eles mesmos.

Para ser interessante, seja interessado. Faça perguntas a que outro homem sinta prazer em responder. Faça-o a falar sobre si mesmo e sobre seus assuntos prediletos. Lembre-se de que o homem com o qual estiver falando está uma centena de vezes mais interessado em si mesmo, nos seus problemas e vontades, do que em você e seus problemas. Sua dor de dente significa mais para ele que a fome na China que mata um milhão de pessoas. Um furúnculo no seu pescoço interessa-lhe mais que quarenta tremores de terra na Africa.
Pense em tudo isto na próxima vez que iniciar uma conversação


Conheço, e você também, comerciantes que desejam alugar espaços caros, comprar seus artigos com economia, arrumar suas vitrinas com arte, gastar centenas de dólares em propaganda, e contratam empregados que não possuem o senso necessário para ser bons ouvintes, empregados que interrompem constantemente os fregueses, muita vez contradizendo-os, irritando-os, o que apenas consegue levá-los para longe da loja.

Certa manhã, anos atrás, um freguês mal satisfeito entrou no escritório de Julian P. Detmer, fundador da Detmer Woolen Company, que mais tarde se tornou a maior distribuidora de
lãs, no comércio de alfaiatarias.
"Este homem nos devia uma pequena importância", explicou-me o senhor Detmer. "0 freguês negava isto, mas tínhamos a certeza de que ele estava enganado. Assim, nosso departamento de crédito insistiu pelo pagamento. Depois de receber várias cartas do nosso departamento, arrumou sua bagagem, fez uma viagem a Chicago e apressou-se em vir ao meu escritório, não somente para informar-me de que não viera pagar a conta, como também que nunca mais compraria mercadorias na Detmer Woolen Company.
"Ouvi pacientemente tudo quanto tinha a dizer. Estive tentado a interrompê-lo, mas compreendi que seria ma política. Assim, deixei que falasse tudo. Quando finalmente começou a esfriar e se tornou receptivo, eu disse calmamente: "Quero agradecer-lhe por ter vindo a Chicago falar-nos sobre isto. Fez-me um grande favor, pois se o nosso departamento de crédito o aborreceu pode também aborrecer outros bons fregueses, e isso será muito mau. Acredite-me, estou muito mais desejoso de ouvir isto do que o senhor de mo dizer". "Era esta a última coisa no mundo que ele esperava ouvir de mim. Penso que ficou desapontado pela asneira de ter vindo a Chicago para dizer-me uma ou duas coisas, e aqui, ao invés de atracar-me com ele, estava agradecendo-lhe. Assegurei-lhe que nós riscaríamos o débito dos livros e pedi que se esquecesse do mesmo pois ele era um homem muito cuidadoso, com uma única conta a olhar enquanto nossos empregados tinham que
olhar milhares de contas. Por essa razão havia menos possibilidade de ele estar errado do que nós. "Disse-lhe que compreendia perfeitamente como se sentiu e que, se eu estivesse no seu lugar, teria certamente sentido o mesmo. Desde que se decidira a não comprar mais de nós, recomendei-lhe outras casas de lãs. "Antes, quando ele vinha a Chicago, costumávamos almoçar juntos, por isso convidei-o para almoçar comigo naquele mesmo
dia. Aceitou com certa relutância, mas quando voltamos ao escritório nos fez um pedido de mercadorias como nunca fizera até então. Voltou para casa com disposições brandas e, querendo ser tão justo conosco como acabávamos de ser com ele, foi examinar suas contas e, encontrando uma que não havia sido paga, enviou-nos um cheque com as suas desculpas.
"Mais tarde, quando a esposa o presenteou com um garoto deu ao filho o nome de Detmer e continuou freguês e amigo da nossa casa até a sua morte, vinte e dois anos depois."
Durante as horas negras da Guerra Civil, Lincoln escreveu a um velho amigo em Springfield, Illinois, pedindo-lhe para vir a Washington. Lincoln disse que tinha alguns problemas que queria discutir com ele. 0 velho vizinho veio â Casa Branca e Lincoln falou-lhe durante horas sobre a conveniência de lançar uma proclamação libertando os escravos. Lincoln passou por todos os argumentos "pró" e "contra" tal movimento, leu cartas e artigos de jornais, alguns atacando-o por não ter libertado os escravos e outros porque receavam que ele abolisse a escravatura. Depois de falar durante horas, Lincoln apertou a mão do
seu velho vizinho, disse-lhe boa-noite e mandou-o para Illinois, sem mesmo perguntar-lhe a sua opinião. Lincoln falou todo o tempo. Isto parece que esclareceu seu pensamento. `Ele pareceu sentir-se mais tranqüilo depois de falar", disse o velho amigo. Lincoln não queria conselho. Queria apenas um ouvinte amigo e simpatizante com quem pudesse descarregar-se. Eis o que todos nós queremos quando estamos preocupados. É isto que, freqüentemente,
todos os fregueses irritados querem, bem como o empregado mal satisfeito ou amigo magoado.
Assim, se quiser ser um bom conversador, seja um ouvinte atento. Para ser interessante, seja interessado. Faça perguntas a que outro homem sinta prazer em responder. Concite-o a falar
sobre si mesmo e sobre seus assuntos prediletos.
Seja um bom ouvinte, incentive os outros a falar sobre eles mesmos.
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O texto é adaptação do texto original do Paulo V. Kretly, visite:
blog: http://paulokretly.blogspot.com/

Pessoas bem-sucedidas são aquelas que sabem utilizar seu tempo para perseguir, da forma mais eficiente possível, os objetivos que traçaram para si. E ao fazer isso elas estão agindo de uma forma organizada, planejada.
Muitos acham que planejar é uma atividade tediosa; que reprime a criatividade. Essa é uma noção equivocada do que é o planejamento e de sua importância. Leonardo da Vinci, um dos maiores gênios da humanidade e dotado de uma indiscutível criatividade, planejava cuidadosamente suas obras, nos mínimos detalhes. Sua preparação era tão esmerada que ele chegava a dissecar cadáveres – o que era proibido na época – para estudar anatomia. Ao pintar um retrato, ele contratava músicos e artistas circenses para distrair a pessoa que estava posando, a fim de evitar que ela adquirisse uma expressão cansada ou entediada. Ou seja, o sorriso da Monalisa não é fruto do acaso, mas de uma elaborada preparação e planejamento. E se até um gênio como Da Vinci entendia a importância do planejamento, que desculpa nos resta para não planejarmos?
É claro que planejamento exige disciplina, mas, conforme dizia Renato Russo: “disciplina é liberdade”. Quem não se disciplina o suficiente para elaborar e seguir seus planejamentos acaba tornando-se refém dos contratempos, escravo do relógio e da frustração de não atingir suas metas. Culpar a falta de tempo pela impossibilidade de cumprir compromissos também é uma tendência desorganizadora. Uma hora tem sessenta minutos, e não há como esticá-la, por mais que você queira. Em vez disso, é muito mais útil reavaliar a forma como você está planejando suas atividades, de maneira que esses sessenta minutos sejam aproveitados de forma mais eficaz. O mesmo vale para seu tempo livre e ao destinado à família. Não planejá-lo é a melhor forma de desperdiçá-lo.
Por fim, é preciso lembrar que todo o planejamento que fazemos – desde o planejamento das atividades diárias até às metas de longo prazo – são parte de algo maior, que é o planejamento da própria vida. Que tipo de vida queremos ter em nossa idade madura? Alguns jovens – e até alguns não tão jovens – acham que isso é algo distante, que pode ser deixado para depois. Assim vão negligenciando certos aspectos do planejamento que podem parecer tediosos ou secundários. E dizem: “Por que vou me preocupar com minha aposentadoria se ainda sou jovem? Por que vou pensar em seguros e planos de saúde se nunca fico doente?” Porém, quem só faz o que gosta durante parte da vida, acaba fazendo o que não gosta durante todo o restante de sua vida. Colhemos o que plantamos, e não há como mudar essa simples verdade. Infelizmente, muitos só percebem isso quando não podem mais contar com a saúde e a juventude.
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Abraham Lincoln foi um dos presidentes mais populares da história dos Estados Unidos. Até hoje seus discursos são decorados nas escolas pelas crianças americanas. Mas poucos sabem como ele lidou com o fracasso durante toda a sua vida.

Em 1832, ele entrou na guerra dos Black Hawk´s como capitão, mas terminou como soldado. No mesmo ano se candidatou e foi derrotado para o Congresso de Illinois, seu estado natal e ainda, naquele mesmo ano, comprou uma loja com um sócio, que poucos meses depois veio a falir.

Abraham Lincoln foi eleito ao Congresso Nacional em 1847, mas na época de sua reeleição, em 1849, mesmo querendo, não se candidatou. Era tão impopular que já sabia que perderia. Quando ele tentou reingressar na política em 1854, como candidato ao Senado americano, foi derrotado outra vez. Em 1858 tentou novamente ser eleito para o Senado e, mais uma vez, foi derrotado.


Em 1860, candidatou-se a presidente dos Estados Unidos e foi eleito com facilidade no primeiro turno. Até hoje é lembrado em todo o mundo como um grande defensor da democracia. É reconhecido também como um dos maiores líderes da história do mundo, por causa da sua persistência diante das sucessivas derrotas e por sua habilidade em transformar a derrota em vitória.
...
A maioria das pessoas, quando enfrentam revezes na vida, simplesmente desistem. Parece até que Lincoln sabia o segredo de usar os fracassos para chegar ao sucesso. Ele sabia que os fracassos iam lhe ensinando e ele ia se aperfeiçoando. Cada tropeço ou fracasso continham lições que o ajudavam a chegar ao sucesso.
O fracasso é uma das partes mais importantes do sucesso. Existe, aí, um paradoxo. Jamais chegará ao sucesso se nunca fizer uma tentativa e, se nestas tentativas fracassar, aí está implícito que tentou alguma coisa. É justamente através das tentativas e fracassos que aprenderá como alcançar a vitória.

Se você quiser fazer algo bem feito, tem que estar disposto a aprender com seus erros, aperfeiçoando-se a cada tentativa.
Adaptado do livro Insight II, de Daniel C. Luz.
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Nos textos deixados aqui no blog, tenho como principal objetivo, fazer com que quem leia, desperte um forte desejo de modificar seus hábitos, tome uma sacudida do seu próprio ego e de um passo em direção a realização.

Não interessa qual a sua realização ou a minha, cada um tem um sonho e a realização pessoal de chegar perto dele é a mola propulsora do nosso dia a dia, portanto comece a levar a serio o que você esta fazendo para chegar perto do seu sonho.

Também pare de calcular sucesso por aquisição de “Bens Materiais”, pois isso já foi símbolo de status, hoje em dia qualquer Zé entra em uma loja e adquiri um carro zero, qualquer um compra uma bela casa, um celular que faz tudo, inclusive ligações telefônicas e leva junto tudo isso um carnê com 60 meses de dívidas que você não verá como o cara vai pagar...
Tenha em mente que o sucesso poderá ser baseado no tempo livre que você tem com seu filho, com sua esposa, mesmo que seja apenas 1 hora ou ½ hora do seu tempo, ele pode ser compartilhado sem culpa, com a importância que seus colegas de trabalho dão as suas opiniões e contribuições, com a lealdade que seus liderados ou pares vê em você e a respeitam, sucesso pode ser visto no simples prazer de sair para trabalhar, na realização de fazer o seu trabalho bem feito e até poder olhar e se orgulhar da atividade realizada.

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“Os únicos limites do homem são: o tamanho das suas idéias e o grau da sua dedicação” (F. Veiga)
Tente sempre estar acompanhando seu humor, seu stress, seu comportamento frente as dificuldades da vida, pois esses “termômetros” podem te ajudar a corrigir posturas, comportamentos e mesmo pensamentos, em encontrei na internet um teste muito simples e que ajuda a você ter uma idéia de como a coisa anda, lógico que existem testes mais complexo e que também não é uma simples folha de papel dizendo que você é o melhor, ou a mesma folha dizendo que você não esta com nada que dirige sua vida, mas esses testes ajudam a dar uma olhada com “outros” olhos para o momento em que você esta vivendo e assim poder enxergar “brechas” e corrigi-las.
Eis aqui um site que normalmente tento fazer uma avaliação semestral...http://www.bne.com.br/cores/ ...

Aprenda que as vezes caímos para aprender a levantar...
Abs.
Antunes
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O texto abaixo, foi extraído e adaptado do livro “O Monge e o executivo”, apesar de varias outras passagens terem a mesma analise sobre essa passagem bíblica, achei esse um bom texto a ser postado.
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...
Nosso tópico hoje é amor. Sei que talvez seja um pouco desconfortável para alguns de vocês, mas para compreender liderança, autoridade, serviço e sacrifício é importante conhecer esta palavra importante
"O que o amor tem a ver com isso?"
. Comecei a entender o significado real do amor há muitos anos, ainda na faculdade. Eu estudava filosofia naquela época, e alguns de vocês podem se surpreender, mas eu era um verdadeiro ateu.
- Porque, eu tinha estudado todas as religiões e nenhuma me parecia plausível. O cristianismo, por exemplo. Eu realmente tentava entender o que Jesus queria dizer, mas ele continuava voltando à palavra amor. Disse para "amar seu próximo", o que eu imaginava ser possível contanto que tivesse bons vizinhos. Mas, para piorar as coisas, Jesus insistia em que amássemos "nossos inimigos". Para mim aquilo era pior do que absurdo. Amar Adolf Hitler? Amar a Gestapo? Amar um assassino? Como ele podia ordenar que as pessoas fabricassem uma emoção como o amor? Principalmente com relação a pessoas nada amáveis?
— Então surgiu uma crise em meus paradigmas a respeito da vida e do amor.
Uma noite, vários colegas e eu nos reunimos para tomar umas cervejas na taberna
local. Um dos professores de línguas veio juntar-se a nós e logo a conversa mudou
para as grandes religiões do mundo, até chegar ao cristianismo. Eu disse algo
parecido com: "Sim, amar nossos inimigos. Que piada! Então tenho que amar um
estuprador!" O professor de línguas me interrompeu dizendo que eu estava
interpretando mal as palavras de Jesus. Ele explicou que, ao pensar em amor, eu
estava confundindo sentimento com ação. Você sabe, a partir do momento em que
tenho sentimentos positivos a respeito de alguma coisa ou alguém, posso dizer que
os amo. Geralmente associamos amor com bons sentimentos.
- De fato, ontem à noite fui à biblioteca e procurei amor no dicionário. Havia três definições e eu as escrevi todas:
número um, forte afeição;
número dois, ligação calorosa;
número três, atração baseada em sentimentos sexuais.
— Você vê ? O amor é definido um tanto mesquinhamente, e a maioria das definições envolve sentimentos positivos. O professor de línguas me explicou que muito do Novo Testamento foi originalmente escrito em grego, e os gregos usavam várias palavras diferentes para descrever o multifacetado fenômeno do amor. Se bem me lembro, uma dessas palavras era eros, da qual se deriva a palavra erótico, e significa sentimentos baseados em atração sexual e desejo ardente. Outra palavra grega para amor, storgé, é afeição, especialmente com a família e entre os seus membros. Nem eros nem storgé
aparecem nas escrituras do Novo Testamento.
Outra palavra grega para amor era philos, ou fraternidade, amor recíproco. Uma espécie de amor condicional, do tipo "você me faz o bem e eu faço o bem a você" Finalmente, os gregos usavam o substantivo ágape e o verbo correspondente agapaó para descrever um amor incondicional, baseado no comportamento com os outros, sem exigir nada em troca.
E o amor da escolha deliberada. Quando Jesus fala de amor no Novo Testamento,
usa a palavra ágape, um amor traduzido pelo comportamento e pela escolha, não o
sentimento do amor.
— Pensando nisso, parece bobagem tentar mandar alguém ter um sentimento ou emoção por alguém. Neste sentido, aparentemente Jesus Cristo não queria dizer que nós devemos fazer de conta que as pessoas ruins não são ruins, ou nos sentir bem a respeito de pessoas que agem indignamente. O que ele queria dizer era que devemos nos comportar bem em relação a elas.
Eu nunca tinha pensado nisso dessa maneira.

— Ouvi sujeitos me falarem muitas e muitas vezes o quanto amam suas esposas. Eles falam isso sentados nos bares, caçando mulheres. Ou pais que se derretem de amor pêlos filhos mas não conseguem separar quinze minutos do dia para ficar com eles. E alguns dos companheiros Exército, que fazem grandes declarações de amor às garotas quando o que querem é ir para a cama com elas. Portanto, dizer e fazer não são a mesma coisa, não é?
- Nem sempre posso controlar o que sinto a respeito de outra pessoa, mas posso controlar como me comporto em relação a outras pessoas.

Os sentimentos variam, dependendo do que aconteceu na véspera! Meu vizinho
talvez seja difícil e eu posso não gostar muito dele, mas posso me comportar
amorosamente. Posso ser paciente com ele, honesto e respeitoso, embora ele opte
por comportar-se mal.
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Só o texto ja vale o post






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Esse post, foi catastrofico, pois faltou o texto...
Somente agora eu consegui um tempo para arrumar, eita vida de contador e fechamentos, bom vamos la!

Por Max Gehringer

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de gestor de atendimento interno, nome que agora se dá à seção de serviços gerais. E a empresa contratante exigia que os eventuais interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e, não bastasse tudo isso, ainda fossem hands on.
Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía mesmo essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico. Não que esse fosse algum exemplo absolutamente fora da realidade. Pelo contrário, ele é quase o paradigma dos anúncios de emprego atuais. A abundância de candidatos está permitindo que as empresas levantem, cada vez mais, a altura da
barra que o postulante terá de saltar para ser admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da superqualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico...

____


Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão
bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como
gestora de atendimento interno. E um de seus primeiros clientes fosse o
seu Borges, gerente da contabilidade.

- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.

- In a hurry!

- Saúde.

- Não, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em
inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência
em inglês se aqui só se fala português?

- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?

- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho
profundos conhecimentos de informática.

- Não, não. Cópias normais mesmo.

- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu
já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das
cópias que tiramos.

- Fabiana, desse jeito não vai dar!

- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.

- Como assim?

- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar.

- E considero isso um desperdício do meu potencial energético.

- Olha, neste momento, eu só preciso das três có...

- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...

- Futuro? Que futuro?

- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.

- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!

- Sei. Mas o senhor é hands on?

- Hã?

- Hands on. Mão na massa.

- Claro que sou!

- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou
sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram
quando eu fui contratada.
_______________________

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções. Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas. E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.
Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.
Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado que chegasse de repente confundiria nossa salinha do café com o auditório da Fundação Alfred Nobel. Até que um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas. E, no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha noções de informática e possuía energia e criatividade. Sem mencionar que estava fazendo pós-graduação. Só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida. Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as empresas modernas torcem o nariz, uma espécie de pitico contemporâneo:
O que é capaz de resolver, mas não de impressionar.
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"A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos"
- Pablo Neruda

O empresário certo é o que investe em seus funcionários nos momentos incertos; o funcionário certo é o que aposta na empresa nos momentos incertos; os colegas certos são os que permanecem lutando, junto com você, nos momentos incertos; o amigo que é amigo mesmo, continua sendo tbém nos momentos incertos; o amor certo é o que está ao seu lado, chova ou faça sol, nos momentos incertos;Nos momentos de sua vida nos quais tudo está indo bem e dando certo, as pessoas erradas se aproximam.Você não as notará, porque está tudo certo. Verá o melhor delas, porque está tudo certo. Gostará mais delas, porque está tudo certo. Será mais fácil de iludir você, sua empresa, departamento ou até toda a sua família, amigos e colegas, porque está tudo certo.Como um cruzeiro em um iate, todos nós sofremos uma certa dose de "ilusão das férias de verão" quando conhecemos alguém, seja na vida profissional ou pessoal, com a qual só experimentamos momentos de calmaria, de festas, de alegria. Momentos muito bons, mas nos quais é impossível separar o "joio do trigo". Momentos nos quais só vemos o melhor ângulo da personalidade de uma namorada (ou namorado), um funcionário, um sócio, um parceiro, um amigo.


Temos, portanto, uma visão perigosamente bidimensional.Muitos casamentos acabam, quando marido e mulher descobrem que a personalidade da outra pessoa é muito mais complexa do que podia ser visto durante a fase de namoro e noivado -- especialmente quando aquela fase não ofereceu "crises" para testar o casal. Os dois só viram o "trigo", antes do casamento, descobrindo o "joio" depois. Sim, há casos em que o joio é visto bem antes, mas alguns de nós fazem questão de fingir que não estão vendo nada, ou que depois essa pessoa mudará...


Quantas pessoas que você considerava "grandes amigos", não se afastaram imediatamente, assim que você perdeu aquele emprego? Sim, é impossível avaliar amigos, colegas, funcionários e amores sem o teste das crises.Para conhecer realmente essa pessoa, você tem que observa-la quando o iate entrar em uma tempestade gigantesca no meio do oceano, quando o navio estiver sob risco de afundar, e um grupo de piratas começar a destruir tudo e invadir a nau. Neste momento, você verá, de modo cristalino, quem é que corre para os botes salva-vidas esquecendo-se completamente de você, da empresa ou do projeto, e quem está com você até o fim -- seja este fim qual for.Por isso, antes de julgar alguém pelo belo sorriso em um dia de sol, veja se o sorriso ainda está lá, mesmo que haja lágrimas em um dia de chuva.

Como explicou Pablo Neruda: A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos.
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Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

-----

Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
---
Silêncio.


-

Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.


Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.


Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico ? (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico).

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.


Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'gaps'.



Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.



Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.


Se seu Gerente/ Coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


-

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:

"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"

--


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!
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Queridos,
Após um mes turbuleto, retomo os post nesse blog, peço desculpas aos que acompanham as postagem por aqui, tive um problema grave de saúde na familia e as circunstancias me impediram de continuar a postar com relativa frequencia, passado o temporal vem a bonança e como dizia "renato Russo" ...Mas é claro que o Sol ... vai voltar amanhã...
Sempre nasce um novo dia e estamos retomando os trabalhos...

Deixo aqui um otimo video do professor Marins, acredito que vai motivar o nosso dia.
Abs.
Antunes

video
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Caro leitor amigo, entenda sempre que todos nós somos prestadores de serviço e estamos em constante atividade, portanto temos clientes o tempo todo e em todo lugar:

O nosso chefe é nosso cliente, a nossa esposa e filho são clientes, a sua sogra é um cliente, o cobrador do ônibus que você pega pela manhã é seu cliente.

Você as vezes ao ler esse tipo de texto, tem por natureza pensar logo: “bom, eu não tenho empresa, portanto não tenho que pensar nisso de receber mais do meu cliente.”

Pense de forma mais abrangente, no dito acima, o cobrador do ônibus é seu cliente, ele pode pagar mais pelo seu “serviço”. Porque ele é seu cliente? Porque ele estará em contato com você e toda ação sua poderá influênciar o dia dele, um sorriso, um “bom dia”, tudo que você fornecer a ele será considerado um serviço, você pode prestar um bom ou mal serviço, só depende de você, no entanto lembre-se que o pagamento do serviço normalmente reflete o tipo de serviço prestado.

Você já percebeu que tanto eu quanto você, no papel de cliente, estamos dispostos sim a pagar um pouco mais por um produto ou por um serviço, desde que nós tenhamos a segurança de que este produto ou serviço tenha um valor agregado alto ou seja ele vale o investimento, ele vale o dinheiro que nós estamos pagando.
A questão é:


O que significa valor? Como posso aumentar o Valor do meu produto ou serviço? É simples, Valor é o resultado de uma equação entre benefícios menos os custos percebidos pelo cliente. Beneficio você sabe o que é, é a característica que resolve de fato o problema do seu cliente, mas e o custo?

Ai está o pulo do Gato, muitos profissionais acreditam que custo é o preço de venda, quando na verdade o preço de venda é apenas uma parcela do custo.

O atendimento pode ser um custo e muitas vezes um custo alto para o seu cliente, se ele é mal atendido ele paga mais caro para ser bem atendido em outro lugar. Quantas vezes já não fazemos isso no papel de cliente, não é verdade?


Outro custo percebido pelo cliente é a Garantia, a segurança que ele tem. Se o cliente tiver muita dificuldade pra trocar o produto ou adquirir um serviço da maneira que ele esperava, ele também nunca mais compra deste mesmo fornecedor, ele prefere pagar um pouco mais para um fornecedor que lhe de uma garantia melhor e mais segurança. O ultimo Custo, e não menos importante, é O tempo!


Segundo Jack Welch: Tempo é dinheiro sim!

Velocidade é o realmente o propulsor que todos buscam, produtos mais rápidos, ciclos de produção mais rápidos para o mercado e melhor tempo de resposta para os clientes!
Lembre-se também: O seu cliente quer ser atendido rapidamente.

Então, se ainda tem dúvida em como fazer o seu cliente pague mais, é simples:

Aumente os benefícios e diminua os custos, lembrando que o benefício pode ser uma idéia criativa e diferenciada no atendimento e o custo, não é necessariamente o preço de venda.
Pense nesta estratégia poderosa de aumento de valor e você descobrirá, que o seu cliente pode sim, pagar mais, pelo seu produto ou serviço, se estiver com isso, obtendo mais valor para si mesmo.
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Nossa vida, a melhor resposta
(texto de Martha Medeiros, publicado no jornal O Globo, 12/nov/2006)


Quem é você? Do que gosta? Em que acredita? O que deseja?


Dia e noite somos questionados, e as respostas costumam ser inteligentes, espirituosas e decentes. Tudo para causar a melhor impressão aos nossos inquisidores. Ora, quem sou eu. Sou do bem, sou honesto, sou perseverante, sou bem-humorado, sou aberto — não costumamos economizar atributos quando se trata da nossa própria descrição. Do que gostamos? De coisas belas. No que acreditamos? Em dias melhores. O que desejamos? A paz universal.



Enquanto isso, o demônio dentro de nós revira o estômago e faz cara de nojo. É muita santidade para um pobre diabo, ninguém é tão imaculado assim.
A despeito do nosso inegável talento como divulgadores de nós mesmos e da nossa falta de modéstia ao descrever nosso perfil no Orkut, a verdade é que o que dizemos não tem tanta importância.
Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam.


O que você diz — com todo o respeito — é apenas o que você diz.


Entre a data do nosso nascimento e a desconhecida data da nossa morte, acreditamos ainda estar no meio do percurso, então seguimos nos anunciando como bons partidos, incrementamos nossas façanhas, abusamos da retórica como se ela fosse uma espécie de photoshop que pudesse sumir com nossos defeitos. Mas é na reta final que nosso passado nos calará e responderá por nós. Quantos amigos você manteve. Em que consiste sua trajetória amorosa. Como educou seus filhos. Quanto houve de alegria no seu cotidiano. Qual o grau de intimidade e confiança que preservou com seus pais. Se ficou devendo dinheiro. Como lidou com tentativas de corrupção. Em que circunstâncias mentiu. Como tratou empregados, balconistas, porteiros, garçons. Que impressão causou nos outros — não naqueles que o conheceram por cinco dias, mas com quem conviveu por 20 anos ou mais.


Quantas pessoas magoou na vida. Quantas vezes pediu perdão.Quem vai sentir sua falta. Pra valer, vamos lá.



Podemos maquiar algumas respostas ou podemos silenciar sobre o que não queremos que venha à tona. Inútil. A soma dos nossos dias assinará este inventário. Fará um levantamento honesto. Cazuza já nos cutucava: suas idéias correspondem aos fatos? De novo: o que a gente diz é apenas o que a gente diz.


Lá no finalzinho, a vida que construímos é que se revelará o mais eficiente detector de nossas mentiras...
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Quantas pessoas como eu e você ja não passaram por situações que poderiam ser evitadas apenas com bom senso?

Ir ao mecânico arrumar o carro por exemplo, desde garoto aprendi com meu pai que mecânico tem que ser mais que amigo, pois para ser "enrrolado" é a coisa mais facil, diz que trocou e não trocou, diz que arrumou e saindo aparece o problema de novo e vamos novamente para a tentativa e erro com o seu dinheiro.
As vezes a falta de justiça, o "puxar para o meu lado", o "jeitinho brasilerio" etc... nos causam mais trasntornos do que imaginamos, veja se você esta pagando o preço justo, verifique se você não esta cobrando o preço "inflacionado" mude a sua atitude, não é facil, mas tente.


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Para refletir no fim de semana, será que com essa história de "crise" vc não esta como o sapo em águas "tranquilas", vamos mexa-se, faça acontecer, mostre valor em tudo e para todos, faça a diferença, mostre o melhor.

Um exemplo para ilustrar: ontem passei no Graal do KM 30 Castelo Branco- SP para tomar café o quiosque sempre cheio e para ajudar, o sistema não estava funcionando... Com esse cenário o rapaz da segurança do graal, entrou no quiosque e vendo a situação começou a lavar as xícaras, inclusive foi ele que me serviu o café.
Depois fui pagar a conta, e la estava uma fila enorme, lógico que a culpa é do tal sistema, e adivinhem... o cara da segurança lá de novo, abriu um caixa e começou a atender as pessoas...
Pense nisso, não era a atividade principal dele, porem será que se eu ou você fossemos dono do restaurante, mandaríamos embora uma pessoa polivalente dessas ? eu não! Inclusive fui elogiar ao gerente o esforço do funcionario.


Não fique acomodado, dizendo que não é sua responsabilidade ou que a culpa não é sua,
Faça o mesmo, surpreenda seus superiores, pares, funcionários etc...sua esposa/esposo, leve flores hoje, mesmo aquelas compradas no semáforo estão valendo ...



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Esse texto abaixo circulou muito na internet a uns anos atras, realmente uma estoria muito legal e interessante, porem acho que para gravarmos os seus fundamentos, devemos ter um pouco mais do que só a estória.


Para quem leu os ensinamentos de Stephen Covey - Autor do Livro "os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes" e o "8º Hábito" - temos exatamente o complemento didático dessa estória.

O Autor nos alerta, ensinando que podemos ter domínio em nossas ações, mas principalmente no livro "8º habito" ele fecha o contexto da estória abaixo, ou seja, VOCÊ é quem descide como reagir, VOCÊ tem o dom de escolher como irá enfrentar determinada situação.


A Frase primordial do livro é "entre o tempo em que vc recebe a ação e reage a ela, exite um espaço, exatamente onde tomamos a descisão de como reagir, a manutenção desse espaço é você quem faz, podendo aumentar (refletindo sobre a situação) ou diminuir e reagir sem muito pensar".


Esse temoa é bastante abordado na sociedade, porem não damos muita importancia, por exemplo, no filme Matrix o tema básico da trama esta na escolha em que o personagem principal tem que fazer para determinadas situações.


Agora leia a estória e pense nisso, você deve a cada manhã levantar e escolher como irá reagir as coisas que o mundo te oferece.


José era o tipo do cara que você gostaria de conhecer.
Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
* Se melhorar estraga.


Ele era um gerente especial pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes.Ele era um motivador nato. Se um colaborador estava tendo um dia ruim, José estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:* Você não pode ser uma pessoa tão positiva todo o tempo.* Como você faz isso? Ele me respondeu:* A cada manhã ao acordar digo para mim mesmo, José, você tem duas escolhas hoje. Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo de ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo.Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.* Certo, mas não é fácil, argumentei.* É fácil, disse-me José. A vida é feita de escolhas.* Quando você examina a fundo, toda a situação sempre há uma escolha.* Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver a sua vida.Eu pensei sobre o que José disse, e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.Anos mais tarde soube que José cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã, foi rendido por assaltantes.Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda comfragmentos de balas alojadas em seu corpo. Encontrei José mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, respondeu:* Se melhorar estraga.Contou-me o que havia acontecido perguntando:* Quer ver minhas cicatrizes? Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.* A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas:


poderia viver ou morrer.

Escolhi viver.

* Você não estava com medo? perguntei.* Os paramédicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: "esse ai já era". Decidi então que tinha que fazer algo. * O que fez?, perguntei.Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: "sim". Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei: Sou alérgico a balas!!!"Entre as risadas lhes disse: "Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como morto."José sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças à sua atitude.Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente.


Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO".

Eu sou fã do Professor marins e acredito que a republicação desse post vai mostrar o motivo:


Luiz Marins

Muitas pessoas têm curiosidade de saber o episódio da caçada do EMU que fiz com os aborígines australianos da ilha de Bathurst em 1972, quando estudava antropologia na Austrália.
Este episódio, como sempre disse, ensinou-me o valor do foco. Desde então tenho visto que pessoas e empresas que têm foco, têm sucesso.

Aqui vai a narração do episódio:
Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores. Nessa dança eles acreditam "caçar de fato" o animal.
Após a "caçada" (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas ou nas árvores) e vão dormir.
No dia seguinte, se levantam e vão "apanhar o animal", com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente "caçado" durante a dança na noite anterior.

Um certo dia os aborígines me convidaram para a dança do Emu (Emu é uma avestruz, uma ema que existe naquela parte do mundo) pois iríamos caçar no dia seguinte. Fizemos a dança como descrevi acima.

No dia seguinte deram-me a incumbência de achar as pegadas de emu. Ensinaram-me como eram as pegadas. Ao achar alguma pegada de emu, eu deveria chamar os caçadores. Os aborígines são exímios examinadores de pegadas. Pela análise eles sabem exatamente onde está o animal para apanhá-lo.

Eu ia à frente do grupo. De repente encontrei umas pegadas. Eram na verdade de canguru. Chamei a todos. Eles vieram, viram que as pegadas não eram de emu e sim de canguru e disseram: Essas pegadas são de canguru. Eu disse: mas canguru não é mais gostoso que emu? Eles responderam: Sim, é.

Mas nós hoje estamos caçando EMU e não canguru. E se espalhavam novamente.

Mais um pouco e encontrava outras pegadas. Sabia que não eram de emu, mas mesmo assim chamei os caçadores. Eles disseram: Essas pegadas são de wallabies (um pequeno canguru).
Eu disse: mas wallabies não são mais gostosos que emu e até mais gostosos que canguru? Sim, responderam eles, mas hoje estamos caçando emu e não wallabies ou cangurus. Outro dia voltaremos para caçar outro animal.

Hoje estamos caçando emu!

Na quarta vez que parei a caçada e as pegadas não eram de emu, eles me disseram:
- Nós estamos caçando EMU. Fizemos a dança do EMU, trouxemos os bumerangues de EMU, as lanças de EMU.
Se você parar a caçada cada vez que encontrar qualquer pegada, nós não vamos caçar nem emu, nem canguru, nem wallabies.
Outro dia nós voltaremos para caçar cangurus ou wallabies.

Hoje estamos caçando EMU.

Foi então que eu aprendi a razão de todo primitivo ir caçar e voltar com a caça rapidamente. Eles sabem exatamente o que estão caçando e não se desviam do foco.

Na empresa e no nosso dia-a-dia é a mesma coisa: um objetivo e metas claros e definidos, e muito foco nesses objetivos e metas; se tivermos os instrumentos certos para atingí-los (ou armas adequadas); pessoas certas com as habilidades necessárias, treinadas; dedicação e entusiasmo; com certeza, atingiremos nossos objetivos, por mais audaciosos que pareçam ser.

Assim, o foco, é, sem dúvida, um dos principais fatores de sucesso de pessoas e empresas.

Pense nisso.
Tenha Foco. Sucesso!
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Em 11 de janeiro de 49 a.C., o general e estadista romano Caio Júlio César tomou uma decisão crucial: atravessar o rio Rubicão com seu exército, transgredindo a lei do Senado que determinava o licenciamento das tropas toda vez que o general de Roma entrasse na Itália pelo norte. Este ato foi uma declaração de guerra civil contra Pompéia, que detinha poder sobre Roma. Com as palavras alea jacta est (a sorte está lançada), César resolveu voltar com suas legiões à cidade. Uma vez atravessado o Rubicão e já em terras romanas, ele sabia que não tinha volta. Ou ele e seus soldados tomavam a cidade, ou Pompéia os destruiria.

A decisão de César mudou o rumo da história. Antes que ele atravessasse o rio, a tomada de Roma era apenas uma idéia, um desejo que ele poderia concretizar.

Decorre, deste fato histórico, que atravessar o Rubicão é “pensar grande”, ultrapassar fronteiras, defrontar-se com um caminho sempre difícil e desconfortável. César, apesar disso, atravessou o Rubicão.

Para ter êxito na vida, você tem de ser vulnerável. É preciso arriscar-se em território desconhecido sem resultados prometidos ou calculados. É preciso ultrapassar os limites da zona de segurança e confiar que Deus vai cuidar de você, mesmo que você não saiba como. A verdadeira aventura da vida está em ir além da segurança aparente do já conhecido, impelidos pela constatação de que não são as nossas defesas pessoais que garantem nossa segurança, mas um poder que vai muito além da nossa débil encenação de autoproteção.

(...)

Um sonho que não inclua risco não merece ser chamado de sonho. Aquele que não arrisca fará poucas coisas ruins, mas fará pouquíssimas coisas. Se jamais corrermos riscos, jamais realizaremos coisas grandes. (...)
“Se você quiser que sua vida sempre melhore, terá de assumir riscos. Não existe nenhum jeito de crescer sem arriscar nada. Recuse-se a se unir à multidão cautelosa que joga para não perder. Jogue para ganhar”.

Alea jacta est. O sucesso favorece a ousadia. O mundo é um livro do qual os que não assumem riscos lêem apenas uma página. Vamos, atravesse o seu Rubicão.


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Certas autoridades declaram que algumas pessoas atualmente se tornam doentes muita vez para encontrar na terra dos sonhos da insanidade a consideração que lhes fora negada no áspero mundo das realidades. Existem mais pacientes sofrendo das faculdades mentais nos hospitais dos Estados Unidos que de todas as outras doenças conjuntamente.


Qual a causa da insanidade?
Ninguém pode, por certo, responder.


Formulei recentemente esta pergunta ao médico-chefe de um dos nossos mais importantes hospitais para loucos. Este doutor, que recebera as mais altas honrarias e os mais ambicionados títulos pelo valor dos seus conhecimentos no campo da psiquiatria, confessou-me, com toda a franqueza, que ele mesmo não sabia porque as pessoas se tornavam insanas. Decerto ninguém sabe. Mas disse que muita gente se torna assim porque encontra na insanidade a satisfação da consideração que sempre almejou e que não teve facilidade de encontrar no mundo real. Contou-me, então, o seguinte caso:


"Tenho agora uma cliente cujo casamento foi uma verdadeira tragédia. Ela queria amor, satisfação sexual, filhos e prestígio social; mas a vida trouxe-lhe o aniquilamento de todas as esperanças. Seu marido não a amava. Recusava-se mesmo a fazer as refeições com ela, obrigando-a a servir os alimentos no próprio quarto. Ela não teve filhos, nem destaque social. Tornou-se louca; e, em sua imaginação, divorciou-se do marido e retomou seu nome de solteira. Acredita agora que se consorciou na alta aristocracia britânica e faz questão de ser chamada de Lady Smith. No tocante aos filhos imagina que tem um novo bebê cada noite. Sempre que chego para visitá-la, diz-me: `Doutor, tive um filhinho a noite passada`.


Uma vez desfeita a vida, todos os barcos dos sonhos se esbatem nas rochas ásperas da realidade; mas, nas encantadoras fantásticas ilhas da loucura, todas as suas galeras correm para porto, velas enfunadas e o vento assobiando em torno dos mastros. Trágico? Oh, não sei. Seu médico me disse: "Se eu pudesse com minhas mãos restituir sua sanidade mental, não o faria. Ela é muito mais feliz assim como está".

Quando, há poucos anos atrás, se realizou um estudo sobre esposas que abandonavam os maridos, qual foi a conclusão a que se chegou? "Falta de reconhecimento". E posso até mesmo
testar que um estudo sobre os maridos que abandonam as esposas levaria à mesma conclusão. Em geral nos acostumamos tanto com a presença de nossas esposas, que nunca nos lembramos
de dizer-lhes o quanto as estimamos.


Um membro de uma de nossas classes relatou-nos a respeito de um pedido feito por sua esposa. Ela e um grupo de companheiras da igreja estavam seguindo um programa de auto- aperfeiçoamento. A mulher solicitou ao marido que a ajudasse elaborando uma relação com as seis coisas que, segundo ele, ela poderia fazer para se tornar uma esposa mais eficiente. Ele
relatou à classe: "Esse pedido me deixou surpreso. Francamente, não me teria sido difícil relacionar seis coisas nas quais gostaria que ela mudasse - e ela, por sua vez, poderia ter
relacionado milhares de coisas em que eu poderia mudar -,mas não o fiz.
Em vez disso, disse-lhe: `Vou pensar nisso e amanhã pela manhã dou uma resposta'.
"Na manhã seguinte, levantei-me muito cedo, liguei para uma floricultura e pedi que entregassem seis rosas vermelhas à minha esposa, acompanhadas de um cartão com os dizeres:
`Não consigo me lembrar de seis coisas em que você poderia mudar. Eu a amo do jeitinho que você é'. "Quando cheguei em casa naquela noite, adivinhem quem me recebeu à porta? Exatamente. Minha esposa! Estava quase chorando. Nem preciso dizer, fiquei extremamente contente por não té-la criticado como me pedira. "No domingo seguinte, na igreja, após minha esposa apresentar os resultados de sua missão, muitas das mulheres com quem ela estudava procuraram-me e - disseram: `Foi o gesto mais cortês que vi em toda a minha vida'. A partir de então compreendi que poder tem a apreciação."
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Na semana passada eu escutei no radio a seguinte materia:
“A internet, com apenas 50 anos de criação, ultrapassa os jornais impressos e o Rádio como mídia de informação, ficando em 2º lugar, só perdendo para a TV.”

Esse fim de semana eu passei a tarde na casa de um amigo, ele ainda não tem TV a cabo e portanto os canais tradicionais imperavam na programação.
Eu fiquei assustado, pois a +/- 10 anos eu assino a Tv e não assisto Globo desde então. Porém a coisa não mudou em nada e ao perceber a forma em que o telespectador é tratado, eu só posso chegar a conclusão de que a TV nacional tem como principal atividade deixar o povo + ignorante.!!
Nos idos anos 80, quando vinculada a novela “Que Rei sou Eu”, observamos a mão invisível da mídia manipulando resultados eleitoreiros e o conceito continua atual ou seja, quanto mais ignorante o povo, melhor para o poder de governar e assim caminha a humanidade.
Exemplos atuais são os finais de novela das 8 e o Big Brother. Este ultimo é o que chama mais a atenção, pois seu contexto foi distorcido ou melhor nem apresentado aos ignorantes, porem depois de ler o texto faz todo o sentido na criação, para conhecimento geral, veja o texto que li no blog: (http://quefase.blogspot.com/)

...“A idéia do "Grande Irmão" foi cunhada por George Orwell (um pseudônimo do escritor Eric Arthur Blair) no livro Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (titulo original: Nineteen Eigthy-Four). O livro foi escrito em 1948, no período pós-guerra e basicamente descreve a visão do autor de como seria a vida em 1984 num mundo (ou pelo menos parte dele) dominado por uma espécie de governo único. Sinceramente eu recomendo a leitura.Eh engraçado ver como o sentido real da coisa fica distorcido. A idéia do termo "big brother" estah relacionado com a forma em que o estado monitora, vigia e até certo ponto controla a população. Assim, as pessoas na tal casa não são "brothers" e nem "sisters". O Big Brother é aquele que estah do lado de fora e que tem poder de decidir o futuro daqueles personagens.” ...

Esse conceito de Estado que monitora, pode ser observado melhor ainda quando analisamos as mídias, quase toda concessão é ligada ao governo ou terá que atender ao seu “pedido” futuro.
A internet tem o papel de mudar isso e de tornar a informação mais independente, de criar mecanismos de debates de opinião sem interferência, etc.., porem hoje vivemos uma indigestão de informação, ela chega sem filtro, sem prazo de validade e sem “autoria”, ainda sem cumprir seu papel, informamos demais e o de menos.

Acho que teremos que conviver com o “Grande Irmão” durante muito tempo, espero apenas manifestar nesse texto a preocupação de que temos obrigação de combater esse tipo de comportamento na rede mundial e batalhar para informar menos, porem melhor.
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Essas últimas semanas os noticiários tem bombardeado a todos com esses textos de crise, crise isso, crise aquilo, a carne subiu, a bolsa caiu, o desemprego subiu, a pipa do vovô desceu, enfim uma avalanche de más noticias.
O colunista Carlos Heitor Coni deu uma noticia interessante, na busca pela internet, a palavra mais pronunciada na semana passada foi exatamente...crise!
Eu entendo que estamos passando por momentos difíceis, que temos que ter atenção, que devemos ser mais produtivos, que devemos fazer contas antes de trocar de carro, trocar a geladeira ou mesmo comprar o material das crianças para o ano letivo que vai começar, porem essa atenção e cuidado já deveria fazer parte da nossa vida, do nosso dia a dia e não porque estamos em crise.
Parece a historia do copo de água, “um copo pela metade pode ser analisado da forma pessimista que esta meio “vazio”ou da forma otimista que o copo esta meio “Cheio”.
A crise esta sendo analisada de forma pessimista e quase ninguém divulga a parte otimista, então vamos La:
Estamos falando de forma pessimista que o País deve crescer 3% no ano, poxa estamos afirmando que o ano será 3% melhor do que o ano passado, isso é ruim ?
O País ao crescer 3% , terá condição de preparar a infra-estrutura para garantir a continuidade desse crescimento, será que tínhamos condições para crescer 6% ou 7% ? Temos estradas preparadas, temos energia suficiente, temos meios de escoar produção com eficiência?
Ou seja, o crescer 3% pode ser uma dádiva dos céus nos preparando para poder criar mecanismos e escapes para no futuro crescer os 6, 7, ou 10%.
O fator de crescer 3% mostra que vamos melhorar, como podemos apregoar que estamos em crise? Estamos crescendo, vamos fazer o possível para continuar crescendo e não vamos parar!
Acho que os noticiários fazem exatamente o contrario, ao divulgar o pessimismo com fervor, atraem os sentimentos negativos, deixam a população em “pânico”, paralisam a economia e com isso, chegaremos ao final do ano sem o “poucos” 3% e talvez sim, com um país em crise, coisa que ainda não estamos.
Faça a sua parte, reflita e apregoe que estamos preparando o País para crescer 3%, que será um ano maravilhoso e faça a sua parte para que realmente seja !!
Antes de combater a Crise, combata o sentimento pessimista de poder entrar em crise, lembremos que é mais difícil eliminar um fantasma do que eliminar o problema real.
De que forma você esta vendo o copo? Meio cheio ou meio vazio ?

O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade. ( Sir. Winston Churchill)
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Essa "estória" nos ensina que devemos tomar cuidado com o nosso aprendizado, as vezes nos esforçamos tanto em aprender a matar dragões e não iremos utilizar essa tecnica em nada.
Alem de apreder, aprenda a aprender o que te trará edificação.
Separar o joio do trigo é uma ardua tarefa que fazemos a cada momento, a cada conversa, a cada leitura.
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Todos os verões vou pescar no Maine. Pessoalmente sou um apaixonado pelos morangos com creme, mas sei que, por uma estranha razão, os peixes gostam mais de minhocas. Por isso,quando vou pescar, não penso sobre o que mais me agrada. Penso sobre a predileção dos peixes. Meu primeiro cuidado é não iscar o anzol com morangos com creme. Penduro sempre uma minhoca ou um gafanhotinho no anzol e passo-o em frente dos peixes, perguntando-lhes: "Vocês não gostariam de provar tal comida?"

Por que não usar o mesmo senso prático ao tratar com pessoas?
Por que falar sobre o que nós queremos? Isto é criancice. Absurdo. Naturalmente você está interessado no que quer. Está eternamente interessado em tal coisa. Mas apenas você. Ninguém mais. 0 resto dos homens não é diferente. Estamos todos interessados no que nós queremos. Assim, o único meio existente na terra para influenciar uma pessoa é falar sobre o que ela quer e mostrar-lhe como realizar o seu intento.

"Se há algum segredo de sucesso, consiste ele na habilidade de apreender o ponto de vista da outra pessoa e ver as coisas tão bem pelo ângulo dela como pelo seu".

Henry Ford

Barbara Anderson, que trabalhou num banco de Nova York, estava disposta a mudar para Phoenix, Arizona, devido à

saúde do filho. Empregando os princípios que havia aprendido em nosso curso, escreveu a seguinte carta e a enviou a doze

bancos de Phoenix.

Prezado Senhor:

Meus dez anos de experiência bancária seriam de interesse a um banco que cresce tão depressa quanto o do senhor.

Tendo trabalhado em várias funções no Bankers Trust Company, de Nova York, o que me propiciou alcançar meu atual

cargo de gerente de agência, adquiri muita experiência e habilidade em todas as fases bancárias, incluindo relações com depositantes, créditos, empréstimos e administração.

Estarei de mudança para Phoenix no próximo mês de maio tenho certeza de que poderei contribuir para o seu crescimento e

rendimento. Estarei em Phoenix no dia 3 de abril e gostaria de ter a oportunidade de mostrar ao senhor de que modo poderei

colaborar com os objetivos de seu banco.

Atenciosamente,

Barbara L. Anderson

0 leitor acha que a sra. Anderson recebeu alguma resposta a essa carta? Pois onze dos doze bancos convocaram-na para

uma entrevista e ela ainda pôde escolher que oferta aceitar. Mas por quê? A Sra. Anderson não mencionou o que ela queria,

mas escreveu de que modo poderia ser útil, enfocando não as necessidades dela, mas as deles.


Milhares de vendedores estão enchendo as ruas hoje, fatigados, desanimados e mal pagos. Por quê? Exclusivamente porque estão sempre pensando apenas no que eles querem. Não compreendem que nem você nem eu queremos comprar coisa alguma. Se o quiséssemos, sairíamos e compraríamos. Mas nós ambos estamos eternamente interessados na solução dos nossos problemas. E, se um vendedor é capaz de mostrar-nos como seus serviços ou suas mercadorias podem ajudar-nos a resolver nossos problemas, não necessita vender-nos coisa alguma. Nós compraremos. E todo freguês gosta de sentir que está comprando nunca que lhe estão vendendo.


Por exemplo, resido em Forest Hills, uma pequena comunidade de casas particulares, no centro da grande Nova York. Um dia ia eu apressado para a estação quando me encontrei com um corretor de bens imóveis que tinha comprado e vendido propriedades naquela região por muitos anos. Conhecia bem Forest Hills e por isso, precipitadamente, lhe perguntei se o estuque de minha casa era feito com tela metálica ou com telhas ocas. Disse-me que não sabia e declarou-me o que eu já sabia: que podia ter uma informação segura procurando a Forest Hills Garden Association. Na manhã seguinte recebi uma carta sua. Trazia-me a informação pedida? Podia tê-la conseguido em 60 segundos com um telefonema. Mas não o fez. Disse-me novamente que eu podia ter a informação telefonando e aproveitou o ensejo para pedir-me que lhe desse a preferência de meu seguro.Não estava interessado em ajudar-me. Estava interessado apenas em ajudar-se.


Lembre-se:

Desperte na outra pessoa um ardente desejo. Aquele que conseguir isto, terá o mundo ao seu lado. Quem não o conseguir trilhará um caminho solitário".



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